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20 Seguidores compartilharam situações em que se depararam com pessoas totalmente “sem noção”

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Infelizmente, existem pessoas que gostam de se aproveitar da bondade alheia, e costumam enganar ou agir da forma como bem entendem. Elas buscam o benefício próprio e habitualmente não têm empatia com quem as está ajudando. Reclamar de algo que receberam, não agradecer, simplesmente acusar alguém sem provas, tudo isso faz parte de alguns comportamentos relatados por quem se sentiu extremamente usado.

Nós, do Incrível.club nos solidarizamos com nossos leitores e separamos diversos desabafos relatados por eles. Confira conosco algumas situações cometidas por pessoas totalmente sem noção.

  • Tenho um brechó infantil. Quando as pessoas vêm comprar, pedem desconto, doação. Algumas falam:
    — Mas você ganha essas roupas...
    Eu, na verdade, compro lotes. Às vezes, demora meses até recuperar o que gastei. Montei uma loja, pago impostos, água, luz, lavo as roupas e ainda tem o meu trabalho, o meu tempo.

    ©Ane Horstmann / Facebook

  • Certo dia, voltando do meu trabalho, encontrei pelo caminho, mais precisamente embaixo de um carro, vários documentos perdidos. Tive o maior trabalho para recolher tudo e os levei para casa. Telefonei para a dona dos documentos e ela veio retirá-los em meu endereço, com o namorado dela. Quando ela pegou, ao invés de me agradecer, queria que eu entregasse também a bolsa — como se eu tivesse ficado com o objeto. Pelo menos o namorado interferiu e pediu para ela me agradecer por ter encontrado todos os documentos. ©Maria Aparecida De Sá Araki / Facebook
  • Dei explicações de matemática durante um ano, uma vez por semana e sem cobrar um centavo, por ser uma pessoa da família e a criança ter muitas dificuldades em aprender. Ela foi aprovada e nem ao menos me agradeceram. No ano seguinte, disseram para um familiar que iam arranjar um bom professor de reforço para a menina ter nota máxima, porque comigo “não dava”. Nunca mais disseram nada. O melhor é que aprendi a não me deixar incomodar mais. ©Regina Valente / Facebook
  • Quando eu trabalhava em uma pizzaria, meu chefe não oferecia transporte, além de o salário ser muito baixo. É uma pizzaria bem famosa, tem várias franquias em minha cidade, e o contratante me falou:

    — Você pode comer pizza todos os dias.

    Achei aquilo o cúmulo. ©Anitta Alves / Facebook

  • Fui prestar serviço a um cliente, ele possui duas lojas, o trabalho era o mesmo em ambos os estabelecimentos, ele queria me pagar os dois pelo valor de um. Perguntei se ele pagava a energia elétrica das duas lojas, se também pagava água, internet e telefone dos seus dois comércios ou era tudo pelo preço de um. Ele ficou indignado e disse que era diferente, desligou o telefone na minha cara, mas não explicou a diferença. ©Valtecom José Martins / Facebook

  • Uma vez uma colega me disse que uma conhecida grávida estava passando por sérias dificuldades e não tinha nem uma fruta para comer, e que lhe contou isso chorando. Eu, boba, usei meu horário de almoço para comprar um monte de frutas e legumes, e pedi para a minha colega entregar para a menina, mas para não falar quem estava doando. Pouco tempo depois, fiquei sabendo que a garota grávida estava reclamando que quem mandou não comprou nada que prestava, e que deveria ter enviado outras coisas que estavam faltando, além de ter falado que EU não a ajudei em nada. Depois disso, a minha colega veio falar de novo dessa conhecida, e eu só avisei que não iria ajudar, pois havia tentado e para ela não era muita coisa, então que se virasse e comprasse o que quisesse. No fim, essa minha colega me vê como uma pessoa ruim por não querer mais auxiliar e não me importar. Fazer o que, né? ©Geisse Kelita / Facebook

  • Minha mãe ajudava uma conhecida. Ela ficou morando lá em casa durante alguns meses, comia, bebia, dormia, tomava banho, até roupa minha mãe lhe doava... E ela ajudava minha mãe a arrumar a casa. Depois descobrimos que a mulher espalhava para a cidade toda que fazia faxina para a minha mãe sem receber nada. ©Fran Mara de Oliveira / Facebook

  • Lembrei de quando estava grávida, as pessoas tinham mania de colocar a mão na minha barriga. Não me importava com algumas, mas outras me irritavam. Uma vez uma delas chegou desabotoando minha blusa pois queria ver e encostar na minha barriga. Na hora empurrei a mão dela. Depois disso, dependendo de quem me encontrava, eu colocava algo na frente para que não encostasse na minha barriga. ©Eliana Schafhauser / Facebook

