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Jon Bon Jovi abriu dois restaurantes solidários, onde quem não tem dinheiro pode comer de graça

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Jon Bon Jovi é um homem que tem várias facetas: ele é um dos roqueiros mais influentes do mundo, foi ator em renomadas séries como Ally McBeal: Minha vida de solteira, já foi apontado várias vezes como um dos artistas mais atraentes do mundo e também é ativista político. No entanto, uma das facetas menos conhecidas do astro é a de filantropo. E ele possui um projeto incrível para ajudar quem precisa. O cantor, que fará shows no Brasil agora, em setembro, possui dois restaurantes onde pessoas carentes podem comer sem pagar.

Antes de chegar ao País, com a turnê This House Is Not For Sale, o Incrível.club quer contar sobre o projeto, que já serviu 104.800 refeições. No final do post, você encontrará um bônus com outros dados não conhecidos desse incrível músico.

“Todos são bem-vindos à nossa mesa”

Soul Kitchen (“Cozinha da alma”), é o nome da instituição sem fins lucrativos gerenciada pela Fundação JBJ, uma organização liderada pelo artista e que leva suas iniciais. Nos restaurantes da entidade, os pratos não têm preço e pagar a conta é opcional. Aqueles que podem pagar fazem uma doação de 20 dólares por refeição e os que não podem também são convidados a entrar, comer e depois ajudar na cozinha.

De acordo com o site do restaurante, 51% das refeições servidas foram pagas com doações e os outros 49%, através do trabalho voluntário de pessoas sem recursos financeiros. É por isso que um de seus lemas é: “Todos são bem-vindos à nossa mesa” — em inglês, “All are welcome to our table”, como diz a letra de uma de suas músicas.

O amor de Bon Jovi por Nova Jersey

O primeiro restaurante foi aberto em outubro de 2011, na área de Red Bank, em Nova Jersey, a cidade natal de Bon Jovi e nome do seu quarto álbum de estúdio, lançado em 1988. O segundo foi aberto em 2016, perto de Toms River, um município fortemente atingido pelo furacão Sandy, que abalou os EUA em 2012.

“Nossa missão sempre foi conseguir uma mudança positiva e enfrentar os problemas da fome e da falta de moradia”, disse o autor de sucessos como You Give Love a Bad NameLivin ’on a Prayer, ao abrir seu segundo restaurante. “Não há preços no nosso cardápio. Então, quem precisa, come. E pode pagar limpando mesas, lavando pratos ou trabalhando em nossas hortas”, acrescentou.

Sem reservas e com mesas compartilhadas

Não é necessário fazer reserva para comer no Soul Kitchen. Os clientes são acomodados por ordem de chegada em mesas compartilhadas, mesmo com estranhos, o que também facilita a interação social entre todos os que se aproximam, independentemente de sua situação econômica. Aqueles que mais precisam de um prato quente têm sempre prioridade para sentar.

Um cardápio de três pratos com ingredientes orgânicos e nutritivos

O menu é composto por três pratos inspirados na culinária regional americana, que são modificados a cada 10 dias ou mais. Ele inclui uma entrada, que consiste em sopa ou salada, um prato principal com carne branca ou vermelha, peixe, uma opção vegetariana e sem glúten e, finalmente, uma sobremesa que varia de acordo com produtos sazonais. Os pratos são produzidos com ingredientes nutritivos e orgânicos das próprias hortas e da fazenda que a entidade possui.

O cardápio pode ser conferido na Internet.

Comida e moradia para quebrar o ciclo da pobreza

Além de restaurantes, a Fundação JBJ construiu casas na Filadélfia para pessoas em situação de rua, incluindo jovens e veteranos de guerra. Também financiou um prédio que ajuda mães adolescentes e seus filhos, e um abrigo para prover leitos e assistência médica a pessoas desabrigadas.

“Nossa missão é romper o ciclo de pobreza, da fome e da falta de moradia por meio do desenvolvimento de parcerias, da criação de programas e da concessão de subsídios a organizações de benefício comunitário”, afirma o cantor no site da fundação, que é mantida com sua esposa, Dorothea Hurley.

A organização sem fins lucrativos também promoveu um programa que ensina pessoas que não estão empregadas a montar currículos, a desenvolver habilidades para um bom desempenho em entrevistas e fornece gratuitamente aconselhamento profissional, financeiro e jurídico.

Bônus: dados pouco conhecidos ou lembrados sobre Bon Jovi

“Você. Eu. Última oportunidade!”

  • Sua mãe, Carol Sharkey, uma das primeiras coelhinhas da revista Playboy, foi a grande responsável pela paixão do filho pela música.
  • Seu verdadeiro nome é John Francis Bongiovi Jr.
  • Sua primeira gravação profissional foi em 1980, para um álbum chamado Christmas in the Stars, que misturava músicas natalinas com as da saga Guerra nas Estrelas. Uma prima de Bon Jovi era coproprietária do estúdio no qual o disco foi gravado e decidiu convidá-lo para participar de uma das músicas.
  • Ganhou um Globo de Ouro em 1991, na categoria “Melhor Canção Original” pela música Blaze of Glory, que fazia parte do filme Jovens demais para morrer. Naquele ano, também foi indicado ao Oscar, mas a estatueta ficou com Madonna por Sooner or Later, a música que integrou a trilha sonora de Dick Tracy.
  • Sofre de hipersensibilidade ocular à luz. E não tolera a fumaça de cigarro. É por isso que geralmente usa óculos de sol.
  • É fã de Frank Sinatra, igualmente nascido em Nova Jersey. Costumava ter uma foto do falecido cantor em seu camarim durante os shows. Uma frase da canção It’s my life que dizLike Frankie said, i did it my way” (“Como disse o Frankie, eu fiz do meu jeito”), refere-se ao apelido com o qual chamavam Sinatra e a uma de suas composições emblemáticas.

Você conhecia esse aspecto solidário de Jon Bon Jovi? Gostaria de ir a seus shows? Conhece outra celebridade que também ajuda a comunidade? Conte-nos na seção de comentários.

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