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15 Coisas que você deveria jogar fora em vez de manter em casa

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Em maior ou menor grau, quase todo mundo tem seu lado “acumulador”. É normal juntarmos em casa itens sem utilidade que, no final das contas, acabam ocupando espaço e acumulando poeira desnecessariamente. Nessas situações, o mais recomendado é fazer uma faxina uma vez ou outra para se livrar dessas “tralhas” de que você não precisa mais, deixando seu lar mais organizado e aconchegante.

Talvez ao ler este post você se pegue pensando que já se desfez de alguns itens de que não precisava, como móveis velhos ou aquele conjunto de tricô de gosto duvidoso da sua bisavó. Mas o Incrível.club vai tratar, aqui, de outras quinquilharias que você talvez ainda não tenha notado. Confira!

1. Notas e cupons fiscais

Manter o controle das despesas é importante. Mas guardar pilhas de recibos e notas fiscais não é a melhor forma de organizar suas finanças. Tais papéis (especialmente os chamados cupons fiscais, aqueles impressos pela maquininha de cartão) perdem a tinta com o passar do tempo, principalmente por conta dos raios solares. No entanto, esconder esses documentos no fundo da gaveta não irá ajudar muito. A diferença é que vão durar por um pouco mais de tempo do que se estivessem à luz do sol.

A melhor alternativa é manter um arquivo de notas eletrônicas. Como hoje em dia usamos cartões para pagar quase tudo, o controle desses gastos é relativamente simples, bastando conferir a conta bancária ou a fatura do cartão, tudo on-line. Caso tenha realizado uma compra de valor elevado e queira, ainda assim, ter o comprovante em mãos, basta tirar uma foto da nota fiscal.

2. Joias sem par

Quem nunca perdeu um brinco de um par? O que fazer com o outro que restou? Usar um brinco “desparceirado” não é a melhor ideia, a não ser que você vá para uma festa vestida de pirata. Vender também não é uma opção. Nesse caso, há duas opções: se forem de bijuteria simples, você pode simplesmente descartar. Caso sejam de metais preciosos, é possível penhorar.

Mesmo com essas opções, muita gente prefere não se desfazer de suas joias. Isso porque elas podem ser lembranças de algum momento importante, por exemplo. Se esse é o seu caso, uma dica interessante é levar a uma joalheria ou a um ourives de confiança e pedir para transformar a peça em uma nova joia — por exemplo, um anel ou um pingente.

3. Mídias defasadas tecnologicamente

Essa categoria inclui todos os itens que você parou de usar por conta do progresso tecnológico, como fitas em VHS, disquetes, CDs e DVDs. Tudo bem, talvez seja aquela “coleção de estimação” e você não queira simplesmente jogar fora os tesouros dos anos 90 e 2000, mas lembre-se do seguinte: o mais provável é que esses itens estejam simplesmente acumulando poeira. Com qual frequência você sacia sua nostalgia assistindo a um filme em VHS? Hoje temos inúmeras opções mais rápidas e eficientes. Além do mais, a fita magnética de alguns cassetes perde a função com o passar dos anos. Por isso, se tiver a gravação de algum evento importante, como seu casamento ou os primeiros passos do seu filho, é melhor digitalizar o conteúdo para não perdê-lo depois.

4. Cadernos escolares antigos

A palavra “nostalgia” vem do grego e significa algo como “dor pela distância de casa”. Quase todo mundo gosta de rever fotos e cadernos velhos. Mas esse também é o principal motivo pelo qual muita gente guarda coisas sem utilidade em casa. Muitas pessoas mantêm seus cadernos escolares e diários como boas lembranças. No entanto, esses objetos ficam em gavetas e no fundo de armários por anos sem serem tocados só para que, um belo dia, sejam mostrados aos filhos por alguns minutos — para, em seguida, retornarem ao fundo do armário.

Sejamos práticos. Se realmente quer relembrar do passado, basta ver as fotos do álbum de família ou do colégio. Cadernos velhos com o “trabalho de casa” ou os “exercícios de Matemática” só vão acumular poeira. Leve seus cadernos para a reciclagem. Pense que, desta forma, você estará “dando a eles” a oportunidade de receberem novas e lindas histórias.