  • Eu dividia uma casa com uma amiga e, depois de pouco tempo, o namorado dela começou a morar conosco. Ele não ajudava nas contas, apesar de estar trabalhando. Eles agiam como se a casa fosse só deles e o único espaço em que eu tinha paz era o meu quarto. Eu trabalhava de manhã e era comum os dois ficarem com som alto até de madrugada enquanto estavam na sala. Uma vez o namorado usou meu aparelho de depilar para fazer a barba, e apesar de ser óbvio que o tinha usado, disse que não havia sido ele depois que perguntei isso na frente da minha amiga. Quando achei que nada poderia piorar a situação, no momento em que acreditei que iria ficar livre, eles levaram tudo que eu tinha comprado junto com essa amiga. ©Elaíne Batista Barbosa
  • No Japão, muitos brasileiros não dominam o idioma, um intérprete custa um valor razoável. A mulher do meu amigo engravidou, me pediram para intermediar as conversas e fazer as traduções. Ela fazia pré-natal a cada 15 dias, os acompanhei por quatro consultas sem receber nada, fazia por empatia. Um dia não pude ir junto, e avisei com quatro dias de antecedência (para dar tempo de contratar alguém), porque eu levaria meu namorado ao médico — ele não queria ir, mas achei necessário levá-lo. A mulher achou um absurdo eu não ir junto com ela, disse que eu não deveria obrigar alguém que não quer ir ao médico, emburrou e fez cara feia. Mas expliquei que meu namorado era prioridade e eu não prestava serviços a ela, pois nunca recebi nada. Depois disso nem sei como ela se virou, nunca mais a ajudei. Contei o ocorrido para o meu amigo só depois que eles se separaram, ele não sabia desses absurdos. ©市川 智満 / Facebook

  • Moro num condomínio de casas e, como fazia muito calor, resolvi levar meu filho à piscina. O filho da vizinha de frente, um adolescente de 13 anos, também foi conosco. Falei para ele pegar sua toalha e uma bermuda, mas o rapaz disse que voltaria a pé para casa e se secaria ao sol. No final da tarde, meu marido voltou a pé com o garoto e eu de carro com meu filho, que é bem mais novo. Quando cheguei em casa, minha vizinha (mãe do garoto), ficou indignada, porque eu havia voltado de carro, junto com meu filho, e deixado o dela voltar a pé, com meu marido. Que o certo seria ele ter vindo comigo, molhado mesmo, sem contar o quanto eu havia sido negligente por não ter levado uma troca de roupa e toalha para o filho dela. Detalhe, a caminhada é de menos de 10 minutos e o banco do meu carro é de tecido. Estão de cara virada comigo e falando de mim para os vizinhos, que para azar dela já estão cansados das suas reclamações. ©Márcia Andrea Freire Martinez / Facebook

  • Sou motorista profissional desde 1995 e, em uma viagem pelo Nordeste, conheci um senhor que deu carona para uma senhora e uma criança. Quando chegou ao destino, a mulher não quis descer do caminhão alegando que ele teria que levá-la até em casa. Isso não era não possível, porque a carreta não tinha espaço suficiente para manobrar e retornar para a rodovia. O homem implorou para ela descer, e resolveu a tirá-la à força, porque a senhora demorou muito. ©Fredson Carlos Martins Martins / Facebook

  • Aqui na minha casa, meus parentes do interior aparecem em algumas temporadas do ano e pasmem, não trazem nada, nada mesmo! Tenho que me virar para arrumar toalha, roupa e até escova de dentes. Além de pegarem a minha moto e sumirem, e olha que eu reclamo, dou bronca, mas não tem jeito. ©Cynara Leonor / Facebook

  • Depois que me mudei para Europa, apareceram inúmeros primos de quem eu nunca ouvi falar em toda a minha vida, e todos querendo uma ajudinha, como se eu trabalhasse na imigração. Eu, hein! ©Vita Severo / Facebook

  • Há dois anos nos mudamos para uma região rural onde não existe água encanada, os vizinhos literalmente usavam água do rio para tudo, então fui à prefeitura da cidade reclamar da situação e conseguimos que a cada três dias fossemos abastecidos por um caminhão-pipa. Como a água era racionada, reutilizávamos a da máquina de lavar para lavar o canil dos cachorros. Uma das vizinhas que foi beneficiada também pelo caminhão-pipa foi à prefeitura e me denunciou dizendo que eu estava usando a água para lavar o canil. Me deu um problema danado com a prefeitura, então resolvi mandar furar um poço artesiano aqui. Pagamos R$ 17 mil para fazer. Agora a vizinha e os parentes, todos vizinhos, estão com raiva porque acham que eu tenho obrigação de encanar água para a casa de todos. ©Carlos André Tavares / Facebook

Você já passou por uma situação em que as pessoas se aproveitam da sua bondade ou se aproximam por puro interesse? Compartilhe a sua história com a gente nos comentários.

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