10+ Sinais de que seu coração já está preso nas grades da paixão


Todo mundo sabe que o amor excessivo por doces e por produtos com farinha pode levar ao excesso de peso, mas esse não é o pior problema que essas delícias que quase todos nós adoramos podem causar ao nosso corpo. Até mesmo os produtos que não consideramos ’perigosos’ podem fazer mal ao nosso organismo.
Confira alguns detalhes sobre 9 alimentos muito populares que quase todo mundo adora e que não são tão inofensivos quanto parecem.
O camarão é capaz de acumular metais pesados, por isso é importante saber onde ele foi capturado. Isso também se aplica a outros produtos do mar. De todos os mariscos, os deliciosos camarões são os líderes no quesito colesterol. Um consumo excessivo provoca o aparecimento de placas que causam o bloqueio dos vasos sanguíneos e a aterosclerose. O ideal é comer camarão com folhas verdes ou legumes.
O arroz cresce em campos inundados e costumam estar saturados com arsênico inorgânico. O consumo de produtos com esse ’veneno’ causa diabetes, doenças no sistema nervoso e no coração, câncer de bexiga e pulmões.
Cientistas da Queen’s University of Belfast, na Irlanda do Norte, realizaram alguns experimentos e encontraram uma forma de transformar este grão em algo mais seguro. A concentração de arsênico pode ser reduzida em 80% se o produto for mantido em água durante toda a noite antes de ser preparado.
Os iogurtes do supermercado contêm conservantes e outros produtos que não têm nenhuma relação com o clássico iogurte de leite fermentado com bactérias.
O perigo principal é o açúcar e a gordura do leite. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda consumir apenas 100 g de iogurte já contêm mais ou menos 3 colheres de açúcar, ou metade do total recomendado diariamente. Os efeitos secundários são o excesso de peso e o risco de desenvolver diabetes. O porcentual de gordura desse alimento geralmente supera os 2,5%, o que aumenta o nível de colesterol e faz mal ao corpo.
O iogurte natural, por outro lado, oferece muitos benefícios ao corpo e é fácil de preparar em casa. Você precisa apenas de leite e fermento seco, que pode ser comprado em qualquer supermercado.
Há um ditado que diz que, se você soubesse como as salsichas são feitas, não as consumiria.
Be, se houver 50% de carne na salsicha que você compra, considere-se uma pessoa de sorte. Em geral, elas não contêm mais de 10-15% de carne. O resto dos ingredientes são farinha, cartilagem, pele, gordura animal e vegetal, amido, proteína de soja e muito sal. Além disso, muitas vezes não conseguimos saber se a soja é ou não é transgênica.
Os temperos acrescentados são corantes e conservantes que potencializam o sabor. Quando eles são acumulados no corpo, destroem o sistema imunológico e podem desenvolver alergias e doenças graves, como o câncer de pâncreas. As salsichas fazem muito mal às crianças, já que o sistema digestivo não pode digerir os químicos contidos na composição.
Os estudos dos cientistas da Universidade de Glasgow, na Escócia, demonstraram que o consumo regular de apenas 9 g de carne processada por dia aumenta o risco de desenvolver câncer de mama em 15%. A pesquisa incluiu 260 mil mulheres.
Os queijos nobres, como o roquefort, o camembert, o brie e o gorgonzola, têm uma série de propriedades úteis: melhoram a absorção de cálcio, reduzem os efeitos negativos dos raios UV, enriquecem o corpo com proteínas, ajudam a prevenir a fermentação nos intestinos, melhoram o sistema hormonal e o sistema cardiovascular.
Mas não devemos consumir mais de 50 g de queijos mofados por dia. Comer mais do que isso pode fazer com que a flora intestinal fique cheia de fungos Penicillium, o que pode levar a uma falha no trabalho do órgão. Além disso, em todos os fungos existem substâncias que podem causar alergias.
Os queijos azuis e branco devem ser eliminados da dieta durante a gravidez e durante a lactância. Os fungos contêm listeriose que causa doenças infecciosas que podem causar febre e vômito.
Em casos mais sérios, podem levar ao aborto espontâneo, ao nascimento prematuro ou a más formações do feto.
Você gosta de biscoitos salgados? Então se prepare para essa lista de problemas: diabete, enfarto, obesidade, aterosclerose e Alzheimer. A OMS recomenda consumir menos de 5 g de sal (1 colher) por dia. Uma pequena porção de biscoitos com sal contém 3 vezes a dose diária recomendada. O consumo excessivo pode causar aumento sério na sua pressão.
Essas bolachas são as preferidas da maioria das pessoas. A desvantagem: elas estão recheadas de gordura de confeitaria. Um consumo descontrolado de biscoitos com chocolate, ou mesmo de waffle banhado com cobertura de chocolate, pode levar rapidamente à obesidade. Esses produtos são ’ricos’ em gordura trans, que podem causar doenças cardiovasculares.
Ao olhar para a embalagem dos bolos de supermercado, o que mais assusta é a data de validade. Esses alimentos podem ser conservados por até 5 meses e não perdem a consistência macia. A quantidade enorme de gorduras e conservantes faz desses bolos um autêntico veneno para o corpo.
Cientistas da Universidade da Geórgia, em Atlanta (Estados Unidos), realizaram uma série de experimentos e identificaram um possível vínculo entre os emulsificantes mais populares da indústria alimentícia e o câncer de intestino.
O uso simultâneo de espessantes e emulsificantes causa notáveis mudanças na flora intestinal, deixando-a vulnerável a inflamações e ao risco de desenvolvimento de câncer. O polisorbato 80 costuma ser acrescentado ao sorvete para melhorar a sua consistência e desacelerar o seu derretimento. O E466 é usado como estabilizador e espessante.
Além disso, é usada gordura do leite (a mesma usada no iogurte), o que transforma o sorvete em uma verdadeira bomba para o corpo. Cientistas da Universidade Estatal de Michigan, nos EUA, descobriram que o consumo deste produto durante a puberdade aumenta o risco de desenvolver câncer de mama. Especialistas médicos do Kaiser Permanente (Oakland, Califórnia) demonstraram que em mulheres que sobreviveram ao câncer o consumo de sorvete aumenta a probabilidade de que ele volte.











