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Um ilustrador que representa os medos humanos de maneira aterradora e honesta

Os trabalhos do ilustrador de Ohio, Estados Unidos, Shawn Coss são um pouco sombrios, mas muito interessantes: ele desenha todos os tipos de fobias e desequilíbrios psicológicos. O projeto é muito popular e o autor ainda possui um site, em que você pode encomendar uma camiseta com a estampa de alguns de seus desenhos.

No Incrível.club selecionamos as obras que nos pareciam mais excepcionais: olhe para elas, talvez façam você reconhecer seu próprio medo oculto.

Cherofobia, medo da alegria

Presumivelmente, aqueles que mais frequentemente sofrem de cherofobia são introvertidos, que não se sentem confortáveis ​​de estar no centro da diversão. Esse problema também surge da convicção de que, depois de algo bom acontecer, algo ruim deve vir necessariamente.

Os cherofóbicos evitam reuniões com muita gente e festas barulhentas, pois sentem insegurança e ansiedade, algo que os motiva a procurar um lugar mais vazio e seguro.

Cronofobia, medo do tempo

É frequente a crobofobia surgir como consequência da espera por um longo tempo pela chegada de algo importante e pelo fato de a pessoa sentir que é simplesmente impossível que o que ela espera aconteça. Outra causa é a consciência da passagem do tempo, da inevitabilidade do fim da existência.

As pessoas que têm essa fobia sofrem de estresse e, muitas vezes, entram em pânico, quando têm de esperar por algo.

Pediofobia, medo de bonecas

Segundo os psicólogos, o medo de bonecas começa na infância, surge quando a criança que viveu uma situação traumática transfere o problema para um brinquedo e começa a associá-lo a uma ameaça. Às vezes, o que assusta é a própria condição das "bonecas", ou seja a sua artificialidade.

Ao ver uma boneca, a pessoa sente ansiedade. Ao ter contato direto com uma boneca, o pediofóbico entra em estupor eabruptamente se sente fisicamente doente.

Tocofobia, medo da gravidez

A tocofobia é o sofrimento experimentado por mulheres grávidas, que temem possíveis complicações, ou mesmo a morte, durante o parto. Frequentemente, a causa desse tipo de pensamento está em histórias de abortos espontâneos de outras mulheres ou de uma experiência passada ruim, mas o medo também pode ser infundado.

As mulheres grávidas com essa condição sofrem de pesadelos e ataques de pânico.

Apotemnofobia, medo de amputação

Observando o sofrimento dos outros, nós o projetamos sobre nós mesmos, então não é surpreendente que muitas pessoas não gostem de estar perto de pessoas que tenham alguma extremidade amputada. O mal estar se transforma em fobia como resultado de um choque ou experiência negativa envolvendo um amputado. Na maioria dos casos, esse medo também vem da infância.

Ao ver uma pessoa com um membro amputado, o apotemnofóbico fica nervoso e tenta evitar qualquer contato. Se não consegue, pode sofrer um ataque de pânico.

Eisoptrofobia, medo de espelhos e do próprio reflexo

Embora, na maioria dos casos, quem sofre dessa fobia são pessoas que, quando crianças, ficaram assustadas com seu próprio reflexo, também existem outras origens. Por exemplo, a rejeição à própria aparência ou uma superstição fora de controle.

O eisoprtofóbico tenta evitar os espelhos, recusa-se a ser fotografado e até sente ansiedade ante de qualquer superfície espelhada, seja uma bancada, uma colher ou as lentes dos óculos de alguém. Se essa pessoa vê seu próprio reflexo, fica aterrorizada.

Claustrofobia, medo de espaços fechados ou reduzidos

As causas da claustrofobia são, quase sempre, experiências traumáticas sofridas em um espaço fechado. Esse medo pode surgir depois de ser atacado em um elevador ou ter sido trancado em uma pequena sala sem janelas ou em um armário (o último geralmente acontece com as crianças, durante brincadeiras de esconde-esconde).

Quando está em um espaço fechado, o claustrofóbico sente medo, algo que pode se manifestar de forma fraca ou causar ataques de pânico e desmaios.

