18 Famosas que escolheram ser felizes sem se importar com os julgamentos alheios

Muitas mulheres não se sentem à vontade quando cobradas e pressionadas por escolhas ou comportamentos individuais que dizem respeito ao seu livre-arbítrio, ou que são inerentes à sua personalidade. Houve um tempo em que coisas como casamento, beleza, ou mesmo uma mera companhia eram tidas como fatores indispensáveis na vida.

Mas, felizmente, o pensamento coletivo, como tudo à nossa volta, também progride e podemos constatar essa evolução observando as escolhas de algumas celebridades que, por estarem em evidência, são grandes expoentes dessas mudanças e mostram como as predileções são naturais.

Pensando nisso, nós do Incrível.club, compilamos famosas que fizeram diferentes escolhas em suas vidas, provando que a verdadeira legitimidade está em ser feliz à sua maneira. Confira! (No final, um bônus espera por você).

1. Querer ou não ser mãe

Patrícia Pillar é uma das famosas que optou por não ser mãe: “Quis ter meus amigos, meu trabalho, fazer minhas viagens... Fui protelando e acabou que não rolou. Depois que escolho, não fico remoendo, nem olhando para os outros”.

Já a atriz Giovanna Ewbank, em contrapartida, conta que não pensava em ser mãe, até que, em uma viagem ao Malawi, mudou de opinião ao ver a menina que se transformaria na sua filha mais velha: “Foi um reencontro de almas, ficamos o dia todo juntas. Liguei para o Bruno e disse: ‘Encontrei minha filha’. Ele respondeu: ‘Então me sinto pai dela’.” Duas visões diferentes sobre um mesmo assunto, mas apostamos que ambas são muito felizes com o modo de vida que decidiram levar!

2. Querer ou não se casar

A top model Naomi Campbell é apenas uma das mulheres dessa lista que nunca oficializou um relacionamento. E a julgar pela sua aparência tranquila e sempre jovem, parece que sua escolha não lhe trouxe mal algum. Embora tenha tido algumas relações amorosas, conta em entrevista que preferiu se dedicar integralmente à carreira, já que um relacionamento exige compromisso.

Na contramão, a cantora Gretchen, que se casou 18 vezes, fala sobre o que pensa dos casamentos: “É melhor se casar 20 vezes do que permanecer infeliz 20 anos ao lado da mesma pessoa.”

3. Gostar de estar solteira ou de namorar

Fernanda Paes Leme é uma das famosas que não se sente menos amada quando está solteira. A atriz já declarou: “Amo a minha companhia. Eu me conheço, me investigo, então talvez por isso esteja solteira, inclusive. Porque não aceito qualquer pessoa, sabe?”

Em contraste, a modelo Bárbara Evans lida com a exposição de sua vida desde bem nova. Filha de Monique Evans, Bárbara teve “fama de namoradeira” e sobre isso, já declarou: “Até encontrar meu verdadeiro amor, vou passar por tantos outros amores. Não tenho medo de procurar minha felicidade e o amor.” Bom, errada ela não está, não é? Aliás, nenhuma das duas estão.

4. Priorizar a carreira e estudo ou a família

A atriz Leona Cavalli conta que abriu mão de um casamento pela profissão: “Tive que sair de casa para ir atrás do que sou hoje. Abri mão de um casamento pela profissão. Minha prioridade sempre foi essa. Não me arrependo de nada.”

Também atriz, Nivea Stelmann fez o caminho inverso: abriu mão da carreira aqui no Brasil para viver com a família nos Estados Unidos. Nesta entrevista, ela fala por que tomou a decisão e disse: “Toda escolha tem uma renúncia. Não tem jeito.” No final, o que sempre importa é ser feliz com suas escolhas, certo?

5. Gostar de morar sozinha — ou não

A cantora Enya gosta de morar sozinha e não esconde essa preferência. Segundo uma publicação britânica, ela vive na companhia de seus gatos e de alguns assistentes em um castelo ao sul de Dublin, na Irlanda.

A atriz Isabella Santoni, que se mudou recentemente para viver com o companheiro, morou com a mãe e a irmã até então, mesmo tendo todas as condições para morar sozinha. A atriz declarou: “Poderia morar sozinha, mas gosto da companhia da família.

6. Estar impecável todos os dias — ou não

Para muitas mulheres, escolher uma roupa, se arrumar, fazer maquiagem e cabelo é um ritual diário que traz prazer e alegria. Outras, encaram isso como obrigação. E existem aquelas que simplesmente não gostam de incorporar esses hábitos na rotina e continuam sentindo-se confortáveis.

A atriz, apresentadora, empresária e fashionista Sabrina Sato não esconde que ama moda e, mesmo quando está mais básica, continua impecável. “Eu me divirto com a moda. Adoro quem se veste de um jeito meio fantasiado. A roupa traz cor, alegria. Traz vida para a vida.” conta.

