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15 Histórias que mostram que trabalhar com público requer muita sabedoria

Trabalhar com o público pode ser um tanto complexo, e só vivendo para saber. Às vezes, é possível dar sorte de pegar somente clientes gentis, que gostariam de ser atendidos e irem embora, todavia, de vez em quando, os funcionários dão de cara com indivíduos mal-educados e que não estão passando por um bom dia, descontando tudo na primeira pessoa que aparece. Na hora é necessário ser simpático, mas o sentimento fica guardado, e muitas vezes rendendo (não tão) boas histórias.

Nós, do Incrível.club, separamos alguns relatos dos nossos internautas do Facebook que contaram como é a vida trabalhando com atendimento ao público.

  • Eu trabalhava em um bazar e veio uma senhora com um saquinho plástico cheio de moedas. Mostrei para ela umas bolsinhas para colocar moedas. Ela escolheu uma, contou o dinheiro e para comprar a bolsinha, deixou todas as moedas na loja. Ou seja, a levou vazia. Maria De Lurdes Fernandes/Facebook
  • Uma cliente ligou no restaurante onde trabalho para saber se tinha caldos. Falei que sim e passei os preços referentes aos potes com 350 mL, 500 mL e 1 litro. Ela então respondeu rapidamente: “Mas eu nem sei a quantidade que é a de 1 litro”. Silêncio total no telefone. Me faltaram palavras. Rose Leao/Facebook
  • Na Espanha, uma vez, atendi uma senhora já de idade no hortifruti em que eu trabalhava. Ela vinha acompanhada do neto de 10 anos e me perguntou se tinha fruta cortada para levar. Falei que sim, que tinha bandejinha com melão e melancia fatiada. Me respondeu que o neto não gostava dessas frutas e perguntou se tinha outra opção, respondi que não.
    — Não pode me vender uma maçã descascada? — A senhora me questionou.
    — Sim, mas a maçã vai oxidar muito rápido. Se a senhora quiser, eu posso lavar. — Sugeri.
    — Não, ele só come se a gente descascar... Que mais posso levar? — Continuou.
    — Uvas, senhora. Se preferir, eu as lavo. — Respondi.
    — Você também poderia descascá-las e tirar as sementes? — Ela me perguntou.
    No final, não comprou nada e eu fiquei pensando no pobre do menino. Mony Sousa/Facebook
  • Acho que uma das minhas melhores histórias sobre atendimento ao público foi no dia em que um senhor virou para mim e me perguntou (de forma rude) onde era a seção de anabolizantes. Falei: “Seção de quê, senhor?” Aí, ele respondeu: “Aquele negócio que coloca na cara e sai fumaça”. Logo em seguida para confirmar, eu perguntei: “Ahh... O nebulizador?” Ele, todo sem graça, respondeu: “É isso mesmo!” Léia Dias/Facebook
  • Certa vez, chegou no caixa uma senhora de idade e um pré-adolescente e pegaram um pacote de preservativo. Até aí normal. Como em uma cidade de colonização italiana, a nonna começou a me contar em alto e bom som e para o mercado inteiro ouvir, que o neto havia arrumado uma namorada e tinha vergonha de fazer aquela compra. Na hora, achei que ele ia desmaiar. Richi Noronha/Facebook
  • No supermercado onde trabalho, no açougue, uma senhorinha vira e fala para o açougueiro, que estava de luvas: “Dá para arrumar minha carne sem pôr a mão?!” Silêncio total. Sentei no chão da seção de frios, que é o meu setor, e gritei: “JUNIOR, ARRUMA COM O PÉ!!!!!” Não aguentei. Adriana Fagundes/Facebook
  • Trabalhei num supermercado grande à noite, e um cliente discutiu muito feio comigo por não querer pagar o estacionamento. Era obrigatório, pois ele ficou horas na loja e não comprou nada. Meu emprego anterior era de segurança de balada, então eu sabia lidar com esse tipo de situação, mesmo ele me tratando muito mal. No dia, agi normalmente. O gerente viu meu comportamento e uma semana depois me promoveu. Algum tempo depois, o cliente voltou, pediu desculpas e me comprou uma caixa de chocolate. Somos amigos até hoje, mesmo eu não trabalhando mais lá. Mauricio Neto/Facebook
  • Uma vez, quando era caixa no mercado, estava me sentindo mal. Uma senhorinha notou que eu estava estranho e perguntou o que eu tinha. Contei que estava com o estômago ruim e ela foi embora. Porém, voltou uns 15 minutos depois com um chazinho para tentar resolver o meu problema. Leandro Allison/Facebook
  • Setor de calçados de uma loja de departamentos, cliente vem em minha direção com um sapato na mão e pergunta: “Tem desse modelo no meu número?” Eu fico parada, esperando o complemento da pergunta. Nada acontece, então respondo: “Tem sim, vou buscar”. Keli Wolf/Facebook
  • Quando fui operadora de caixa, teve um cliente que me perguntou qual era o brinquedo que vinha dentro do Kinder ovo. Sexta-feira da Paixão, supermercado lotado e eu estressada por estar trabalhando no feriado. Simplesmente falei para ele que esse poder eu ainda não tinha! Késsia Monteiro/Facebook
  • Trabalho em um atacadista e há clientes que estão lá todos os dias (donos de pizzaria, padaria, restaurante e etc.). Então, quando vejo que estão levando grandes quantidades de um produto que no outro dia estará em promoção, sempre aviso e eles me adoram. Rose Rodrigues/Facebook
  • Quando tinha 19 anos, comecei a trabalhar em uma clínica de diagnóstico por imagem, ou seja, muitos de nossos clientes, pelos mais diversos motivos, chegavam preocupados e nervosos. Em um belo dia, uma paciente chegou toda “tranquilona”, falando alto, dando gargalhadas... Destoava um pouco com o ambiente ao qual estávamos acostumados. Ela pediu para usar nosso telefone para fazer uma “ligação urgente” para alguém da família. Pois bem... Emprestamos o aparelho (era antes da época da popularização dos celulares) e ela começou a bater o maior papo furado com a pessoa do outro lado da linha. Ou seja, estava usando o nosso telefone para namorar sei lá quem. Resultado: para não desagradar a figura, inventamos que precisávamos usá-lo para ligar para sei lá que médico e ela, a muito contragosto, finalizou o papinho de namoro e desligou. Até hoje eu tenho a impressão de que essa moça ficou com raiva de nós. Acredita?!

Você já passou por alguma situação similar? Como se saiu dessa? Conseguiu ser simpático ou era evidente no seu rosto como estava indignado? Conte para gente nos comentários!

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