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13 Histórias que mostram que os famosos também têm suas manias

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Você já notou que pessoas geniais tendem a cometer excentricidades ou têm hábitos pouco comuns? Por exemplo, Victor Hugo raspou metade da cabeça e metade da barba para não poder sair de casa e evitar se distrair do romance que estava escrevendo. Charles Dickens gostava de visitar o necrotério em Paris e Sarah Bernard costumava dormir em um caixão.

Incrível.club voltou a estudar as biografias de personagens históricos importantes e quer compartilhar com você algumas curiosidades relacionadas a eles.

Charles Darwin

O famoso naturalista e viajante britânico, autor de A Origem das Espécies, tinha preferências alimentares muito excêntricas. Durante sua viagem ao redor do mundo no navio de expedição Beagle (que teve início em 1831), Charles Darwin não só observava a diversidade do mundo animal, mas também comia com prazer todas as criaturas vivas descobertas por ele, incluindo os insetos.

O naturalista gostava especialmente do tatu e de “um roedor da cor chocolate”, mas ficou desapontado com o guisado de puma. Darwin era membro do Gourmet Club (“The Glutton Club”, o clube dos glutões), cujos membros se reuniam toda semana para falar sobre comidas exóticas que haviam provado.

Abraham Lincoln

O décimo sexto presidente dos Estados Unidos preferia carregar todos os documentos importantes com ele e os mantinha dentro de seu famoso chapéu. Além disso, Lincoln deixou crescer sua barba não menos famosa depois que uma menina lhe disse que “todas as mulheres gostavam de homens com barba”.

Victor Hugo

O grande escritor francês se forçava a trabalhar de uma maneira muito particular. Ele mandava seu criado levar suas roupas, para que não pudesse sair de casa e se distrair de seus romances. Quando Hugo estava escrevendo Nossa Senhora de Paris (O corcunda de Notre Dame- Romance), raspou metade da barba e metade da cabeça, jogando a tesoura pela janela, pelo mesmo motivo.

Coco Chanel

A famosa estilista francesa nunca se separava de suas tesouras: elas sempre estavam em sua bolsa ou penduradas em seu pescoço. Durante um evento, Chanel viu que sua modelo usava um vestido de outro estilista. Então, cortou a roupa e disse que daquele jeito ficava muito mais elegante.

Friedrich Schiller

Uma vez, o não menos famoso escritor alemão Johann Goethe, à espera de Friedrich Schiller em seu escritório, sentiu um cheiro desagradável. Em busca de sua fonte, abriu uma gaveta da mesa onde encontrou uma pilha de maçãs podres. Parece que o cheiro dessas frutas inspirava o escritor e o ajudava a trabalhar.

Charles Dickens

entretenimento preferido de Charles Dickens era visitar o necrotério em Paris, onde se exibiam corpos não identificados. Dickens admitiu: “Quando estou em Paris, uma força invisível me arrasta para o necrotério. Não quero ir para lá, mas continuo a ir”. Além disso, o famoso escritor costumava adotar uma dieta de champanhe por prescrição médica.

Henry Ford

O empresário e inventor americano adorava comer ervas daninhas. Ford ia para sua fazenda e arrancava tudo o que crescia sob seus pés para usar como ingrediente em sanduíches, saladas e sopas. Como precursor da indústria automobilística, Ford acreditava que o corpo humano era uma espécie de máquina e o combustível para isso era obtido do mundo exterior.

George Gordon Byron

Lorde Byron, um dos poetas britânicos mais influentes de todos os tempos, gostava muito de animais. Quando entrou na famosa universidade britânica de Cambridge, tentou levar seu amado cachorro, o que era estritamente proibido.

Para cumprir as regras estritas da instituição que proibia cães de estimação, o poeta comprou um urso treinado e o levou para o seu quarto. Quando tentaram repreendê-lo pelo que tinha feito, Byron pediu para que mostrassem a norma que proibia ter um urso como animal de companhia. No entanto, nada do tipo foi encontrado no estatuto e a administração foi forçada a aceitar a legalidade da permanência do animal. Durante todos os anos como estudante, o poeta e o urso dividiram o mesmo quarto.

Oscar Wilde

O escritor inglês Oscar Wilde também era amante de animais exóticos. Ele adorava passear com sua lagosta e costumava ir ao teatro acompanhado de seu rato branco.

Clark Gable

O famoso ator americano de E o vento levou era obcecado por limpeza. Ele trocava de roupa constantemente, tomava ducha várias vezes ao dia e, ao mesmo tempo, evitava tomar banho de banheira (não havia nenhuma banheira na mansão de Gable, apenas um chuveiro). Ele justificou dizendo que lhe dava nojo só de pensar em entrar em uma banheira com água suja.

Thomas Edison

O mundialmente famoso inventor americano tinha um método especial para recrutar pesquisadores. Ele convidava cada candidato para jantar, servia-lhe uma tigela de sopa e observava. Se o requerente colocasse imediatamente sal, sem provar o prato, o emprego lhe era recusado. Edison não queria trabalhar com pessoas que tiravam conclusões antes de conduzir a pesquisa.

Sarah Bernhardt

A “rainha do teatro” francesa se distinguia por seu comportamento extravagante. Ela tinha um caixão em seu quarto e sempre o levava quando se mudava. Sarah costumava usar o caixão para dormir, ler, rever seus trabalhos e até para posar para as sessões de fotos.

Ludwig van Beethoven

Há muitas lendas sobre as estranhezas do maior compositor de música clássica da História. Por exemplo, ele se barbeava em poucas ocasiões porque acreditava que o barbeador interferiria na sua inspiração. Além disso, não se importava com a aparência. Muitas vezes, usava roupas sujas e rasgadas e seus cabelos grisalhos costumavam ficar desgrenhados. Além disso, exigia que preparassem seu café com nada mais do que 60 grãos.

Bônus: David Bowie

Você se lembra da imagem lendária de David Bowie sem sobrancelhas e com cabelo ruivo espetado? Por muito tempo, acreditou-se que o cantor excêntrico tinha raspado as sobrancelhas em busca de uma estética diferente. Na verdade, ele as perdeu por causa de um colapso nervoso sofrido com a rejeição de sua música Drive-In Saturday.

Quem mais você acha que poderia estar neste post?

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