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15 Pares românticos inesquecíveis das novelas mexicanas

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A indústria mexicana de novelas já lançou produções tão inesquecíveis que são até hoje lembradas como ícones da TV. Várias dessas obras de dramaturgia ficaram marcadas no coração dos fãs sobretudo pelos protagonistas, aqueles casais que, desde o primeiro capítulo, se envolvem em tórridos e intensos relacionamentos amorosos. Em boa parte dos casos, os pombinhos têm seus planos atrapalhados por vilões cheios de artimanhas, decididos a recorrer às mais diversas malvadezas para separá-los.

O Incrível.club resolveu abrir o baú das recordações para trazer a você, leitor, 15 dos mais lembrados casais de novelas mexicanas, aqueles que mais arrancaram suspiros de telespectadores não apenas no México, mas também no Brasil e em vários outros países.

1. Anahí e Alfonso Herrera (Rebelde)

Era 2004 quando a novela Rebelde se tornava uma verdadeira febre entre adolescentes. Vários deles queriam se vestir como os protagonistas, chegando a imitar também seus bordões e formas de falar. No centro das atenções estava o casal formado por Mia (Anahí) e Miguel (Alfonso Herrera). Eles se apaixonam apesar do ódio nutrido pelas famílias de ambos, no melhor estilo Romeu e Julieta.

2. Eduardo Palomo e Mariana Levy (La pícara soñadora)

Na versão original de La pícara soñadora, que inspirou uma novela de mesmo nome produzida no Brasil, a jovem Lupita López (Mariana Levy) sonha em se formar na universidade e arrumar um bom emprego. Ela divide seu dia entre o trabalho em uma grande loja de departamentos e os estudos de Direito; ninguém sabe que Lupita e seu tio dormem no armazém, por não terem onde morar. Porém, a vida da mocinha muda quando ela se apaixona por um “funcionário” do armazém. O que ela não sabe, porém, é que seu amado, Carlos Pérez, chama-se na verdade Alfredo Rochild (Eduardo Palomo), filho do dono da loja. Os dois vivem um belo romance, lembrado até hoje por muitos telespectadores pela aura inocente, como de um sonho. O ano era 1991.

3. Sergio Basañez e Silvia Navarro (Cuando seas mía)

Quem viu não esquece a apaixonada (e às vezes atribulada) relação entre a famosa Paloma (Silvia Navarro) e Diego Sánchez-Serrano (Sergio Basañez) em Cuando seas mía. A novela de 2001 era a adaptação de uma produção colombiana chamada Café com Aroma de Mulher, lembrada por ter feito muito sucesso internacional, sendo retransmitida em países como o Brasil. Apesar de ser uma versão de outra obra, a novela conquistou seu espaço próprio nas lembranças dos fãs, especialmente pela química entre Silvia Navarro e Sergio Basañez.

4. Fernando Colunga e Adela Noriega (Amor Real)

Ambientada no México logo após a independência do país, Amor Real foi uma novela muito ambiciosa por contar uma história de época em pleno ano de 2003. Na produção, Matilde (Adela Noriega) se apaixona por um jovem soldado chamado Adolfo (Mauricio Islas). Porém, a família da moça não permite que ela case com seu escolhido, exigindo que Matilde sele uma união com Manuel Fuentes-Guerra (Fernando Colunga), homem de posses. Apesar de a protagonista relembrar o antigo amor, aos poucos ela começa a se apaixonar pelo marido, criando o eixo de toda a trama.

5. Eduardo Palomo e Edith González (Coração Selvagem)

Coração Selvagem é uma novela de 1993, estrelada pela condessa Mônica de Altamira (Edith González) e pelo sempre lembrado João do Diabo (Eduardo Palomo). No melodrama, duas jovens condessas, Mônica e Aimée (Ana Colchero), disputam o amor do filho bastardo e primogênito de um rico dono de terras: o já mencionado João do Diabo, homem sombrio, rude e selvagem. O gritante contraste entre a mulher aristocrata e o homem sem educação formal deixou o público fascinado.

6. Victoria Ruffo e César Évora (A Madrastra)

A Madrastra foi produzida em 2005 e traz na trama central a tragédia de Maria Fernández da Cunha de San Román (Victoria Ruffo) e de seu marido, Estevão San Román (César Évora), que passam 20 anos separados após Maria ser acusada de um assassinato que não cometeu. A história mostrava um casal maduro, diferente dos jovens habituais, que precisava superar obstáculos em nome de seu amor.

7. Fernando Colunga e Thalia (Maria do Bairro)

Uma das novelas mais lembradas no México, no Brasil e em vários outros países é Maria do Bairro, de 1995. Na história, o amor de Maria (Thalía) por Luis Fernando (Fernando Colunga) atravessa os mais surpreendentes problemas, a começar pela diferença de classe social e pela paixão caprichosa de uma prima enlouquecida, passando pelas conspirações dos funcionários da família e pelo abandono infantil e por problemas psiquiátricos. Tudo está sempre por um fio no relacionamento entre a moça pobre e o herdeiro endinheirado. Porém, como sempre, o amor vence.