Por fim, cabe aqui uma exceção: diários pessoais. Se você tem um de 10, 15 ou 20 anos atrás e se esse diário realmente era pessoal — se nele você escrevia sobre seus pensamentos e dilemas -, talvez valha a pena ser guardado com carinho. Mas tenha em mente que o importante é não exagerar na quantidade de quinquilharias.

5. Livros escolares

Livros escolares ou de cursos, em geral, costumam ter uma espécie de “prazo de validade” na vida de uma pessoa. Concluída a graduação ou terminado o curso, eles tendem a perder boa parte do interesse. Quando foi a última vez que você escolheu um desses livros da estante para ler no seu tempo livre? Quanto tempo já passou desde que você se formou?

Calma, não estamos dizendo para você jogá-los no lixo. Mas deixar conhecimento valioso parado na prateleira também não é a melhor ideia. Faça uma avaliação do que você não lê mais e doe para alguma biblioteca ou para alguma instituição de caridade se os materiais estiverem em boas condições. Caso não estejam bem conservados, você pode levá-los para locais onde se faz a reciclagem e eles ganharão uma nova vida.

6. Roupa de cama velha

Deitar na cama depois de um dia duro de trabalho é um dos melhores prazeres da vida. E é preciso admitir que uma roupa de cama limpa e macia desempenha um papel muito importante nisso. Se você possui um conjunto de fronhas e lençóis adquirido nos anos 2000 (e em uso desde então), é bem provável que essas peças já estejam muito gastas. Roupas de cama desbotadas ou que acumularam sujeira demais devem ser descartadas ou doadas.

Se você é defensor de um estilo de vida mais consciente e ecológico, pode reciclar esses tecidos e fazer outras coisas úteis para sua casa. Muitas lojas, aliás, aceitam tecidos velhos como doação. Basta pesquisar quais locais fazem isso na sua cidade.

7. Presentes de mau gosto ou quinquilharias

Decorações pequenas ou ímãs de geladeira recebidos como presentes de amigos e parentes, vasos de plantas de gosto questionável ganhos de algum amigo; perfumes que só nos fazem espirrar...vamos combinar: ninguém é obrigado a guardar um presente de mau gosto, por mais que esse presente tenha sido “de coração”. Em outras palavras, você não vai deixar de amar a sua tia só porque jogou fora aquele vaso horrível que ela te deu de casamento.

Novamente: se não quiser jogar no lixo, há diversas outras opções, como doar, vender ou (re) presentear a algum conhecido. Caso não encontre nenhuma pessoa que queira seus “presentes”, crie coragem e jogue-os no lixo.

8. Jogos de tabuleiro incompletos

Não dá para jogar xadrez, damas ou “Banco Imobiliário” se estiver faltando alguma peça. A falta de um dado, uma carta ou até um peão pode transformar seu jogo inteiro em algo sem qualquer utilidade. Se seu gato comeu algumas peças do quebra-cabeças, a imagem final nunca ficará completa. Nem bonita. Jogos foram criados para serem jogados, não guardados no armário. Por isso, se desfaça dos jogos velhos e incompletos e compre novos.

9. Hobbies abandonados

Lembra daquela vez que você quis aprender a costurar? Comprou linha, agulhas e começou a fazer belos bordados, certo? Mas depois de alguns dias, você notou que aquela atividade não era bem a sua praia: os dedos doíam e os olhos ficavam cansados de olhar com tanta atenção. Você começou a notar que aquele passatempo não te dava mais prazer. Por isso, colocou todos os materiais na última gaveta do armário e, de vez em quando, se lembra de que eles estão lá quando faz alguma faxina.

A verdade é que muito dificilmente você usará aqueles itens novamente. Um conjunto de bordado é um excelente presente para pessoas que realmente gostam e que talvez precisem. Claro, você também pode vender em sites especializados. A arte de desapegar merece ser praticada com mais frequência, tanto para nos ajudar, como para ajudar os outros.

