13 Provas de que o ditado “Não julgue um livro pela capa” é pura verdade

Histórias
há 4 meses

Sejamos realistas: a maioria de nós tira conclusões sobre uma pessoa com base em sua aparência e estereótipos. Mas nem sempre a pessoa vestida modestamente é pobre, o adolescente sombrio é ignorante e a idosa quieta é gentil.

  • Um amigo meu tinha uma empresa e, com o dinheiro que ganhou, comprou um BMW modelo 5. Mas ele fazia seus negócios usando seu carro velho, um cavalo-de-batalha, por assim dizer. Ele também o usava para buscar sua esposa no trabalho. Então, sua esposa disse que no trabalho havia uma mulher cujo marido a buscava em um carro considerado muito legal na época. E ela sempre se gabava de ser uma dama, sendo os demais pobres, especialmente os que dirigiam como idosos uma velha “geringonça”. Certa vez, a esposa do meu amigo lhe pediu que a buscasse em seu BMW. Você precisava ver os olhos daquela mulher, ela piscava sem parar enquanto abria e fechava a boca. No dia seguinte, a esposa do meu amigo lhe disse: “Também temos um Mercedes na garagem, mas meu marido só o dirige nas férias”. A história da Mercedes era mentira, mas valeu a pena.
  • Eu tinha cerca de 19 anos, abri minha própria loja de souvenirs e estava trabalhando no balcão. Um grupo de rapazes entrou e um deles decidiu, aparentemente, aparecer para os demais. Ele começou a falar mal dos souvenirs, depois disse que trabalhar ali estava abaixo do limite da dignidade. E se virou para mim com desprezo: “Garota, você não se sente mal de trabalhar como uma simples vendedora? “Não”, respondi. E ele continuou: “Você já pensou em fazer outra coisa da sua vida?” E eu respondi: “Claro que sim, então abri uma loja”. O cara dele realmente mudou. Ele murmurou “bom para você” e se afastou rapidamente.
  • Comecei a morar com a minha futura esposa. Nós dois éramos estudantes, o dinheiro era curto. Então minha futura sogra ligou: “Sérgio, minha amiga está fazendo algumas reformas. Amanhã vão lhe trazer alguns materiais de construção, pouca coisa. Você poderia ajudá-la a levar os materiais para o apartamento. Talvez ela lhe dê algum dinheiro”. Bem, achei que poderia ganhar algum trocado. Gastei meu último tostão no transporte público. O apartamento ficava a dois passos do centro, em um bairro rico. Quando cheguei, tinha 15 sacos de concreto. Achei que tinha sido um engano, provavelmente não era a minha carga. Subi até o apartamento e lá estava a proprietária: “Sérgio, pode começar, os materiais estão lá embaixo”. Eu não podia fugir. Passei 3 horas carregando tudo lá para cima, minhas mãos tremiam. Em minha mente, eu já estava imaginando como gastaria o dinheiro tão necessário. Mas a mulher disse apenas “muito obrigada”, e percebi que esse era o meu pagamento. Não me lembro como fui parar lá embaixo, com as lágrimas escorrendo pelo rosto. Mas o pior é que ela tinha um filho mais velho. E como eu tinha feito todo esse esforço, não tinha forças para brigar.
  • Estávamos comprando um apartamento. Meu marido, de repente, gastou todos os seus jeans até se esburacarem, então foi ver o local usando suas calças de moletom velhas e gastas. O apartamento não era barato, tinha três quartos e os proprietários estavam muito bem vestidos. Nós o vimos e dissemos: “Vamos ficar com ele!”. E então tudo começou. Durante a tarde, o agente da empresa nos ligou quatro vezes para nos lembrar do valor do imóvel. E quando meu marido foi fazer o depósito com as mesmas calças velhas, mas também em um carro “consertado” com fita adesiva, todos ficaram sem palavras.
  • Eu estava sentado no carro. Vi um homem se aproximando com passos trôpegos. E, com muito cuidado, colocou as mãos no capô do carro. Achei que ele estava prestes a começar a ladainha: “Irmão, preciso de ajuda”. Mentalmente, eu já estava me preparando para mandar aquele cara embora. Abaixei a janela: “O que você quer?” E o homem respondeu: “Você poderia me dar uma carona para casa, por favor? Não é longe”. No final, soube que estava com inflamação no ciático. Ele conseguiu chegar à loja de alguma forma, mas estava difícil voltar. Enquanto eu o levava, ele não parava de tentar me pagar pela carona. Eu não aceitei. E então pensei por um bom tempo: uma pessoa normal precisaria de ajuda, mas você se recusaria a dar, achando que ela é uma vigarista.