A atriz Drew Barrymore, frequentemente aparece com roupas simples e sem maquiagem e já disse: “A ‘regra’ que sigo é a de não mexer no meu rosto, nem correr atrás de algum padrão não-natural de beleza.” Independentemente da escolha em relação à estética, o importante é se sentir bem, estamos de acordo?

7. Gostar de sair e viajar sozinha ou acompanhada

Gostar de sair sozinha ainda pode ser uma realidade distante para grande parte das mulheres, mas para outras, isso é essencial. Aprender a gostar de passar um tempo consigo mesma, seja para ir a uma livraria, shopping, café ou cinema, pode ser reconfortante. A atriz Carla Diaz, por exemplo, sempre que pode, posta fotos de suas viagens, nas quais ela é sua única e exclusiva protagonista.

Por outro lado, Sasha Meneghel parece gostar muito de companhia para viajar, tanto que é vista com certa frequência em viagens com as amigas e também com o marido, João Figueiredo. O casal gosta tanto desse hábito que criou um perfil oficial para compartilhar com o público os registros de seus passeios. Desde o casamento, em maio de 2021, os dois foram vistos em destinos como Maldivas, Dubai, Estados Unidos e Paris.

8. Assumir que precisa de ajuda

A atriz Anya Taylor-Joy conta que passou pela Síndrome de Burnout, em 2019, após emendar uma sequência de trabalhos.

É comum que muitas mulheres sintam precisar dar conta de tudo, durante todo o tempo. Mas sabemos que equilibrar vida profissional, estudos, vida pessoal, casa, filhos (no caso das mães) pode ser muito pesado. No entanto, assumir que precisa de ajuda é um ato de coragem, e não centralizar todas as tarefas, pode ser libertador.

9. Normalizar as respostas “não quero”, “não posso” e “porque não”

Algumas vezes, não queremos fazer algo, mas também não nos sentimos confortáveis em negar, não é mesmo? Essas situações podem variar desde experimentar algo que decididamente não gostamos, até fazer um favor que vai nos tomar muito tempo. Normalizar respostas como “não quero”, “não posso” e “porque não” é uma alternativa para fugir de situações que nos deixam desconfortáveis, sem precisar dar muitas explicações ou desculpas..

A atriz Fernanda Souza disse, sem rodeios, que não quer voltar a atuar em novelas: “não combina mais com a rotina de vida que quero, em relação à vida pessoal.” Mesmo que muitos gostassem de vê-la atuando, sobretudo por sua gloriosa carreira nas telinhas, Fernanda se mostra decidida quanto à sua escolha.

10. Assumir não estar em um bom dia, sem precisar fingir

Não é incomum ter certa dificuldade em desabafar, e pode ser um ato contínuo apenas seguir fingindo que está tudo bem. No entanto, quando assumimos, para nós mesmos não estarmos em um bom dia, estamos facilitando nossa vida e a de quem convive conosco.

A atriz Juliana Paes, por exemplo, admitiu que ficou triste e chorou quando não foi eleita a melhor atriz do ano, em 2017. Um ato, no mínimo, cheio de coragem e benevolência, não é mesmo? Inclusive, serve de inspiração a muita gente para começar a fazer o mesmo.

11. Saber impor limites

Uma das ferramentas mais poderosas que alguém pode ter é conhecer a si mesmo e reconhecer os próprios limites. Às vezes o que julgamos que poderia ser egoísmo é apenas autoproteção — e não tem nada de errado em querer se preservar.

A atriz e apresentadora Tatá Werneck, por exemplo, apesar de estar sempre bem-humorada e parecer brincalhona, mostrou reconhecer bem os seus limites e não hesitou em dar um basta, quando um internauta lhe pediu para fazer uma brincadeira que não a deixaria confortável.

12. Respeitar o próprio tempo

Às vezes alguns indícios de que as coisas acontecem em tempos diferentes para distintas pessoas estão bem à nossa frente. Não é porque algum conhecido descobriu a própria vocação aos 20 anos que o mesmo vai acontecer com você. E tudo bem demorar mais ou menos tempo para alcançar coisas que as outras pessoas já conseguiram.

Juliette Freire estudou Direito, trabalhou como maquiadora e alcançou o sucesso aos 31 anos, como cantora e apresentadora, após sua participação no BBB. E inclusive, rendeu uma matéria para a famosa revista Forbes. Um exemplo claro de que cada coisa tem seu tempo, não é mesmo?

13. Respeitar o próprio corpo

Quantas vezes pensamos que uma mudança corporal nos traria mais felicidade? Amar o corpo que temos, do jeito que ele é, além de um ato lindo, também é uma maneira de entrar em paz com o próprio físico.

A modelo e apresentadora Letticia Munniz é uma das mulheres que parou de brigar com a balança e hoje, além de enxergar sua constituição física com a delicadeza que ela merece, auxilia outras mulheres a perceberem a beleza de corpos fora do padrão estético.

