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15 Pessoas que não são indiferentes à injustiça e fazem questão de deixar isso bem claro

A verdade é que o senso comum é um conceito mais abstrato do que se imagina. E por mais que sejamos cordiais com estranhos nas ruas, há sempre os famosos “sem noção” — aqueles que se acham no direito de desrespeitar os outros apenas porque estão tendo um dia ruim ou porque sabem que nem todos têm coragem de revidar. No entanto, por vezes encontramos alguns corajosos, que sabem exatamente como responder e não ficam calados.

Nós, do Incrível.club, tentamos sempre ser educados com qualquer pessoa, mas talvez poderíamos aprender uma coisa ou outra com os heróis da nossa seleção de hoje. Acompanhe!

  • Hora do rush. O trem estava lotado. Uma moça jovem resolveu colocar a bolsa no assento que havia acabado de ser liberado e continuou mexendo no Instagram. Uma senhora se aproximou e disse: “Moça, se você não vai se sentar, então por favor retire sua bolsa”. Ignorou. Uma outra mulher viu o que aconteceu, se aproximou e sentou em cima da bolsa. Tudo que se ouvia era o barulho de algo quebrando, como se estivesse em pedaços. Na parada seguinte, a garota pegou a bolsa e saiu do transporte com lágrimas nos olhos. © Regenwurm / Pikabu
  • Sou psicólogo e trabalho em uma clínica infantil. Uma mulher entrou no meu escritório e disse: “Sou sua colega e gostaria de saber se poderia me ajudar com os materiais para a conferência”. Ajudei. Depois de novo: “Pode me quebrar um galho, por favor?” Quebrei. Ela trabalhava como médica em uma escola. Próximo pedido: “Meu filho tem gagueira, não poderia atendê-lo? Ele tem 20 anos”. Eu: “Sem problemas, é só trazê-lo para a clínica”. Ela abriu um sorriso de orelha a orelha, e terminei a frase: “Também temos serviços pagos para adultos”. Deviam ter visto o olhar que ela me deu quando se despediu. © Krujevnitsa / AdMe
  • Era manhã e o vagão do metrô estava cheio. Entrou uma mulher com suas duas crianças e — ao se aproximar de mim — disse em um tom imperativo: “Levante para meus filhos sentarem”. Eu disse que estava cansada e que ficaria sentada. Ela, então, explicou que os filhos poderiam cair e bater a cabeça. Respondi que não: estava exausta do trabalho e também poderia cair e bater a cabeça. Ela revirou os olhos e se aproximou da porta com as crianças. Depois de alguns segundos, uma senhora bem velhinha entrou, parou ao meu lado e decidi lhe ceder o meu lugar. Segurei o sorriso ao ver a cara que aquela mulher fez quando viu isso. A moral dessa história é que sempre que for pedir algo para alguém, não esqueça da educação. © Shulgina87 / Pikabu
  • Estava na fila do mercado. Deixei a senhora, que estava atrás de mim, passar na frente. Ela pôs seis rolos de papel higiênico na esteira, e a garota do caixa deu uma risada. Depois a velhinha disse que não tinha dinheiro suficiente para pagar tudo. Pediu, então, para retirar alguns rolos da conta, e a vendedora soltou: “E agora eu preciso ir colocar tudo de volta no lugar? Já que pegou, agora pague”. Não aguentei ouvir aquele desrespeito e paguei o restante que faltava. A senhora me agradeceu, se desculpou e saiu chorando. Resolvi, então, dar uma lição naquela mulher: escolhi diversas coisas, localizadas em cada canto do mercado. O total deu uns 300 reais. E, depois de passar todas as compras, eu disse: “Ai, caramba, esqueci o dinheiro em casa”. Quando vi o rosto dela ficando pálido, me despedi e saí com um sorriso no rosto. © LiliyaLotos / Pikabu
  • Minha vizinha é uma mulher muito nervosa e barulhenta: grita às 2h da manhã, sai para a varanda para conversar no celular, mas, ao mesmo tempo, é bastante supersticiosa e acredita em todo tipo de coisa. Resolvi agir e deixei um recado na porta dela: “Se eu escutar barulho depois das 10h da noite, vou amaldiçoar todos os inquilinos desse andar. Atenciosamente, descendente de bruxa”. O silêncio reina há uma semana desde então. Meus agradecimentos ao universo por ter feito eu assistir a todos aqueles filmes de bruxas quando criança. © Подслушано / VK
  • Uma noite, meu pai estava andando por uma rua pouco iluminada e foi abordado por dois rapazes alcoolizados. Quando notou que não sairia dali sem briga, uma mulher apareceu do nada: o segurou pela mão, deu um tapa na cara dele e, então, agradeceu aos rapazes por terem o encontrado, pois “ele não aparecia em casa havia três dias e só pensava em beber”. Os jovens ficaram confusos com a situação e passaram direto. Foi assim que minha mãe e meu pai se conheceram. © Подслушано / VK