Blenofobia, medo da viscosidade

Aqueles que têm medo de viscosidades geralmente são muito impressionáveis. Se muitas pessoas acham desagradável ver algo viscoso, aos que sofrem dessa doença isso causa terror real. Ao ver uma viscosidade - mesmo sem tocá-la -, os pacientes se assustam, perdem o controle e muitas vezes sofrem ataques de náuseas e vômitos.

Verbofobia, medo de palavras

Se uma pessoa não consegue se forçar a dizer uma palavra, é muito provável que inconscientemente a associe a algum evento traumático do passado. Outra razão pode ser uma forte insegurança causada pela falta de domínio de uma determinada língua (alguém sem estudos ou que se mudou para outro país) e o medo de parecer ridículo ou bobo por causa disso.

A pessoa que sofre de verbofobia evita o uso de palavras "proibidas" ou tenta substituí-las por outras. Se não consegue, simplesmente se cala ou vai embora.

Atazagorafobia, medo de ser esquecido ou ignorado

Ter medo de ser ignorado ou esquecido é bastante compreensível. Mas às vezes o medo se torna uma fobia, algo que pode acontecer quando uma pessoa passa muito tempo na solidão ou quando é ignorada por outros por longo período de tempo. Outra forma dessa fobia é o medo de esquecer algo ou perder a memória por causa de uma doença.

A pessoa que tem muito medo de que isso aconteça é muito insegura e não sabe interagir com outras pessoas. Ela é propensa à depressão e é muito provável que sofra de ataques de pânico frequentes.

Filofobia, medo de se apaixonar

Muitas pessoas têm medo de se apaixonar, especialmente aquelas que tiveram relacionamentos complicados, que passaram por separações difíceis ou que perderam diretamente seu ente querido em uma tragédia. Não é de surpreender que o medo associado à emoção mais forte seja muitas vezes transformado em fobia.

Os filofóbicos têm pânico de se apaixonar e de se apegar a alguém e é por isso que eles destroem o início de qualquer relacionamento. Eles têm como característica o receio, a ansiedade e a indecisão.

Somnifobia, medo de dormir

Os dois principais motivos da somnifobia são o medo dos pesadelos e de morrer enquanto dorme. Em ambos os casos, a única salvação que o paciente concebe é a vigília constante e evitar o sono a todo custo:, seja por meio o consumo de bebidas energéticas e, claro, de medicação.

As características de um somnifóbico são fadiga crônica e distração, irritabilidade, deterioração da memória e uma aparência geral doente. Tudo isso é acompanhado de ataques de pânico frequentes.

Dendrofobia (ou Hilofobia), medo de árvores e florestas

As árvores podem causar desconforto para uma pessoa que no passado foi picada por abelhas ou por uma cobra que saiu debaixo de suas raízes. Se uma criança se assustou com uma árvore de forma estranha ou se perdeu na floresta, mais tarde essa fobia também pode se desenvolver.

Quando está em uma floresta, o dendrofóbico se sente ansioso, tem pensamentos obsessivos sobre o perigo e até sobre a morte, o que pode fazer com que tenha um ataque de pânico.

Aracnofobia, medo de aranhas

É uma das fobias mais comuns do mundo. Baseia-se no medo de ser picado por uma aranha venenosa e herdado de nossos antepassados. Essa fobia também pode ser causada pela experiência traumática de ter sido picado por uma aranha anteriormente.

Os aracnofóbicos fazem todo o possível para evitar lugares que possam ter aranhas. Uma única aranha, mesmo a mais ínfima, causa terror.

Aicmofobia (ou Tripanofobia), medo de injeções

Muita gente tem medo de tomar injeções. Quando esse medo se transforma numa fobia, recebe um nome científico. Aqueles que entraram em pânico por causa de injeções fazem todo o possível para evitá-las, independentemente de ser uma vacina comum e se a seringa contém uma medicação salvadora. Se um aicmofóbico for forçado a se aplicar uma injeção, é muito provável que sofra um ataque de pânico.

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Imagem de capa shawncoss