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10 Projetos científicos que quebram estereótipos e estimulam a reflexão sobre a desigualdade de gênero

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O Brasil tem cerca de 50,5 milhões de jovens que constituem sua população, na faixa etária entre 15 e 29 anos. O futuro do País e da humanidade depende de como estudam, vivem e lutam os jovens pelo mundo.

Por isso, o Incrível.club encontrou e decidiu compartilhar com você 10 jovens cientistas. Isso para mostrar que a juventude tem força para erguer uma nação. Confere só!

10. Maria Vitória Valoto

Em seus estudos desenvolveu 3 pesquisas diferentes em parceria com diferentes universidades. A mais conhecida foi a criação de um sachê enzimático que faz com que o leite possa ser consumido até por intolerantes à lactose.

9. Isabela Dadda

Com duas pesquisas de grande destaque, Isabela ganhou fama no mundo científico. Ela desenvolveu um larvicida natural a partir de folhas de eucalipto para contribuir com o combate ao Aedes Aegypti e a dengue.

Sua segunda investigação teve como resultado uma pulseira que muda de cor ao entrar em contato com bebidas alcoólicas alteradas com antidepressivos, evitando assim o golpe do “boa noite cinderela”.

8. Juliana Estradioto

Juliana criou um sistema que aproveita os resíduos que seriam jogados fora do processamento da macadâmia, para a produção de um material natural. Esses, por sua vez, podem substituir sintéticos em embalagens e até curativos.

7. Greta Thunberg

Essa ativista sueca vem causando grande movimentação no debate sobre as mudanças climáticas no mundo. Em 2018 ela inclusive levou ao Congresso Americano dados científicos sobre o aquecimento global, exigindo que as autoridades escutem os especialistas e cientistas para tomarem medidas de combate às mudanças climáticas.

“Eu não quero que vocês escutem a mim, eu quero que vocês escutem aos cientistas. E quero que vocês se unam à ciência”.

6. Anna Luisa Beserra

Anna, de 21 anos, foi a primeira brasileira a receber o Prêmio Jovens Campeões da Terra, organizado pela ONU. Sua pesquisa consiste em um filtro, nomeado Aqualuz, que torna a água da chuva potável.

De grande importância humanitária, a criação capta a água da chuva por meio de cisternas, e é então purificada pelos raios solares. Um indicador altera sua cor quando a água estiver própria para consumo. Esse sistema pode ser mantido facilmente e tem uma vida útil de até 20 anos.

5. Gitanjali Rao

Com apenas 11 anos, Gitanjali venceu o prêmio “Jovem Cientista do Ano”. Ela desenvolveu um sensor capaz de detectar o chumbo presente na água, que é extremamente tóxico para os seres humanos e gera várias complicações no sistema nervoso, no coração e no fígado.

Além disso, ela criou um aplicativo que se conecta ao sensor e revela os resultados na tela do celular.

4. Bianca Marigliani

Essa brasileira recebeu o prêmio internacional Lush, o maior prêmio para projetos alternativos que não realizam testes em animais.

Bianca desenvolveu uma técnica in vitro para avaliar o potencial alérgico de substâncias utilizadas em produtos de beleza e drogas medicamentosas.

3. Katherine Bouman

A cientista da computação e pesquisadora de 29 anos integrou a equipe colaborativa que revelou a primeira imagem que a humanidade já viu de um buraco negro. Para realizar tal feito, eles desenvolveram um algoritmo com capacidade para processar milhões de gigabytes de imagens vindas de 8 observatórios de todo o mundo.

2. Myllena Cristyna

Vinda de uma cidade pequena do interior do Ceará, Myllena se juntou a Gabriel Moura para desenvolver uma ideia que ajudou a controlar a doença causada pelo Zika vírus. Juntos, eles protagonizaram um documentário da National Geographic chamado Science Fair.

Mas Myllena não parou por aí, baseada no reaproveitamento do isopor, ela fez um projeto individual, no qual criou um material que absorve o petróleo dos oceanos em caso de vazamento. Além disso, foi capaz de diminuir o tempo de decomposição do isopor, que pode levar séculos para se degradar.

1. Sayuri Magnabosco

A estudante curitibana criou um material feito, principalmente, do bagaço da cana de açúcar que pode se decompor em 1 mês. Esse material pode substituir as embalagens de isopor que são muito utilizadas atualmente apesar de serem poluentes.

Assim, podemos ver como os jovens são os que dispõem de ânimo e energia na luta para avançar a história e mudar o mundo.

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