15 Histórias de traição que parecem roteiro de novela das 21h


Seja por ser uma atividade debaixo custo (basta um tênis não muito caro pra começar), seja porque possui benefícios comprovados para a saúde ou ainda porque permite que a pessoa desafie os próprios limites, a corrida de rua é um dos esportes mais populares atualmente.
Neste post, apresentamos algumas informações para você decidir se esse é ou não um esporte para você. E, se gostou, este site traz um calendário das principais provas no Brasil. Este, traz outras dicas super interessantes sobre o esporte. E aqui você tem mais informações sobre corrida e saúde.
Correr é uma maneira de fortalecer o coração por se tratar de um esporte de resistência. Se você realizar o treino de maneira regular, a frequência cardíaca irá reduzir tanto em repouso como em movimento, aumentando a capacidade de oxigenação e diminuindo o esforço para realizar diferentes tarefas.
Correr ajuda a controlar o colesterol, isso porque ao correr pelo menos 3 vezes por semana reduzimos a concentração de colesterol LDL (conhecido como colesterol ruim). São vários os estudos que mostram que o colesterol circula por nosso sangue e se ’junta’ às proteínas. Quanto maiores as chamadas lipoproteínas (mistura de proteína e colesterol), menor a probabilidade de sofrermos doenças cardiovasculares.
Quando corremos, exercitamos mais de 200 músculos do nosso corpo, inclusive alguns que não trabalhamos quando realizamos outras atividades. Ter músculos mais fortes nos ajuda a diminuir dores comuns, como dores nas costas, ajudando na prevenção de lesões.
Correr é uma boa forma de perder peso de maneira saudável. O truque é não acostumar o corpo sempre a um mesmo tipo de treino, ou seja, variar após algum tempo fazendo a mesma rotina. O ideal é alternar um ritmo leve com um ritmo mais acelerado, alta velocidade e caminhadas, sempre intercalando ritmos.
A maioria dos estudos relacionam a prática de exercícios com o aumento da autoestima. A atividade gera endorfina, hormônio responsável pelo nosso estado de ânimo. Além disso, os resultados físicos que alcançamos ao correr, como perda de gordura e de peso e aumento da massa muscular, mudarão a nossa perspectiva em relação ao próprio corpo.
Enquanto corremos, liberamos a nossa mente de pensamentos negativos, já que o exercício é uma ótima ferramenta para canalizar o estresse. Além disso, o cansaço causado pelo treino faz com que o corpo e a mente fiquem mais relaxados ao término da atividade. Muitos executivos, publicitários e escritores que correm revelam que, durante os treinos, têm algumas das suas melhores ideias.
Quando corremos, submetemos nossas articulações a um forte impacto. O ideal é evitar correr no asfalto, mas fazê-lo na terra ou na grama, amortecendo o impacto. É muito importante prestar atenção no tênis que usamos e evitar o cansaço exagerado. Outra possibilidade é treinar na esteira.
Correr de uma maneira pouco adequada pode provocar várias lesões nos músculos e nos tendões. Lembre-se de sempre fazer alongamento antes e depois da atividade e de usar o material (principalmente o tênis) adequado. Se você notar alguma dor, ainda que seja pequena, converse com o seu médico ou com um fisioterapeuta, para que a lesão não piore.
Correr provoca um aumento da pressão no nosso abdômen, fazendo com que o assoalho pélvico receba uma forte pressão e impacto. Para evitar esses problemas, existem treinos de fortalecimento da zona pélvica. O ideal é conversar com um fisioterapeuta sobre isso.
O esforço realizado quando corremos gera uma sobrecarga na zona lombar, a zona das costas onde se concentra o maior impacto. Para evitar esta dor, é preciso aprender qual é a melhor técnica para correr, usar o calçado adequado e reforçar a musculatura abdominal com exercícios como a prancha.
O mais importante é perceber como o seu corpo reage a uma nova rotina de corrida. Saiba respeitar os seus limites e não tenha medo de parar ou de conversar com um especialista se o seu corpo começar a doer.
Você corre? Já participou de alguma prova? Conte pra nós como foi sua experiência.