8. Juan Soler e Adriana Nieto (Loucura de Amor)

A novela Loucura de Amor foi lançada em 2000 e traz em sua principal trama a paixão entre uma adolescente e o psicólogo que trabalha na escola onde ela estuda. O casal, interpretado por Juan SolerAdriana Nieto, tinha uma química perfeita na tela. Por isso dá para imaginar a surpresa dos telespectadores quando, faltando poucos capítulos para o fim da novela, a protagonista passou a ser interpretada por outra atriz. Radical e feita sem aviso prévio, a mudança deixou os fãs estupefatos.

9. Verónica Castro e Guillermo Capetillo (Rosa Selvagem)

No melhor estilo Cinderela, a novela Rosa Selvagem começou a ser exibida em 1987. A produção narrava a história de uma jovem pobre, chamada Rosa (Verónica Castro), apaixonada pelo jovem rico Ricardo Linares (Guillermo Capetillo). Para variar, alguns membros da família, cheios de más intenções, tentam interferir para separar os pombinhos. Mas a paixão leva a melhor, como tem de ser.

10. Fernando Colunga e Gabriela Spanic (A Usurpadora)

A Usurpadora foi um grande sucesso de 1998. O casal formado por Paulina (Gabriela Spanic) e Carlos Daniel (Fernando Colunga) foi muito visto nas telinhas, até porque era apresentado em dose dupla: Gabriela Spanic interpretou dois papéis ao mesmo tempo na produção. Paulina e Paola eram gêmeas idênticas fisicamente, mas totalmente diferentes quanto à personalidade.

11. Adela Noriega e Ernesto Laguardia (Quinze Anos/Meus Quinze Anos)

Em 1987, surgia um furor entre as adolescentes mexicanas por conta da novela Quinceañera, transmitida no Brasil pelo SBT e CNT Gazeta em 1991 e 1997, respectivamente. O roteiro trazia questões vividas por duas jovens de classes sociais diferentes: Maricruz (Adela Noriega), a moça pobre, e sua melhor amiga, Beatriz (Thalía), a rica. Maricruz era apaixonada por Pancho (Ernesto Laguardia), rapaz pobre, mas muito trabalhador, só que sua mãe não gostava muito da ideia. O jovem casal luta por seu amor, enquanto ocorrem os preparativos para a famosa festa de debutante de Maricruz. Não podemos negar que muitas jovens se inspiraram nas personagens na hora de pensar em suas próprias festas de 15 anos.

12. Fernando Colunga e Leticia Calderón (Esmeralda)

A versão mexicana de Esmeralda foi lançada em 1997, contando a história de uma jovem interiorana cega chamada Esmeralda (Leticia Calderón) e de José Armando (Fernando Colunga), filho rico de proprietários de terras. Eram duas almas gêmeas que compartilhavam o mesmo destino: eles nascem no mesmo dia, mas acabam tendo as famílias trocadas entre si. Enquanto Esmeralda nasce na casa rica, José Armando é o filho da família pobre. Assim, quando os caminhos de ambos se cruzam e eles se apaixonam perdidamente, começam a descobrir os segredos do passado envolvendo suas origens.

13. Thalía e Eduardo Capetillo (Marimar)

Em 1994 estreava Marimar, a segunda parte da famosa “Trilogía de las Marías”, estrelada por Thalía. No enredo, Marimar é uma jovem humilde e analfabeta que mora no litoral e se apaixona por um rapaz remediado chamado Sergio Santibáñez (Eduardo Capetillo). O amor inocente que surge entre eles não enxerga diferenças sociais, mas a ex-noiva de Sergio, sem aceitar ser trocada, resolve fazer de tudo para tornar impossível a vida do casal. A trama traz uma surpreendente reviravolta, quando Marimar encontra seu pai, que é milionário. Ela torna-se uma mulher culta, refinada e tomada pelo desejo de vingar-se da ex de Sergio.

14. Adela Noriega e René Strickler (O privilégio de amar)

Em O Privilégio de Amar, novela de 1998, o casal formado por Cristina (Adela Noriega) e Víctor Manuel (René Strickler) tornou-se sensação entre os fãs por apresentar uma ótima química diante das câmeras. Os personagens se apaixonam sem saber que ela é a filha biológica da madrasta dele. Foi exibida no Brasil pelo SBT em quatro ocasiões: em 1999, 2002, 2008 e 2013.

15. Belinda e Martín Ricca (Amigos para Sempre)

Amigos para Sempre foi uma novela mexicana que fez um enorme sucesso entre o público pré-adolescente. Os protagonistas, Ana (Belinda) e Pedro (Martín Ricca) chamaram a atenção dos telespectadores sobretudo pelo talento natural e pela simpatia esbanjados por ambos. A dinâmica e a química entre eles eram tão evidentes que os artistas ganharam aura de grandes celebridades, chegando a lotar apresentações em estádios. Na trama, os personagens passavam pelas dificuldades próprias da transição entre a infância e a adolescência, isso sem perder a alegria pela vida nem a paixão pela música.

Você lembra de ter visto alguma das novelas que aparecem neste post? Tinha alguma favorita? Quem era sua personagem predileta? Comente!

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