Incrível
NovoPopular
Inspiração
Criatividade
Admiração

20+ Leitores do Incrível encontraram pessoas tão desaforadas que ainda não devem ter conseguido se recuperar

3-1-
458

Não importa o lugar, a realidade é que o mundo está cheio de pessoas desrespeitosas, como vizinhos que pedem para você tirar a sua comida da geladeira e colocar a deles; chefes que não pagam o seu salário devidamente usando a desculpa de que seus pais já te bancam; e até mesmo senhoras fofas que acham ter o direito de conseguir tudo de graça.

Nós, do Incrível.club, estamos convencidos de que, se não é possível sempre evitar tais “figuras”, então a solução mais prudente é revidar na mesma moeda. Antes de ler as histórias abaixo, aconselhamos preparar um chazinho de camomila, porque algumas delas podem realmente mexer com os nervos. Acompanhe!

  • Quando tive meu bebê, conheci uma vizinha que tinha uma menina seis meses mais velha que a minha. Imaginei que seria uma boa ideia me aproximar dela, e as meninas poderiam ser amigas. Mas não deu certo. Ela me chamava para cuidar da filha enquanto limpava o chão, cozinhava, etc. Contudo, quando eu a pedia para fazer o mesmo, a mulher sempre arranjava alguma desculpa e dizia que tinha muitas coisas para fazer. O ápice foi quando meus pais vieram me visitar, minha filha dormia e eu estava com três panelas fervendo no fogão. A vizinha, então, me pediu para receber um entregador na entrada do prédio, pois ela não queria que o barulho do interfone acordasse a filha que estava dormindo. © Diana Geyzina / AdMe
  • Eu comprava verduras, cebolas, salsinha e tempero com uma senhora na feira. Levava sempre a mais do que ela estava pedindo, pois a mulher não parava de repetir: “Leve, minha filha, leve. É tudo natural, do meu próprio jardim, sem produtos químicos”. Durante todo o verão, aproveitei os produtos naturais até o dia em que encontrei essa senhora no mercado comprando cestas e cestas daqueles mesmos produtos. © Лилия Гайворонская / facebook
  • Precisávamos fazer obras no apartamento, contratamos uma equipe e passamos o dia fora enquanto eles trabalhavam sozinhos. Ao voltar, começamos a arrumar as coisas e... havia duas xícaras quebradas na cozinha, o forno estava inteiramente engordurado, havia uma panela estranha e suja dentro e algumas das nossas louças haviam sumido. Ligamos para a empresa, e só responderam: “Os rapazes não pegaram nada e não usaram nada. Mas estão pedindo a panela de volta”. © Ksen / AdMe
  • Alguns anos atrás, eu saía do zoológico quando decidi comprar um sorvete, pois estava muito quente. Custou 7 reais (isso é importante). Então, veio ao meu encontro um casal com uma criança no carrinho. Eles deviam ter uns 30 e poucos anos. Os dois pararam à minha frente e, com enormes sorrisos no rosto, perguntaram: “Com licença, mas será que você não poderia dar 20 reais para comprarmos um sorvete para a nossa criança?” Sem brincadeira, eu quase me engasguei com a audácia... © Jelena / AdMe
  • Eu tenho uma amiga para quem quase sempre dou roupas velhas quando quero atualizar o guarda-roupa. Uma vez, estávamos em uma loja e ela fez um escândalo porque eu queria comprar um casaco verde, mas ela insistia para eu comprar o preto — como se eu fosse lhe dar mais cedo ou mais tarde, mesmo, e o sonho dela era ter um casaco preto. Desde então, passei a levar minhas roupas aos brechós. © Марина Седых / facebook
  • Uma mulher estava ao lado de um cachorro bem grande, esperando por alguém, provavelmente. Então, aproximou-se uma criança com um desejo evidente de fazer carinho no animal. A dona afastou o menino e pediu ao pai dele para tirá-lo dali. O homem disse que não teria problema fazer carinho, ele autorizava. Mas a moça rebateu: “Sou eu que não deixo ele fazer carinho no meu cachorro”. © фрекен Бoк / AdMe
  • Há muitas árvores ao redor da nossa casa e, consequentemente, muitas folhas. Minha vizinha quase nunca varre a calçada, e o vento acaba trazendo as folhas até o nosso terreno. Decidi colocar uma cerca e, agora, as folhas ficam do lado dela. A mulher foi falar com minha esposa e reclamar do que eu havia feito. Depois, ainda, perguntou se não queríamos comprar uma máquina de recolher folhas porque ela estava sem dinheiro. © Abadonna / AdMe
  • Em meados dos anos 90, os pais do meu marido compraram a casa de um casal, que estava se mudando para outra cidade. Assinaram o contrato, mudaram-se e, seis meses depois, receberam uma ligação dos ex-proprietários: “Olha, nós conversamos com meus pais e eles disseram que vendemos por um preço muito baixo. Queremos que vocês paguem mais metade do valor total”. © Варвара Король / AdMe
  • Certa vez, demos a senha do Wi-Fi aos nossos vizinhos: eles pediram muito, apenas por um dia, disseram que a Internet deles havia parado de funcionar. Meses depois, os rapazes de uma empresa de telefonia fizeram umas mudanças e aconselharam mudar a senha. Cinco minutos após a troca da senha, os vizinhos bateram à porta dizendo que a Internet “deles” havia “parado de funcionar novamente” e nos pediram a senha nova. © Leentje / AdMe
  • Uns amigos criavam são-bernardos nos anos 90. Um dia, enquanto estavam fora, o vizinho invadiu a casa deles e tentou roubar um dos filhotes. Os animais adultos, felizmente, fizeram um ótimo trabalho protegendo a prole. Então, meus amigos voltaram e expulsaram o vizinho de lá. Como se não bastasse a vergonha, o ladrão ainda foi à polícia abrir um boletim de ocorrência, alegando que havia sido agredido. Quando os policiais perguntaram o que ele fazia no quintal dos vizinhos, o homem teve a audácia de responder: “Eu só queria fazer carinho nos cachorros”. © Хищный ЗаИц / AdMe

