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Como Pelé encontrou a felicidade nos braços da amada quando já tinha mais de 70 anos

Edson Arantes do Nascimento, mundialmente conhecido como Pelé, construiu sua fama de grande jogador de futebol a partir de um estilo ágil em campo. Com isso, ainda bem jovem, ele levou o Brasil a conquistar três Copas do Mundo. Pouca gente percebia, porém, que enquanto o atleta colecionava vitórias na carreira futebolística e como figura pública, seu coração parecia acumular fracassos amorosos. Contudo, o astro dos gramados não se daria por vencido até encontrar a mulher que preencheria sua vida por completo. Nem que para isso fosse preciso esperar 70 anos.

AP / East News

Nos anos 60, quando Pelé vivia o auge do sucesso aos 26 anos, casou com sua namorada da época, Rosemeri dos Reis Cholbi. Mas o que parecia ser uma bela união entre dois jovens apaixonados nunca abrigou, na verdade, um sentimento tão profundo assim. “Não tínhamos nada daquela paixão que sentimos quando estamos perdidamente apaixonados”, relembrou Pelé.

Já nos primeiros dias de casados, os dois tiveram uma prévia do que seria aquela vida a dois. Chegando à Alemanha, onde esperavam curtir uma lua de mel privada, a quantidade de fãs e jornalistas que se acotovelavam para chegar perto de Pelé deixava o casal em uma situação complicada. Após o nascimento de três filhos e mais de uma década juntos, veio o divórcio.

Posteriormente, conquistar namoradas e admiradoras não foi um problema para o chamado “rei do futebol”. Na época, ele já tinha se tornado um ícone mundial, indo além de um mero atleta. Mas suas conquistas amorosas não pareciam ter bases sólidas, durando pouco tempo. Nem mesmo o badalado relacionamento com a apresentadora Xuxa, que durou cinco anos, iria mais longe do que isso.

Tempos depois, em 1994, Pelé voltou a abrir as portas para o casamento ao oficializar sua relação com a cantora gospel Assíria Seixas Lemos. Assim, aos 53 anos, o jogador deu a si mesmo uma nova oportunidade de formar uma família.

Infelizmente, aquele novo laço também chegaria ao fim. Treze anos depois, com dois filhos pelo caminho, a falta de tempo e a incompatibilidade de agendas tornaram a separação inevitável.

Parecia que, aos 67 anos, Pelé não teria mais chances de embarcar no trem do amor. Porém, ele não estava disposto a permitir que um segundo fracasso tivesse a última palavra sobre seu coração. Pelo visto, o Cupido estava pronto para flechar o coração do ex-jogador, colocando em sua vida alguém que estava mais perto do que ele esperava.

© pele / Instagram, Joe Russo / imageSPACE / Sipa USA / East News

Em 2012, o goleador brasileiro tornou pública sua relação com a empresária Marcia Cibele Aoki, 25 anos mais jovem. O namoro tinha começado dois anos antes, quando Pelé tinha 70 anos. Eles se encontraram no elevador do prédio onde ambos moravam, na cidade de São Paulo. Mas aquela não era a primeira vez que se viam.

Marcia e Edson se conheceram nos anos 80, em Nova York, durante uma festa. E ainda que nem mesmo uma amizade tenha surgido no primeiro momento, a janela por onde o amor entraria na vida de ambos anos depois permaneceu aberta.

AFP / EAST NEWS, © pele / Instagram

Aos 75 anos, Pelé levou sua amada ao altar, declarando que ela é seu “amor definitivo”. Até os dias atuais, Marcia e Pelé vêm mantendo a união, superando problemas de saúde que levaram o icônico ex-jogador a passar por internações, intervenções cirúrgicas e sessões de quimioterapia.

Diante de tantas atribulações, Pelé conseguiu vencer contando com o apoio da esposa, para quem expressou seu amor com as seguintes palavras: “Sou muito agradecido pela minha esposa, pelas risadas, pela paz do meu lar. Te amo e te admiro”.

Em sua opinião, o que é preciso levar em conta para construir um casamento duradouro? Para você, a diferença de idade influencia na longevidade de uma união?

Imagem de capa AFP / EAST NEWS, pele / Instagram
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