  • Estava na fila da policlínica. O penúltimo era um senhor muito simpático, que estava contando histórias engraçadas para todos. Atrás dele, uma garota. Então apareceram duas mulheres no corredor, e uma delas logo perguntou:
    — Quem é o último da fila?
    — Eu — disse a garota, que realmente era a última.
    A mulher respondeu:
    — Querida, estou com muita pressa. Você é jovem e consegue esperar mais do que eu, então vou na sua frente bem rápido.
    A menina corou, abaixou a cabeça e não quis discutir. Muitas pessoas da fila começaram a reclamar daquilo. O senhorzinho escondeu o sorriso, encostou no ombro da menina e disse em voz alta:
    — Que última?! Eu estava atrás de você, menina. Eu sou o último da fila!
    A mulher impaciente revirou os olhos — insatisfeita — e respondeu ao homem:
    — Tudo bem, vou depois do senhor.
    Mas o velhinho não ficou satisfeito:
    — Não, não, moça. Atrás de mim está aquela moça lá — e apontou para a segunda mulher que havia aparecido junto dessa no corredor.
    Ela entendeu o que estava acontecendo, abriu um sorriso e soltou:
    — Ah, é verdade. Eu apenas saí por alguns minutos para ir ao banheiro. © zzaets / Pikabu

  • Um homem gritava com a moça do caixa do supermercado: falava cada vez mais alto, pois sabia que ela não podia respondê-lo no mesmo tom. Ele, então, disse: “Não quer trabalhar aqui, então vá limpar a rua”. Depois dessa, a mulher respirou fundo e, calmamente, respondeu: “Senhor, mas como eu poderia tirar o seu emprego?” O homem ficou tão surpreso com a resposta que se calou. Todas as pessoas da fila começaram a rir. © Людмила Новокшанова / Facebook
  • Estava num mercadinho à noite e apenas um caixa funcionava. Fila enorme. Atrás de mim, uma garota. Atrás dela, três rapazes. Os meninos deviam estar entediados e resolveram colocar música para tocar no celular. Sem fones de ouvido. Um homem bem forte, então, tomou lugar atrás dos rapazes. A garota atendeu uma ligação e começou a dizer em voz alta: “Sim, estou na fila e uns moleques estão ouvindo rap no celular aqui. Se eles não desligarem essa música, tenho certeza que vai ter briga”. O homem, que estava atrás deles, resolveu se divertir um pouco. Ligou para alguém e soltou:
    — Carlinhos, tá em casa agora? Ótimo! Quantas pessoas estão com você? Perfeito. Venham aqui no mercado da esquina, apareceu um imprevisto.
    Daí eu também quis entrar na brincadeira e liguei para o meu marido:
    — Alô, amor. Pode vir aqui no mercado, por favor? Estou com medo, pois acho que vai rolar uma briga feia aqui na fila. Uns meninos estão escutando música alta e parece que uns homens e a polícia já estão vindo para cá.
    E o esperado aconteceu: os rapazes desligaram a música na hora, deixaram os produtos no chão e foram embora correndo. É isso que chamo de trabalho em equipe. © kenaz / Pikabu

  • Estava dentro de um ônibus lotado com meu filho de 3 anos e meio nos braços, pois não havia lugar vago. Enquanto tentávamos sair na nossa parada, escutei as pessoas reclamando: “Onde já se viu andar com criança pequena desse jeito?”, “que mãe é essa?”. Não tive forças para responder e simplesmente ignorei. Quando estávamos descendo do veículo, meu filho se virou e gritou: “Silêncio, pessoal! Tô indo pra escolinha”. Todos caíram na gargalhada. © Светлана Самойлова / Facebook
  • Já roubaram minha carteira no metrô e no shopping. Lembro ter chorado ambas as vezes, pois nunca tive muito dinheiro, então foi bem difícil de aceitar. Depois de um certo tempo resolvi dar uma lição nessas pessoas: comprei carteiras falsificadas, que realmente pareciam ser de marca, e as deixei na lateral da mochila com o bolso aberto de propósito. Dentro da carteira, coloquei uma pequena boneca de vodum e uma mensagem dizendo que se continuassem a furtar, seriam “amaldiçoados”. Desde então, já fui roubada cinco vezes. Um dia, ainda vou salvar a cidade dos ladrões! © Подслушано / VK
  • Minha avó é uma mulher guerreira e com personalidade forte. Um dia, ela estava no metrô e escutou duas meninas falando mal dos passageiros em inglês, pensando que não entenderiam. Fizeram comentários maldosos sobre várias pessoas. O que elas não sabiam é que minha vovó deu aula de inglês por anos e estava entendendo tudo. Antes de sair na estação, ela respondeu os comentários das garotas em inglês e pediu que elas se desculpassem na frente de todos do vagão pelo que tinham dito. Depois disso, ainda recebeu uma salva de palmas.

E como você lida com as pessoas “sem noção”? Se tiver alguma dica, por favor compartilhe conosco e com os outros leitores!