  • Eu e meu parceiro nos mudamos para um apartamento providenciado pelo trabalho dele. O meu, anunciamos para alugar. Um ano mais tarde, ele convidou a mãe para vir morar conosco, mas ela disse que preferiria viver sozinha no meu apartamento e disse que não pagaria. Ela havia vendido a casa e deixado o dinheiro para a filha, por isso estava a procura de um novo lugar. Recusei, porque também tenho uma filha e preciso de dinheiro, sem contar que ainda nem era casada oficialmente com o filho dela. Bom, após esse dia, nosso relacionamento terminou. © Светлана Ржавая / facebook
  • Quando eu e meu marido fomos cuidar da minha mãe doente, deixamos as chaves do apartamento com os vizinhos e pedimos para regarem as plantas às vezes (tínhamos muitas). Ao voltar, vimos que diversas coisas haviam desaparecido, como roupas, sapatos, louça (fiz uma lista e deu mais de 30 itens). Fui falar com os vizinhos e pedi para devolverem. O mais angustiante foi que eles pegaram um conjunto de talheres de prata, que minha mãe havia nos dado de presente no nosso casamento. Não devolveram nada! © Розалия Ивановна Антонова / facebook
  • Isto ocorreu há muito tempo, mas me lembro como se fosse hoje! Minha vizinha pediu para deixar um pacote de massa no meu congelador: ela estava limpando a geladeira dela e não queria que o produto estragasse. Dez minutos depois, apareceu com uma sacola cheia de produtos congelados. Eu disse que não haveria espaço, e ela retrucou: “É só você tirar os seus produtos e colocar os meus”. © Наталия Ермакова / facebook
  • Quando adolescente, eu voltava para casa de ônibus e levava uma sacola enorme de damascos. Duas garotas entraram, com uma menina menor de uns cinco anos. Eu vi a maior sussurrar para a pequena e dizer para pegar uma fruta na minha sacola. A menina se aproximou de mim e, em silêncio, começou a pegar as frutas. Eu expliquei a ela que era importante pedir permissão antes. Foi então que as outras garotas partiram para cima de mim com insultos: “Como você é mesquinha! É para a criança!” Apenas respondi que não se deve mexer na bolsa dos outros sem pedir. Não adiantou, me xingaram e ainda jogaram os damascos em mim. © Алёна Ратушная / facebook
  • Estava passando perto de uma feira. Duas mulheres mais velhas estavam paradas ao lado de uma sacola de laranjas, que devia pesar uns 20-25 quilos. Uma perguntou à outra: “Como você vai carregar isto?” A última respondeu: “Esta menina vai me ajudar”, pegou no meu braço e disse para eu levar até a esquina (uns 70-80 metros). Olhei para a sacola e disse que gostava muito de laranjas e se ela me desse uns 2 kg eu a ajudaria sem problemas. A mulher largou meu braço na hora e me chamou de grossa. E eu fiquei sem laranjas. © Виктория Фролова / facebook
  • Nos anos 90, eu vivia no interior e meus filhos ainda eram bem pequenos. Então, o neto de uns cinco anos da vizinha foi visitá-la. Era inverno e o menino não tinha botas para passear. Ele passava o dia olhando pela janela, cabisbaixo. Fiquei com pena do pobrezinho, de verdade. Por isso, peguei as botas que havia comprado para o meu filho e emprestei a ele para que usasse durante o tempo em que ficaria lá. Todos ficaram felizes. Então, o menino foi embora, e a vizinha não falou mais sobre as botas. Depois, vi o outro neto dela correndo pelo quintal usando o mesmo