20+ Brasileiros que contaram quais foram os maiores choques culturais que tiveram no exterior (Parte II)

Conhecer lugares novos e culturas diferentes é o desejo de quase todas as pessoas. Inclusive, passear pelo mundo, viver novas histórias e poder contá-las pode ser revigorante para os amantes de viagens. No entanto, estar em um lugar totalmente novo, eventualmente pode causar estranhamento e até alguns contratempos, por conta das diferenças de costumes e dificuldades com o idioma.

Nós, do Incrível.club, amamos divertir nossos leitores com histórias curiosas e divertidas. Por isso, selecionamos 24 comentários interessantes sobre momentos em que o choque cultural rendeu boas risadas.

  • Eu ia uma vez por ano à Itália, com o intuito de estudar a língua. Em uma dessas viagens, era de manhã, fui tomar meu cappuccino e depois tinha aula, que começava às 8h00 da manhã. Só no intervalo, lá pelas 10h30, percebi ter esquecido o celular onde tomei café, aí entrei em pânico! Quando cheguei na cafeteria, o barista me viu e já veio me entregar o aparelho. Um cliente do local viu meu smartphone sobre a mesa e o entregou ao atendente. ©Rachel Mourão/Facebook
  • Em Punta del Este, no Uruguai, um motorista de táxi me disse que, pela forma de alguns turistas segurar a bolsa, como se estivessem se protegendo para não serem roubados, eles já sabem serem brasileiros. Ele também me disse que lá as pessoas têm as suas próprias coisas e que não precisam pegar nada de ninguém. ©Fatima Castello/Facebook
  • Fui para Portugal, no Algarve. Estava em um salão de beleza e já era 20h00. Cada vez que a porta abria, eu tomava um susto, com medo de ser um assalto. A proprietária percebeu o meu pânico e trancou a porta. Portugal já não era nenhum modelo de segurança naquela época, mas estava a anos-luz do Brasil. ©Vera Venieris/Facebook
  • Quando visitei a Nova Zelândia, esqueci meu celular em um ponto de ônibus, em frente a uma escola pública, às 8h00 da manhã. Voltei ao lugar só às 9h00 horas da noite e além de o aparelho estar no mesmo lugar, ainda estava em um saquinho do tipo “ziplock”, para que não ficasse molhado, pois, naquele dia havia chovido. ©Camila Tombasco Furlan/Facebook
  • Em 2017, eu fazia um intercâmbio no Canadá🍁, em Toronto, e peguei um ônibus para ir à escola. Tirei o casaco, desci do circular e acabei esquecendo o aparelho no banco. Dei por perdido, até que alguém me orientou a procurar em uma determinada estação do metrô. Após uns 10 dias, passei perto dessa estação e resolvi ir perguntar. Meu celular estava lá guardado e o tenho até hoje. Achei realmente incrível! ©Cristina Garcia/Facebook
  • Em Paris, a recepcionista do hotel deu várias dicas de segurança a um chinês que estava na minha frente na fila. Na minha vez, quis saber sobre o metrô da cidade e aproveitei para perguntar se ela tinha alguma dica de segurança para me dar. Ela me explicou sobre a minha dúvida em relação ao transporte público e disse que eu não precisava de dicas de segurança, por ser brasileiro. ©Glaysson Castro/Facebook
  • Na Alemanha, eles confiam meio desconfiando das pessoas se elas pagaram o bilhete do ônibus. Quando você menos espera, aparece um guarda do nada perguntando: “Cadê o seu bilhete?”. No entanto, o maior choque cultural que tive aqui foi ter de enfrentar os caixas de supermercado. Eles passam as suas mercadorias muito rápido e você não consegue empacotar tudo, pagar e sair logo para que o próximo seja atendido. As pessoas na fila ficam te encarando feio se você demora. Fazer compras no país é tenso. ©Isabel Cristina Wachler/Facebook
  • Em uma loja na França, pedi uma salada de “frutas exóticas”. Quando chegou meu pedido, tamanha foi a minha surpresa: tinha banana, laranja e outras frutas muito comuns por aqui, mas que para eles eram exóticas. Minha cara 🤡. Línea Lopes / Facebook
  • Eu estava na Suíça e fui buscar a minha enteada, o marido dela e as crianças que vinham da Suécia passar uns dias conosco. Tive de alugar uma van para que todos pudessem vir juntos. Ao pegar o veículo, acabei deixando o meu iPad em cima do meu carro. Quando dei por falta, procurei o aparelho em tudo que era lado, mas não o encontrei. Dois dias depois, fui em uma loja de achados e perdidos e achei o meu tablet lá. ©Jean Patrick Magnenat/Facebook
  • Estava na rodoviária de Lisboa e tinha algumas dúvidas sobre a compra de passagens e em relação à viagem: duração, paradas, etc. Chegando no guichê, eu disse: “Bom dia! Posso fazer uma pergunta?” E o atendente respondeu: “Somente uma!” Acabei tendo direito realmente a apenas uma! ©Luís Carlos Lira/Facebook
