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19 Histórias de adultos capazes de resolver problemas de crianças com a maestria de uma Mary Poppins

Um dos usuários da rede social Quora compartilhou uma dica de como estimular a autoconfiança de uma criança e criar um adulto responsável e motivado. Basta deixar escapar alguns elogios quando você conversar com sua família ou amigos na companhia do pequeno, mencionando o quão bom e esforçado ele é no que faz. As palavras agradáveis ouvidas indiretamente têm mais chances de ter um impacto maior do que as ditas pessoalmente.

Incrível.club resolveu juntar os truques mais curiosos que podem ajudar na criação de filhos. Quem sabe você não anota alguns deles para pôr em prática?

  • Quando criança, meu filho mais velho costumava pegar tudo que estivesse no canto da mesa. Certa vez, eu estava segurando um copo de plástico cheio de água gelada enquanto ele tentava puxar a toalha de mesa. A minha decisão foi espontânea: coloquei o copo no canto para que o pequeno pudesse pegá-lo. Por conseguinte, ele deixou o copo cair, se molhou todo e seu grito encheu a casa. Mas, além de levar apenas um susto, ele aprendeu uma lição e acabou com seu hábito. Quando seu irmão caçula cresceu o bastante para conseguir alcançar a mesa e procurar por algo que pudesse pegar, retornei ao “truque do copo”. © pretorean / Pikabu
  • Um dia, meu filho de 3 anos ficou tão empolgado com uma brincadeira que acabou esbarrando no aquecedor. Deu uma batida bem leve na cabeça, mas ficou com os olhos lacrimejando, prestes a começar uma choradeira alta e demorada. O aquecedor era de ferro fundido e já tinha uma pequena rachadura na borda. Eu dei um pulo e exclamei: “Olhe só o que você fez! Quebrou o aquecedor! Como a gente vai ficar sem ele quando ficar frio?” Ele se esqueceu do acidente na hora e não quis mais chorar. Depois, a situação se repetiu mais vezes com outros objetos, mas ele sempre saía ileso, sem uma lágrima nos olhos. © vladimir shirugin / Facebook
  • Minha turma do jardim de infância não gostava de comer mingau de semolina. Nossos professores jogavam fora a maioria dos pratos, até que inventaram um truque. Uma vez, saímos para brincar e eles nos deram ancinhos, pás, regadores e baldes de brinquedo para plantarmos... semolina. Estávamos entusiasmados para cavar a terra, regá-la e descobrir o que iria crescer. No dia seguinte, comemos com vontade o mingau de semolina, que plantamos, orgulhosos do nosso trabalho. © Palata № 6 / VK
  • Para fazer seus filhos falarem a verdade, os pais da minha esposa diziam: “Abre a boca. Se a sua língua estiver rosa, você está mentindo”. As crianças ficavam com medo de serem “desmascaradas” e ficavam de boca fechada. Agora usamos o mesmo truque com os nossos filhos. © ericn8886 / Reddit
  • Se você quiser passar um tempo em paz, diga aos seus filhos que vai tirar uma soneca e, quando acordar, todos vão fazer tarefas domésticas juntos. Eles vão querer deixá-lo dormir o máximo de tempo possível para evitar fazer a faxina. Enquanto isso, você pode cochilar ou fazer qualquer outra coisa (por exemplo, ler um livro). © -eDgAR- / Reddit
  • Meu filho de 5 anos não tirava cochilos de tarde, dormia às 21h e acordava às 6h. Quando eu dizia para ele que era cedo demais, ele afirmava: “Mãe, olhe, o sol já nasceu, são 6h” e passava o dia mal-humorado porque sentia muito sono. Porém, ontem eu cobri a janela e atrasei o relógio em duas horas. Quando ele acordou às 6h de costume e foi ao banheiro, a casa ainda estava escura e o relógio estava marcando 4h. Então o pequeno voltou a dormir por mais algumas horinhas. © Priyanka Sinha / Quora
  • Eu trabalhei como babá de três meninos durante alguns anos. Toda vez que eles queriam fazer birra na hora de escovar os dentes, a gente entrava em uma brincadeira: eu escovava os dentes do primogênito, ele, os do irmão do meio, e esse, os do caçula. O pequeno fazia isso pior do que seus irmãos, por isso eu confiava os meus dentes a ele, até porque podia escová-los do jeito certo depois, se precisasse. No final desse procedimento entediante, todos estavam rindo e se divertindo. © Unknown author / Reddit
  • O que incentiva mais as crianças a manter seus quartos arrumados é um aspirador-robô. “Esse pedaço de ferro inteligente vai dar uma volta no apartamento e devorar todos os seus brinquedos favoritos que estiverem espalhados pelo chão”, eu disse em voz alegre e, antes que pudesse terminar, meus filhos correram para coletar os brinquedos. Já faz quatro dias que eles estão guardados nas caixas. © Snakecatcher / Pikabu
  • Eu tinha um prato de sopa com um desenho do Coiote correndo atrás do Papa-Léguas. Minha avó dizia que, quanto mais eu demorava para comer sopa, mais cansado ficava o Papa-Léguas, mais ele tropeçava e mais perto dele chegava o Coiote para pegá-lo. Até hoje adoro sopas. © Alevtina Bagryantseva / Facebook
