Incrível
NovoPopular
Inspiração
Criatividade
Admiração

17 Histórias divertidas contadas por ex-alunos explicando por que eles jamais se esquecerão de certos professores

8-26
990

Muitos de nós, quando crianças, reclamávamos na hora de ir à escola. Depois, quando adultos, nos lembramos dessa época com um sorriso no rosto, mas também com uma boa dose de nostalgia. E muitas dessas lembranças envolvem aqueles que compartilhavam conosco seus conhecimentos: os professores. Podemos afirmar que existem vários tipos de professor: os sérios, os engraçados, os exigentes, os tranquilos, os amigões da turma, etc. É o que fica claro quando conferimos o grande volume de relatos de ex-alunos que não conseguem esquecer o que viveram graças aos professores que tiveram.

Ao ler as divertidas histórias de outras pessoas, nós, do Incrível.club, também relembramos o que vivemos na escola. E, como não poderia ser diferente, selecionamos os melhores relatos envolvendo lembranças sobre professores.

  • Sempre me lembro do Juan Fuentes, professor de Inglês, um senhor já de certa idade. Meus colegas e eu tínhamos por volta de 14 ou 15. Ele costumava dizer: “E aí vocês vêm com isso de ’Ai, eu o amo’”, e depois gritava: “COMO VOCÊS FALAM EM AMOR? NESSA IDADE NINGUÉM SABE O QUE É O AMOR”. Ele repetiu isso tantas vezes que eu me casei aos 28 anos, hahahahaha. © Belkis Maholy Sandoval Palmera / Facebook

  • Uma professora de Matemática falava conosco fazendo voz infantil de desenho animado: “É mais fácil que andar para a frente”, diante de qualquer equação colocada para que nós resolvêssemos. © Sirley Villaverde / Facebook

  • No ensino fundamental, tive um professor chamado Pedro, que ensinava no quinto e no sexto ano e sempre dava presentes a toda a turma no Dia das Crianças e no Natal. Me lembro disso com alegria, pois o que ele nos dava significava muito para cada um de nós. Na hora da saída, o professor saía para pegar o ônibus e todo mundo queria ir junto com ele. O sr. Pedro sempre foi muito legal. Quando algum aluno não tinha dinheiro para a roupa de formatura, ele mesmo pagava. Estava sempre pensando nos alunos e era dono de uma grande humildade. Me lembro que eu estava no terceiro ano quando ele contou que estava economizando para comprar um carro. E conseguiu comprar quando eu estava no sexto ano. Todos nós ficamos muito felizes por ele. © Karen D Guerrero / Facebook

  • Meus professores sempre me trataram bem, sobretudo um deles. Quando eu tirei nota boa em uma prova, esse professor me deu uma caneta bem bonita e uma agenda. Ainda me lembro daquele belo mimo. © Rake Garcí / Facebook

  • Me lembro de uma professora de Mecanografia que tinha uma vozinha muito peculiar e, quando estávamos escrevendo nas máquinas, dizia: “Ritmo, ritmo, ritmooo...”. © Teresa Bonet / Facebook

  • O mais engraçado foi quando o novo professor de Matemática entrou para substituir o anterior. Ele viu nossas notas baixas e notou que toda a turma estava indo mal. Minhas últimas notas eram 3 e 2. Um dia, ele me perguntou: “Quanto é 3 + 2?” E eu respondi “5”. “Certo, sua próxima nota será um 5”. E ele fez a mesma coisa com os demais alunos. Foi muito legal. © Dorkas Lorena Muñoz / Facebook

  • Não me lembro do nome do meu professor de História Geral na Academia Trilce de Santa Beatriz, em Lima, Peru. Mas sempre que ele entrava na sala, todos nós tínhamos de parar tudo (a pedido do próprio professor desde o início do curso). Depois de cerca de cinco segundos, ele olhava fixamente para cada aluno e, com o livro na mão, dizia o seguinte: “Bom dia, alunos, fui chamado de longe para iluminar a escuridão de suas ignorâncias”. Todo mundo ria, menos ele. Foi um dos melhores professores dos quais tenho lembrança. © Sergio Aldana / Facebook

  • Meu professor de Filosofia do ensino médio ensinava também na universidade, então suas aulas eram de alto nível. Só que ele tinha uma fraqueza... gostava de fofoca. Então, sempre chegava com algum assunto da escola sobre o qual tinha acabado de saber e permitia que conversássemos para que pudéssemos ficar por dentro daquilo. A hora seguinte, porém, era reservada a dar a matéria. E aí ele começava... não podíamos nem tirar o lápis do papel, senão perdíamos o fio do assunto, pois ele explicava com muita velocidade. Um gênio. Acho que foi com ele que eu mais aprendi na escola. © Carina Demarchi / Facebook

  • Meu professor de Biologia do quarto ano levava o violão e cantava na aula. Mas tudo o que ele ensinava, nós aprendíamos. © Olga Mucci / Facebook

  • Eu tive um professor de História tão peculiar que, na hora de nos explicar certas batalhas, nos dividia em grupos e ficava passando de um grupo para o outro, do modo que entendêssemos os motivos pelos quais estávamos nos “enfrentando”. Ele era grandão e um pouco bobo, com movimentos bem engraçados. Nos divertíamos muito nas aulas dele e não há dúvidas de que entendíamos tudo melhor assim. © Jessica Acuña Orellana / Facebook

  • Primeiro ano de Bioquímica, professor de História das Ciências Bioquímicas e Farmacêuticas, Horacio López Romano. Ele contava/narrava a matéria de uma forma que nos prendia! Esse professor fez com que eu gostasse ainda mais da profissão. Quase 20 anos depois, ainda me lembro dele. Era fascinante ver o quanto sabia. © Lorena Alvarez / Facebook

  • Me lembro do meu professor do quinto ano que, em um Dia das Crianças, me chamou pedindo que eu fosse cúmplice em uma surpresa que ele queria fazer à turma. Ele iria dar uma festa com baile e tudo, então pediu que eu chegasse cedo para organizar. Aos meus colegas, disse que seria uma aula normal. Colocamos balões e música e, quando os outros chegaram, tiveram uma baita surpresa. A alegria que eles mostraram no rosto foi algo incrível, aquele foi o melhor Dia das Crianças para mim. Nunca me esquecerei daquele dia nem do professor Miguel Ángel Sesma Masa. © Guillermina Ibarra / Facebook

Certas coisas envolvendo a época da escola são difíceis de esquecer. Há algo de que você se lembre até hoje envolvendo os professores que teve? Comente!

8-26
990
Compartilhar este artigo