  • Minha amiga e eu entramos no ônibus e notamos um rapaz bonito com uma jaqueta branca. Ele parecia legal. Depois de um tempo, nos conhecemos e começamos a trocar mensagens nas redes sociais. Esse cara se revelou muito bobo. Ficamos desapontadas. © Khushi Patil / Quora
  • Vivemos uma situação assim: enquanto estávamos no campo, meu marido e eu tivemos de pular em um lago com nossas roupas para salvar um homem. Em seguida, trocamos nossas roupas e sapatos pelo que tínhamos na casa de campo, ficando, para ser franco, muito pouco atraentes. E, enquanto caminhávamos para casa, recebemos alguns olhares de desprezo.
  • Eu tinha um colega de classe. Alto, magro, cabelos grossos. Queixo mais afiado do que sua inteligência. Em suma, muito popular entre as meninas. Mas notei uma coisa estranha: esse colega sempre ia à escola com as mãos enfaixadas. Eu perguntei: “Irmão, de onde vêm essas feridas?” Ele sorriu com satisfação: “As feridas não são reais, são falsas, mas as garotas gostam delas”. © Shubham Singh / Quora
  • Chegou um novo diretor. No início, parecia amigável e competente e encantou toda a equipe. Mas cerca de três meses depois, vimos sua verdadeira face. Descobrimos que ele não tinha respeito pelas pessoas e era capaz de repreender um funcionário na frente de todos. Pessoas que trabalhavam para nós há anos começaram a se demitir. Não posso fazer nada e isso é deprimente. Christi Zelaya / Quora
  • Sempre tive problemas com matemática. Por isso, fui para uma classe especial para alunos com problemas. Em meu primeiro dia, notei uma garota no fundão da sala. Ela estava toda de preto, exceto pelas mechas cor-de-rosa em seu cabelo e ainda tinha um piercing no nariz. A típica garota gótica. Acontece que ela estava no último ano do ensino médio. Ela ia à escola uma vez por semana. Meu colega e eu achávamos que ela era ruim em matemática, então ríamos dela. Depois nos disseram que ela era tão inteligente que já tinha sido aprovada em todo o programa de matemática do ensino médio. A direção da escola permitiu que ela viesse apenas nesse dia e fizesse somente as provas. © Justin Franco / Quora
  • Sou costureira. Um dia fui convidada para trabalhar com Joan Rivers (apresentadora de TV conhecida por seus comentários mordazes. — Nota do Incrível). Fiquei atônita: o que vestir, como me comportar? Fui às compras e experimentei 50 roupas. Cheguei ao local da reunião com uma hora de antecedência. Joan finalmente chegou. Ela arrumou o cenário e fez o que mudou para sempre o meu jeito de enxergar as coisas: conversou comigo como uma amiga. Ela me perguntou onde eu havia crescido, se eu tinha filhos. Ela me fez lembrar da minha avó. E então começaram as filmagens, seu comportamento em frente às câmeras era sarcástico e rude. Depois do programa, ela me agradeceu pelo meu trabalho e até me deu um presente. © Gina Vincenza Van Epps / Quora
  • Fui de excursão ao iate clube. Estava passeando pelo cais, todos os iates eram maravilhosos, um mais lindo que o outro. Cheguei ao final do píer e vi dois homens de aparência simples pintando um iate velho com verniz. Fiz algumas perguntas e descobri que o iate já tinha entre 40 e 50 anos. Antes era um iate de regatas e agora é a embarcação mais rápida desse rio. Mas ele parece uma espiga de milho seca e envernizada. Um desses homens acabou se tornando um iatista muito famoso (fiquei sabendo disso mais tarde). Muitas vezes acontece de as pessoas e as coisas não serem o que parecem.
  • Eu estava estudando arquitetura na universidade. Tínhamos uma professora idosa, feia e com bigode. Naturalmente, os alunos não lhe davam atenção, mas eu tinha pena dela e a defendia. Um dia, ela me pediu para ajudá-la a digitar seus trabalhos científicos no computador. Eu a ajudei. Eu levava duas horas por dia. No final, fui apresentar meu TCC. Nossos principais professores e aquela mulher de bigode faziam parte da banca examinadora. Todos os professores unanimemente me deram um A (excelente). Mas a mulher idosa disse: “Estou lhe dando um F porque o restaurante não foi feito no estilo neobarroco”. Ela queria que eles excluíssem meu trabalho da avaliação final para que eu pudesse refazê-lo do zero. Mas eles a convenceram a me dar o F. No final, recebi minha nota final B e percebi como as pessoas podem ser pior do que imaginamos.

A aparência realmente pode enganar, mas, para chamar a atenção, as pessoas podem ultrapassar o limite do ridículo, como nestes casos.

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