  • Estava em Funchal, Portugal, e comprei bilhete para fazer um passeio, mas acabou que não deu tempo. Voltei desanimado, querendo pegar o meu dinheiro de volta, lembrando como é difícil fazê-lo aqui no Brasil. No entanto, a atendente me devolveu na hora, sem reclamar. ©Emanuel Vinicius/Facebook
  • No Japão, se por acaso deixar o celular no banheiro, logo aparece alguém correndo atrás de você para devolvê-lo. Meu esposo já esqueceu o dele umas três vezes. Em todas, quando ele se lembrou e voltou ao estabelecimento, descobriu que alguém havia encontrado o aparelho e o entregou ao caixa. ©Adriana Matos / Facebook
  • A primeira vez que fui a Paris, a trabalho, me hospedei em um hotel ao lado da casa de shows Lido. Uma noite, fui assistir a um espetáculo lá, comprei o ingresso na hora da apresentação sem ter feito reserva de mesa. Sentei-me no bar e pedi algo, o garçom chegou, me olhou e disse: “Posso falar com você em português?” Impressionado, respondi que sim. Ele me apontou uma mesa, dizendo que ela estava sem reserva e que eu poderia me sentar lá. Fui para a mesa e o garçom trouxe um copo, balde de gelo, algo para beber e disse: “É cortesia da casa, fique à vontade!” Quando o show terminou, fui até ao balcão agradecer, o garçom me contou que já havia morado no Rio de Janeiro e sentia muita saudade. ©Joselito Alves Batista/Facebook
  • Fui uma vez para a Ucrânia e os “ônibus” de lá são, na verdade, um tipo de micro-ônibus, não têm roleta. Você entra no veículo pela porta traseira e desembarca pela frente. O costume deles é assim: as pessoas vão passando o valor da passagem de mão em mão, até chegar ao motorista. Alguém me deu o dinheiro e eu, que não sabia desse costume, fiquei sem reação e segurei a nota, sem passá-la adiante. Todos no ônibus ficaram me olhando e, se não fosse a ucraniana que estava comigo me avisar para passá-lo, eu teria ficado com o dinheiro. Depois, rimos muito do acontecido. ©Rogério Decêncio/Facebook
  • Dormi até mais tarde, em uma viagem que fiz para a Itália, e resolvi sair para comprar comida. Entretanto, estava tudo fechado, é um costume dos nativos que acontece sempre entre 12h30 e 16h00. Nem ônibus tinha, na hora do almoço eles fazem isso e chamam o hábito de “siesta italiana”!!! Passei fome naquele dia, mas no outro, fui esperta e estoquei comida. ©Bruna Silva/Facebook
  • No Canadá, perguntei a um policial na rua: “Posso andar com a cópia do passaporte em vez do original?” E ele disse: “Por que você quer andar com o seu documento?” Eu: “Mas se a polícia me parar?” O policial, meio confuso retrucou: “E por que a polícia iria pará-lo?”. ©Marcela Ramos / Facebook
  • Eu e meu marido fomos jantar em um restaurante na Suíça. Quando terminamos, pagamos e fomos embora caminhando. Vimos alguém correndo em nossa direção, era o garçom que nos atendeu. Meu marido esqueceu a carteira na mesa e o rapaz veio entregá-la, não mexeram em nada. Esses dias, meu esposo deixou a carteira cair no condomínio que moramos há anos. Entregaram a carteira na administração, mas sem o dinheiro 🤡. ©Jeane Marvila Fonseca/Facebook
  • Estive em Dublin com meu filho e esqueci a bolsa com 2000 Euros e os nossos passaportes. Quando me dei conta, voltei correndo para a cafeteria, pensando que a minha viagem acabara ali. Ao chegar no estabelecimento, nem precisei perguntar, os funcionários prontamente me entregaram a bolsa com absolutamente tudo o que tinha dentro. ©Carol Toral/Facebook
  • Eu estava na Escócia, visitando o Castelo de Edimburgo, quando fui ao toalete, porque estava com uma enxaqueca pavorosa! Uma segurança me perguntou se eu estava passando mal e lhe expliquei estar com dor. Sem perguntar mais nada, ela chamou uma ambulância e me levaram para um hospital. Fui medicada e liberada sem me cobrarem nada. ©Anna Beatriz Lima Gonçalves/Facebook
  • Estava em Portugal e pedi um ’durex’ emprestado para um senhor que estava em um Café. Ele tinha fita adesiva ao lado dele e eu só queria colar um cartaz que estava caindo. Ele me olhou bem sério e disse que não usava. Olhei para o senhor, para o rolo de fita durex que estava ao seu lado e disse: “Ok!” Só depois descobri que Durex lá é preservativo e o certo seria dizer “fita-cola”! ©Deise Cunha / Facebook

Deu boas risadas e se alegrou com as situações vividas por essas pessoas? Já passou por algo parecido quando viajou para outro país? Deixe seu relato nos comentários.

Imagem de capa Deise Cunha / Facebook
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