calçado do meu filho. Disse à mulher que aquilo não era certo e que eu o havia comprado para o meu filho. Na época, ainda, era bem difícil de encontrar calçados bons para crianças. Pedi para devolver. Pronto, esse foi o estopim para a mulher começar a me xingar de todos os nomes e fazer gestos grosseiros. Uma semana depois, ela devolveu o calçado imundo, jogando-o na porta de entrada, e ainda disse que o neto dela não teria nada para usar por eu ser tão mesquinha. Ainda saí dessa situação como a vilã. © Марина Альшанская / facebook
  • Uma vez minha amiga veio me visitar e, por estar chovendo, ela ficou ensopada dos pés à cabeça. Pediu uma roupa para trocar. Temos quase o mesmo tamanho, por isso achei uma blusa, uma calça e um casaquinho. Combinamos que ela me traria na próxima vez que viesse. Na primeira vez, não trouxe. Na segunda, esqueceu de novo. Então, nos reunimos na casa dela no Ano-Novo, conversamos, celebramos. Depois, fui à cozinha, abri a torneira da pia e percebi que havia água vazando: o cano devia estar quebrado. Olhei embaixo da pia e vi o meu casaco sendo usado como pano de chão... © Юля Ладик / facebook
  • Certa vez emprestei dinheiro a um conhecido — cerca de 100 dólares — até o dia de pagamento dele no novo emprego. Pensei que ele precisava e resolvi ajudar. Uns dois meses mais tarde, ele já estava convidando garotas para jantar, recebendo o salário, mas não lembrou da dívida. Então, no aniversário de um amigo em comum, perguntei sobre o dinheiro, insistindo que ele havia prometido devolver. A resposta foi de cair o queixo. Quase gritando para todos ouvirem, falou: “Nossa, mas como você é pão-duro! Não consegue viver sem esses 100 dólares?!” E não devolveu. © Наталья Иваненко / facebook
  • Trabalhava como educadora em uma escola. Uma vez, dei aula para outra classe, pois estava substituindo um colega. Vi as crianças pela primeira vez, e os pais, também. À noite, uma mãe se aproximou de mim e disse: “Vou precisar ficar no hospital por uns dias, e meu marido trabalha até às 22h. Como você pode resolver o nosso problema?” É isso mesmo, como EU poderia resolver o problema dela. Aquela pergunta me deixou muito intrigada. Respondi que não podia e que a escola fechava às 19h, por isso as crianças que não fossem buscadas pelos pais seriam levadas à polícia. Então, essa querida mulher (para lembrar, eu a via pela primeira vez) me propôs o seguinte: levar a menina para a minha casa e, às 22h, levá-la para a casa dela. ©Igogoshenka / Pikabu
  • Contratei uma amiga grávida na minha empresa. Evidentemente, incluindo as férias pagas e tudo mais. Durante a licença-maternidade, ela ainda me convidou para ser madrinha do filho dela. Passado certo tempo, eu disse que ela precisava voltar para o trabalho. Ou voltava, ou se demitia. Minha amiga disse que não voltaria, mas que precisaria receber o pagamento, pois cuidava sozinha do meu afilhado (o próprio filho). Dispensei-a com algumas compensações. Não satisfeita, ela ainda me liga no dia de aniversário do filho e me “informa” o valor que eu devo pagar por ser a madrinha do menino. Como pode?! Estou tentando não conversar mais e ignorar. © Ирина Васильчикова / facebook

Você tem a sua própria história de quando encontrou pessoas assim, terrivelmente abusadas? E como reagiu?

3-1-
458
Compartilhar este artigo