  • Sou pai de quatro filhos. Às vezes, eles reclamavam sobre um monstro que se escondia debaixo de suas camas. Temos gatos, um cachorro, periquitos e várias outras criaturas fofinhas morando em casa, e uma delas podia facilmente ter assustado as crianças fazendo barulho à noite. Então sugeri para minha filha que pegássemos esse monstro, pois estávamos com uma gaiola vazia, esperando por mais um animal de estimação. Ela passou algumas noites em claro procurando por ele, mas acabou me dizendo, decepcionada, que não achou nada. © andreibelianin / Pikabu
  • Meus filhos de 5 e 2 anos não gostam muito de comer comida saudável, então eu faço o seguinte. Aponto para um objeto pesado (uma sacola ou uma cadeira) e pergunto à minha esposa: “Você me pediu para levar isso para outro quarto, não foi?” Aí eu finjo que tento levantá-lo e não consigo. As crianças começam a dar risada da minha “fraqueza”. Em seguida, eu pego um pedaço de comida de um dos seus pratos, dizendo que me sinto mais forte que o Homem-Aranha e levanto a bolsa ou a cadeira. Assim que ouvem isso, acabam com a comida de vez. © Amit Singh / Quora
  • Há cerca de cinco anos, levei o meu filho ao jardim de infância e a professora me pediu para limpar a neve no parquinho. Os montes formados pela neve que caiu na noite anterior chegavam à minha cintura, e olhem que eu tenho 1,95 m. No início, não fazia a menor ideia de como era possível resolver essa tarefa sozinho, mas tive uma ideia genial. Pensei em um jeito de facilitar o trabalho e divertir as crianças: cavei uma espécie de labirinto, deixando parte da neve no parquinho. A professora não sabia como me agradecer: quando a turma saiu para um passeio, em um primeiro momento, as crianças sentiram frio, mas depois foram correndo e gritando de felicidade pelas passagens do labirinto. Ela mal conseguiu convencê-las a ir para o almoço. E assim os pequenos foram saindo para passear com mais vontade até a neve derreter. © Cy4o / Pikabu
  • Quando um dos meus filhos chorava, eu dizia que ele devia ter perdido o bom humor e nós corríamos juntos para procurá-lo. Encontrávamos o que buscávamos nos lugares mais inesperados, às vezes o bom humor apenas grudava na sola do pé ou estava sentado na cabeça. E o pequeno o “agarrava” e “enfiava” na boca, dando risada. © Natalya Petrushina / Facebook
  • Quando eu tinha 4 anos, comecei a querer sair mais com os meus amigos, mas a minha mãe fazia questão de me ensinar a ler, pois o filho de uma amiga dela, que tinha a mesma idade que eu, já devorava livros naquela época. Todos os dias as nossas aulas começavam com a frase: “E o João já sabe ler contos de fadas” e com o meu choro e grito. Os livros se tornaram um fardo repugnante para mim. Foi a minha avó que salvou a situação. Ela achou um jeito bem rapidinho: passava todo o seu tempo livre com um livro nas mãos e também lia contos de fadas para mim todos os dias até eu adormecer. Quando comecei a esperar as noites para ouvir uma nova história, após dez minutos de leitura, a vovó parava no momento mais interessante. Quando eu pedia que continuasse lendo, ela respondia: “Não, mocinha, eu quero ler o meu livro, e você pode ler o seu”. Eu fiquei revoltada por algumas noites, mas acabei lendo por conta própria. Desde então, adoro livros. © Nepridumala111 / Pikabu
  • Eu falava para minha filha que recebia uma chamada do hospital e que eles davam um ovo de chocolate para todas as crianças que tomassem vacinas sem chorar. Quando chegávamos no hospital, eu entrava na sala primeiro e dava à enfermeira o “presente” para entregar à minha filha. Ela ficava perguntando depois se não ligaram do hospital de novo para avisar sobre mais uma “promoção” daquelas. © Natalya Kozlova / Facebook
  • Eu era mãe solo. Já chegava um bagaço no fim de semana e ainda tinha de arrumar a casa e levar meus filhos para fazer compras. Mas tudo que eles queriam era que eu os deixasse em paz. Quando cheguei no meu limite, disse que o sábado seria o Dia dos Pais/Mães. Um deles teria de fazer o que eu normalmente faço. Eu dava uma certa quantidade de dinheiro para o dia e uma lista de tarefas: limpar o banheiro, arrumar as camas, lavar as roupas, comprar comida ou ir ao banco. O suposto pai (ou mãe) deveria dividir as responsabilidades com todos nós e administrar o orçamento. Como resultado, o comportamento deles melhorou e aprenderam a tomar decisões responsáveis antes de se tornarem adolescentes. © rusty0123 / Reddit

Quais truques de criação de filhos você conhece? Compartilhe com a gente nos comentários!

Imagem de capa rusty0123 / Reddit
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