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14 Histórias divertidas que o levarão de volta à infância

Quase todo mundo tem uma história de infância que dá vergonha ou faz rir.

O Incrível.club propõe que você se esqueça por um tempo de suas preocupações e conheça essas histórias infantis. Selecionamos apenas as mais divertidas.

  • Quando era pequena, era uma garota muito generosa. Eu também gostava muito do desenho de As Tartarugas Ninja e pensava que elas realmente viviam nos esgotos. Sentia pena de elas apenas comerem pizza, então decidi lhes levar panquecas. Felizmente, minha mãe me interceptou com o prato na porta, quando me dirigia até a boca de esgoto.
  • Quando criança, tinha uma brincadeira estranha: pegava duas sacolas, colocava travesseiros e me sentava no sofá e... ficava assim, sentada. Por muito tempo, em média, cerca de uma hora. Quando minha mãe me perguntava o que eu estava fazendo, respondia seriamente: "Mamãe, não me toque, estou viajando no trem!"
  • Vivíamos nos Estados Unidos. Uma vez, quando criança, brincava no jardim e, de alguma forma milagrosa, desenterrei uma TOUPEIRA. Corri com o bicho até minha mãe, dizendo: "Olhe que cachorrinho feio!" Mamãe ainda tem medo de toupeiras e eu também... Um pouco.

  • Quando tinha 10 anos, pensava que quando crescer iria apresentar o programa da Xuxa. Todas as garotas da escola assistiam o programa e eu anotava as letras das músicas em uma folha de papel. Depois de memorizá-las, disse na aula que conseguia cantar o disco inteiro. As meninas ficaram encantadas! Nos recreios, juntavam um monte de cadeiras, penduravam suas jaquetas e nos escondíamos debaixo da mesa, como se fosse uma casinha. Enquanto cantava as músicas, elas não deixavam que os meninos entrassem, dizendo que era "coisa de meninas" e eles não deveriam estar ali. Eu me sentia como uma estrela.
  • Até 5 anos, no inverno, eu me vestia com muito cuidado para fazer caminhadas, porque estava apaixonada... por um boneco de posto. Qualquer um deles, não havia nenhum específico. E, toda vez que minha mãe tentava me convencer a vestir calça, e não um vestido de festa, ela dizia que o cara me amaria da mesma maneira. Pensei então: como é isso de não me amarem por causa da minha beleza? E agora entendo o que ela queria me dizer. No álbum de família, há uma imagem na qual eu dou um beijo na bochecha de um boneco, dobrando minha perna no ar. Uma garota cheia de bons ventos...
  • Quando éramos pequenas, brincávamos de espiãs. Vimos um morador de rua na rua e seguimos seus movimentos diários ao longo de todo o verão. Depois de 2 meses, ele nos deu um nota de 20 reais, para que o deixássemos tranquilo.
  • Quando era criança, decidi escrever um testamento. Todos os meus brinquedos foram deixados para o gato, meu quarto para o Ale, o sem-teto do bairro que sempre me cumprimentava, e meu livro deveria ser entregue ao meu irmão (acabávamos de brincar). Levei essa lista para a minha tia e lhe pedi que "selasse" o documento. Ela, uma mulher engenhosa, enviou cópias para todos os parentes e colocou o original em uma moldura, na sua mesa de trabalho, ao lado dos diplomas.
  • Cerca de 10 anos atrás, eu estava voltando com meu irmão da escola. Paramos na esquina de casa, porque vimos algumas janelas espelhadas, onde só podíamos nos olhar se saltássemos (éramos muito pequenos). Bem, começamos a saltar. Nós ficamos com calor e começamos a fazer caretas, gritando selvagemente e desumanamente. Continuamos até que um homem sério, vestindo um terno saiu e disse: "Com licença, desculpem, mas temos uma reunião aqui, maldita seja".
  • Quando eu era pequena (talvez uns 7 anos de idade), morávamos em um apartamento no 2.º andar e estava apaixonado por um menino do terceiro. Sua varanda ficava bem em cima da nossa e, quando eu ia para a cama, elegantemente estendia minha mão esquerda sobre o cobertor para que, de repente, meu príncipe descesse (em um cipó, como o Tarzan) ao meu quarto. Seria mais fácil para ele colocar o anel no meu dedo!
  • Quando eu tinha 6 anos, fui com minha avó comprar mantimentos no mercado. Nós nos aproximamos do balcão onde havia uma fila com várias pessoas e uma das senhoras disse à minha avó: "Que neta linda!". Eu, sem pensar muito, tirei meus shorts e a cueca e disse: "Eu sou um neto!"
  • Quando eu era pequena, meu pai raspou a cabeça. Não o reconheci e me assustei. Quando adormeceram, liguei para minha avó e disse a ela que minha mãe estava dormindo com um homem estranho. Dez minutos depois, minha avó estava em nossa casa e acabei ganhando um castigo.
  • Na minha infância, eu realmente não compreendia por que todas as pessoas que sorriam mostravam seus dentes inferiores e eu não. Estava muito preocupada com isso, então tentei rir mostrando meu maxilar inferior. Agora, todos os álbuns da minha família estão cheios de fotos com rostos felizes de meus parentes e o meu sorriso, semelhante ao de um louco esquizofrênico ou de uma fera selvagem constipada que caiu em uma armadilha.
  • Uma das mais fofas lembranças da infância aconteceu num inverno, à noite. Minha mãe entra em casa e fecha a porta rapidamente, para que o frio não entre. As luzes estão acesas, usamos meias de lã e pijamas. Nós rimos, conversamos. Tomamos chá na cozinha, antes de irmos para a cama. Desejamos boa noite uns para os outros. Eu durmo no quarto da minha mãe, ela me cobre com um manto grosso, traz o gato Mupi, coloca-o aos meus pés. Antes de adormecer, conto para minha querida mãe os meus segredos. Eu já cresci, mas eu daria tudo por mais um dia assim.
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