Incrível
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19 Pessoas que se cansaram de lidar com aproveitadores e sem-vergonhas

Durante a vida cruzamos com todo tipo de pessoa, umas são simplesmente encantadoras e outras são absolutamente desprezíveis. Mas normalmente uma das coisas que mais incomoda é quando cruzamos com pessoas que abusam da nossa confiança.

Pensando nisso, o Incrível.club separou ótimas histórias de pessoas que tiveram de enfrentar situações complicadas causadas por pessoas que não têm vergonha na cara. Confira agora mesmo!

  • Um dia, minha vizinha chegou e disse: “Arranjei uma casa para você com quatro dormitórios”. Meio sem entender, respondi: “Mas eu não estou pensando em me mudar. Além disso, somos três, por que eu compraria uma casa tão grande?” Só depois que eu fui descobrir que um dos dormitórios era para ela e para a sua família. Ela precisava se mudar e não tinha outra alternativa. © Graciela Rauduviniche / Facebook
  • Um senhor soube que o vizinho estava sem luz, ficou com pena e fez um esquema para que ele e sua família tivessem eletricidade. Alguns meses se passaram e ele percebeu que o vizinho não estava fazendo nada para resolver o problema. Um dia, cansado de esperar, disse ao vizinho que não poderia seguir ajudando com a luz. O homem ficou super incomodado e não quis mais falar com ele. Simplesmente se esqueceu dos meses que recebeu ajuda do vizinho. Gente mal-agradecida! © Brigida Carrion Carrion / Facebook
  • Um dia, emprestei uma churrasqueira elétrica para uma colega de trabalho. Tinha acabado de comprar e estava novinha em folha. Dois meses depois e nada de ela me devolver a churrasqueira, então eu disse que a queria de volta, porque não era minha, era da minha cunhada. Ela me entregou a churrasqueira imunda e teve a cara de pau de me pedir de novo. Disse para eu falar para a minha cunhada que ela estava sem dinheiro. Claro que não emprestei e parei de falar com ela. © Alina Ishikawa / Facebook
  • Uma vez, levei uma bomba de água que tinha parado de funcionar para consertar. Ela foi consertada, mas ao ser instalada, não funcionou. Levei de volta e pedi que consertassem de novo. Quando perguntei ao técnico quanto seria o conserto, ele me disse um preço mais alto do que o valor de uma bomba nova. Eu disse que preferia comprar uma nova e pedi que devolvesse a minha. Ele me disse que ficaria com ela como pagamento do que havia sido feito até aquele momento. É isso que eu chamo de roubo dissimulado. © Rodrigo Navarro / Facebook
  • Um homem que tinha ganhado minha confiança me pediu que o ajudasse a conseguir um empréstimo para a operação da esposa. Como ele parecia desesperado, decidi ajudar, mas dei uma quantia menor do que ele tinha dito. Ele ficou de joelhos e quase começou a chorar, disse que com essa quantia a operação não poderia ser realizada. Decidi entregar o dinheiro que ele tinha pedido, mas não assinei nenhum documento. Já se passaram 4 anos e eles não me devolveram nada. Já cobrei algumas vezes, mas nunca abriram a porta e nunca atenderam as minhas ligações. Um dia, me disseram que não tinham dinheiro e falaram que era para eu parar de incomodá-los. Tive de pagar o empréstimo e, na verdade, ainda estou pagando. Algumas pessoas são muito sem-vergonha. © Teresa De J Reyna / Facebook
  • Há muitos anos, uma vizinha, que já era um pouco velha, me disse: “Vizinha, seu galo entrou na minha casa. Lindo ele. Ele pode ficar com as minhas galinhas durante um tempo e depois eu devolvo?” Eu disse: “Tá bom”. Duas semanas depois, falei para ela me devolver o galo e ela disse que era dela, que tinha comprado e que eu estava enganada. Disse que ele jamais tinha voado para a casa dela. Era um galo peruano que minha mãe tinha comprado, e ela nunca o devolveu. © Patricia Pesantez Carpio / Facebook
  • Minha mãe foi roubada de uma forma descarada no centro da cidade. Um senhor pediu dinheiro para a passagem de ônibus para poder voltar para a cidade dele. Minha mãe, boa gente, perguntou quanto ele precisava. Com a voz muito baixa, disse 5 dólares; depois, 12 dólares e, depois, 15 dólares. No começo eu não disse nada para a minha mãe, porque sempre que falo alguma coisa ela fica mal. Depois de um tempo falei que ela era inocente demais e que o homem a tinha roubado descaradamente. © Natalia Nijimura Madarame / Facebook