10. Blocos de anotações que ninguém usa

O amor por blocos de anotações existe até em pessoas que não escrevem com a caneta há anos. Logo na entrada de livrarias, há diversos caderninhos com capas lindas e designs originais que captam a nossa atenção quase que imediatamente. E, assim, tentamos criar inúmeras desculpas para justificar aquela compra.

Tudo bem, nos primeiros dias até escrevemos algumas coisas neles. Mas depois, a maioria os relega àquela pilha de outros cadernos velhos que foram adquiridos em algum momento de intensa inspiração e que se transformaram em depósitos de poeira. A solução é a mesma de outros itens que já mostramos aqui: doar, reciclar ou jogar fora.

11. Cabides finos

Cabides de arame finos demais não são nada práticos. Em primeiro lugar, as roupas podem ficar presas no gancho e rasgar. Além disso, peças penduradas em cabides finos por muito tempo podem se deformar. Cabides de boa qualidade, mais estruturados, geralmente possuem um formato que imita os nossos ombros, de modo que as roupas mantêm o formato ideal enquanto estão no armário. Sem contar que o aspecto visual do seu guarda-roupa ficará muito melhor com cabides de mais qualidade e maior durabilidade.

Por isso, a opção mais recomendada e durável, que não danifica as roupas, é usar cabides grossos de madeira. Se você possui cabides mais finos, considere a hipótese de se livrar deles.

12. Vasos de flores vazios

Manter plantas em casa requer dedicação. Conforme elas crescem, pode ser necessário trocar de vaso. Há ainda aqueles casos em que uma determinada espécie não se adapta às condições do ambiente e acaba morrendo, deixando o vaso com terra “desabitado”. Ocorre que, nesses casos, infelizmente é comum a pessoa acabar “se esquecendo” de plantar algo. Se você está nessa situação e possui um vaso sem qualquer planta há mais de um ano, não pense duas vezes antes de jogá-lo no lixo ou doar. Quando decidir adicionar mais uma planta à sua coleção, será mais fácil comprar um pote especialmente para ela.

13. Carregadores velhos

Você já tem um celular com entrada tipo C (usado, por exemplo, nos aparelhos Samsung ou Motorola) há muito tempo, mas ainda encontra em casa carregadores de aparelhos antigos, daqueles “tijolões”? Dá para entender que as pessoas têm apego a determinados objetos antigos, mas custamos a acreditar que alguém tenha “conexão emocional” com um carregador de celular. Então, abandone as desculpas e livre-se dele já.

14. Sobras de materiais de construção

Reformas inevitavelmente resultam em alguma sobra de material de construção: meia lata de tinta, algumas tábuas laminadas ou diversos pincéis e itens pequenos. E, nessa situação, a maioria das pessoas acaba pensando mais ou menos da mesma forma: “melhor guardar, vai que preciso pintar ou consertar alguma coisa depois”.

Sejamos honestos: a verdade é que dificilmente você conseguirá usar restos de materiais ou terá necessidade deles. Isso sem contar que no caso específico de tintas, por exemplo, é bem provável que estraguem ou endureçam antes que você tenha a necessidade de usá-las novamente; mesmo armazenadas da forma correta, elas têm um prazo de validade de no máximo dois anos.

15. Eletrodomésticos

Você mantém aquele secador de cabelo velho em casa, pois ele ainda “meio que funciona”, mesmo já tendo um novo? Tem uma torradeira que foi usada só no primeiro mês após a compra? Possui um espremedor de frutas e quase nunca se lembra de que ele existe? Pode ser difícil de admitir, mas, lá no fundo, você sabe que está na hora de se desfazer desses aparelhos.

Ok, não é uma boa ideia jogar fora aparelhos em funcionamento, ainda mais se forem novos. Mas então que tal vendê-los? Basta anunciar em sites especializados.

Você costuma se desfazer de “tralhas” de casa? Tem alguma dica para conseguir se livrar de coisas de que não precisa mais? Compartilhe!

Imagem de capa Saches / pikabu, youla.ru
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