20 Pares de famosos brasileiros tão parecidos que só podem ter sido separados no nascimento

Você não pode dizer apenas o nome da pessoa. Provavelmente você já ouviu o sufixo ’-san’, usado para mostrar respeito. Ele é apenas um de muitos:
Existe uma enorme cerimônia em relação aos cartões:
Também em elevadores existem regras informais e bem definidas: ao entrar em um elevador vazio, você se transforma em uma espécie de capitão e deve ficar ao lado dos botões. É você que deve apertar o botão para segurar a porta até todos entrarem. Isso deve ser feito em todos os andares. Além disso, você deve ser o último a sair.
O ideal é que um turista não entre primeiro no elevador.
Tudo é muito rígido no metrô, e conversar ou falar no celular não é bem visto. E claro que ficar encarando as pessoas também não.
Não é muito comum dar o lugar a pessoas mais velhas. Para elas, e para mulheres grávidas ou pessoas com alguma deficiência, há assentos especiais. Eles nunca devem ser ocupados por pessoas que não encaixem nas suas categorias.
No Japão as pessoas não se olham nos olhos e não se tocam. Como o país é pequeno para o número de habitantes que possui, todos respeitam o espaço pessoal dos demais. Ou seja, se você for ao Japão, não saia tocando nas pessoas. Além disso, beijar em público não está bem visto. Até 1945 as pessoas iam presas por isso.
Toda a hierarquia social é quebrada quando os japoneses começam a beber. No país, o professor pode beber com os alunos e estes podem levar aquele até a casa dele, se necessário. Um empresário, que de dia trata o cliente com toda a pompa, à noite pode sair para beber com ele sem problemas.
O mais curioso é que, quando voltam a estar sóbrios, eles se comportam como se nada tivesse acontecido. O que acontece durante a bebedeira, fica na bebedeira.
Os japoneses têm uma relação um pouco estranha com o dinheiro. As pessoas têm vergonha de mostrá-lo, por isso usam envelopes desenhados quando precisam pagar algo com dinheiro vivo. Se a pessoa não tiver um envelope, ela costuma enrolar o dinheiro em uma folha de papel.
No supermercado, o dinheiro não é dado diretamente ao caixa, ele é colocado sobre uma bandeja. Até nesse aspecto o espaço pessoal do outro é respeitado.
A postura que vemos na imagem é chamada de ’seiza’, e os japoneses a usam com frequência. Diferente dos europeus, que costumam reclamar de dores nas pernas, eles dizem que se sentem muito cômodos quando ficam sentados nessa posição.
Se você for um turista ou um aposentado, ninguém vai dizer nada se você esticar as pernas, mas um japonês não.
A cultura dos presentes é muito forte no Japão. Existem dois dias especiais no ano em que todos se presenteiam: ’ochugen’ (verão) e ’oseibo’ (inverno).
Lembre-se disso: se você receber um presente, não abra imediatamente, já que isso seria visto como um sinal de impaciência ou até mesmo de ganância.
A arte de reverenciar é tão importante no Japão que as crianças a aprendem desde pequenas. Elas existem em diferentes formas: reverências paradas, sentadas, sentadas em estilo europeu, femininas e masculinas. Veja alguns exemplos:
Claro que os japoneses não esperam que estrangeiros façam reverências.
Um cliente ou um sócio é quase um deus no Japão, por isso ele é tão venerado. Quando um cliente vai embora, toda a empresa pode acompanhá-lo até o elevador, fazendo reverências até a porta se fechar.
Isso pode ser um pouco estranho principalmente em edifícios em que há mais de uma empresa, e diferentes grupos se cruzam. Os clientes estrangeiros não costumam se sentir muito cômodos e as pessoas mais jovens pensam que esse hábito ficou no passado.
É interessante pensar de que maneira os hábitos no Japão vão mudar nos próximos anos. Você tem alguma hipótese?