  • Uma vez, emprestei o terno do meu filho para o filho de uma amiga. Ele iria usá-lo uma noite, mas me devolveu três meses depois, após muita insistência. Ele enfiou o terno na máquina de lavar e o tecido ficou parecendo velho. Além disso, os bolsos estavam rasgados, como se tivessem sido mordidos por um cachorro. Agora estão ressentidos e não falam comigo. Vê se pode! © Liu Matthews Linares / Facebook
  • Eu vivi algo assim com uma amiga. Bom, eu pensava que era minha amiga. Ela estava morando em outra cidade e casualmente precisei me mudar para lá por causa do trabalho. Ela sugeriu que morássemos juntas, para economizar. Acontece que no primeiro mês fomos ao supermercado e ela colocou no carrinho tudo o que precisava de coisas pessoais, além das coisas que ambas iríamos usar. Achei que na hora de pagar ela pegaria as coisas dela e dividiríamos as coisas comuns, mas não, passou tudo junto e eu tive de pagar metade da compra inteira. Naquele momento achei melhor não dizer nada, mas ao chegar em casa reclamei. Ela então me disse que eu deveria agradecer por estar morando na casa dela. Como já tinha pago um mês de aluguel, fiquei até o fim do mês e depois me mudei para uma pensão, onde fiquei até o fim da temporada de trabalho na cidade. Nunca mais falei com ela. © Maria Angelica Faundez Soto / Facebook
  • Meus pais tinham uma mangueira que ficava em uma vala para que os vizinhos pudessem utilizar. Isso durou algum tempo, até que um dia minha mãe quis usá-la e viu que alguém a tinha cortado pela metade. A resposta do vizinho foi que eles precisavam de um pedaço. Também disse que simplesmente achou que a mangueira também fosse deles. © Merche Zgz / Facebook
  • Um “amigo” sempre pedia coisas emprestadas e nunca devolvia nada. Uma vez, meu irmão emprestou umas chuteiras para ele. Após alguns meses, ele as devolveu, mas elas haviam sido modificadas. Aparentemente, ele as vendeu e depois precisou pedir de volta. Eu também emprestei um livro, mas como vocês podem imaginar, ele nunca me devolveu. © Jairo Sevilla / Facebook
  • Um dia, um amigo encontrou uma malinha com dinheiro. Isso foi na saída da formatura. Ele chegou em casa e comentou o achado com o pai. Eles viram que havia uma identificação e um número de telefone. O pai disse: “Liga para devolver”. Ele ligou para o dono da mala e o homem pediu que ele fosse entregar. Além disso, teve a cara de pau de contar o dinheiro na frente do meu amigo. © Rafael Ramirez / Facebook
  • Comigo a história aconteceu com dois velhinhos (que não eram meu avós). Eles viviam reclamando dos filhos, portanto eu ou ajudava economicamente; eles diziam que os filhos não eram bons com eles, não ajudavam com nada e nunca os visitavam. Ou seja, sempre que podia, passava por lá e fazia uma visita. Um dia, passei para deixar duas refeições que havia comprado em um restaurante e vi que eles estavam recebendo em casa uma visita das filhas e da neta. Eu disse: “Aqui está o almoço. Bom apetite”, ao que eles responderam: “Mas somos cinco. Vai faltar”. E eu respondi: “Desculpe, não tenho mais, passo outro dia”. Fui embora correndo e nunca mais voltei. © Liliana Coo / Facebook
  • Um dia, uma vizinha me pediu a mangueira. Como ela não devolvia, fui até a casa dela para pedir de volta. Quando disse que queria a minha mangueira, ela me disse para não ser descarada e completou dizendo que sabia que eu tinha outra. Simplesmente respondi: “Sim, tenho outra, mas, em primeiro lugar, a mangueira é minha; em segundo lugar, tenho duas porque preciso, porque uma fica na máquina de lavar e a outra eu uso para lavar o quintal e regar as plantas”. Bom, ela ficou brava e me devolveu, mas me disse que queria de volta, porque ia usar. Obviamente que nunca mais emprestei a mangueira para ela. © Oriella Vega / Facebook
  • Eu tinha uma conhecida que dava muitas coisas para a minha bebê. Um dia, ela disse que tinha de ir a um lugar e eu falei que passava na casa dela para dar uma carona. Ela dizia que não usava o carro do marido, que sempre estava na garagem, porque se algo acontecesse, o marido ficaria muito bravo. Bom, passei lá com a minha caminhonete, que é mais antiga e bebe mais gasolina do que o carro de luxo dela, mas ela simplesmente queria que eu fosse o táxi do filho de uma amiga dela. Dei meia volta e fui embora. © Vanessa Torres — Garcia / Facebook

Você já teve alguma experiência com uma pessoa muito cara de pau? O que aconteceu e qual foi a sua reação?

Imagem de capa Liliana Coo / Facebook
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