14. Poder desistir do que não lhe faz bem

“Sou muito mais feliz com meu trabalho hoje, na clínica e na internet. Sou realizada e orgulhosa, enxergo com brilho nos olhos meu futuro profissional e tudo o que quero realizar...”


Ex-atriz, a psicóloga Cecília Dassi fez sucesso em algumas novelas que marcaram a memória dos brasileiros, como Por Amor, O Beijo do Vampiro e Viver a Vida. Apesar de fazer muito sucesso e ter uma carreira promissora pela frente, Cecília admite que o trabalho como psicóloga a deixa mais realizada e que não pretende voltar a atuar.

15. Desistir da ideia de agradar a todos, o tempo inteiro

Pessoas que querem agradar a todo mundo, às vezes se colocam em último lugar e podem acabar por desagradar a si mesmas. Aliás, desistir dessa ideia, bastante complicada pode ser algo transformador.

A cantora e apresentadora Pitty, é um exemplo disso. Ela não espera agradar a todos, não tem medo de se posicionar e, embora já tenha sido criticada pela característica de personalidade forte, declarou que sempre emitiu suas opiniões, desde o começo da sua carreira.

16. Saber que não é preciso competir, e que a cooperação é um caminho muito melhor

Algumas vezes, quando queremos muito algo, podemos nos ver em situações de competição com outras pessoas. Esse comportamento, no entanto, pode provocar um efeito secundário: começar a julgar as atitudes uns dos outros. Podemos substituir essa conduta pela cooperação, que sem dúvida alguma, é um caminho muito mais benéfico para todos.

Apesar de trabalhar em uma área altamente competitiva por bastante tempo, a übermodel Gisele Bündchen se destacou e virou referência, porque aperfeiçoou suas próprias habilidades e performou com muita autenticidade nas passarelas, ensaios e capas. Aos 18, já era um verdadeiro ícone fashion. “Estar em uma posição de referência pode assustar um pouco, pois é como se você tivesse que atender certas expectativas. (...) Prefiro utilizar esta visibilidade para dividir alguns valores e aprendizados que me fizeram crescer e viver uma vida com mais significado e propósito”. Sem dúvida, a modelo é uma referência não somente de beleza e profissionalismo, mas também de atitude para outras profissionais do segmento, e mesmo para muitas outras pessoas fora da indústria da moda.

17. Saber que não há idade para se fazer boas escolhas

A melhor definição de quem somos é aquela que nós mesmos escolhemos, certo? Nossas roupas, aparência, corpo, escolhas, carreiras, cabelos e maquiagem, isoladamente, não nos define como indivíduos. E nem mesmo a idade deve limitar nossa escolha de quem queremos ser.

A norte-americana Iris Apfel, é um grande exemplo disso. Aos 100 anos, é empresária, designer de interiores e também um ícone fashion. Além de tudo, já estreou em um documentário, é conhecida internacionalmente pelo vigor, ainda que tenha chegado ao seu centenário. Um verdadeiro exemplo de que a idade não passa de um número, não é mesmo?

18. Saber que podemos ser o que quisermos

É um fato que todos somos capazes de ser o que quisermos. Inclusive, sermos mais de uma coisa ao mesmo tempo.

A cantora Anitta é um exemplo de dinamicidade, além de ser muito proativa, já que em diversas ocasiões mostrou não se intimidar e assumir vários papéis simultaneamente: além de cantora, é compositora, dançarina, atriz, apresentadora, empresária e embaixadora de diversas marcas. Em entrevista, já declarou: “Não deixo de viver a minha vida (...) E faço o que eu quiser.”

Bônus: situações cotidianas que também requerem atenção

Pedir desculpas quando errarmos — e não como algo rotineiro

Existe uma diferença muito grande em se desculpar por algum erro cometido e se desculpar enfaticamente pelo que ocorreu, por vezes, até se martirizando. Reconhecer as situações em que um pedido de desculpas é realmente necessário, tende a ser muito benéfico, sobretudo para entender quando o gesto pode ser trocado por outras expressões, como “obrigada” ou “com licença”.

Saber que merecemos respeito em qualquer situação

Independentemente das escolhas e modos de vida, todos merecem ser tratados com cortesia e respeito em qualquer ambiente e por todo mundo, sempre. Para que tal ideia vire realidade, podemos iniciar essa mudança na relação que temos com nós mesmos. Assim, começamos a praticar a autocompaixão e a colher todos os frutos advindos, como, por exemplo, entender não ser necessário aceitarmos menos do que acreditamos merecer, e a melhorar nossos hábitos e relações.

Você já precisou tomar uma decisão parecida como as apresentadas no artigo? Como lidou com isso? Compartilhe conosco e com os outros leitores como foi o seu processo!

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