Incrível
NovoPopular
Inspiração
Criatividade
Admiração

16 Situações nas quais nem os psicólogos foram capazes de compreender a lógica das crianças

4--1
723

Testes psicológicos podem confundir até mesmo os adultos. Nós nos sentimos como a Alice no País das Maravilhas questionada pelo Chapeleiro Maluco sobre por que um corvo se parece com uma escrivaninha. Porém, as crianças não se deixam assustar com esses testes e são capazes de surpreender qualquer um com sua lógica. Nem sempre quando o céu é representado no desenho por um azul escuro, significa que estejam deprimidas. Essas crianças simplesmente têm um desenvolvimento além das expectativas para sua idade e, portanto, podem confundir qualquer especialista.

Nós, do Incrível.club, de maneira nenhuma pretendemos minimizar a complexidade da respeitada profissão de psicólogo. No entanto, não podemos ignorar algumas situações engraçadas. No bônus, você encontrará uma história sobre um teste psicológico, cuja resposta correta, na nossa opinião, só pode ser dada por uma criança com um pensamento incrivelmente criativo.

  • Antes de entrar na 1ª série, recebi a tarefa de redesenhar uma imagem que continha um barco. A imagem era tão antiga, que algumas partes já estavam apagadas. Porém, me disseram para fazer igual e eu aceitei a tarefa. Bem, copiei a imagem exatamente como a original, de maneira bem fiel; sou muito metódica. Mas disseram que meu traço era impreciso, e que não tinha desenhado algumas partes. Fiquei ofendida. © lutaosk / Pikabu
  • Nos anos 1990, meus pais conseguiram me matricular numa escola que era para crianças com necessidades especiais. A escola dispunha de bons médicos e professores. Um dia, uma psicóloga ligou para a minha mãe e disse que todas as crianças pintaram pássaros com cores bem alegres e eu havia pintado um corvo preto e parecia estar muito orgulhosa com isso; um indício para os psicólogos de que eu poderia estar passando por problemas e sofrendo com fobias. Minha mãe suspirou: “Bem, acho que eu comecei muito cedo a falar sobre gravuras com ela”. Mamãe é uma restauradora e professora na Academia de Artes. © Podslushano / Vk
  • No jardim de infância, o psicólogo pediu às crianças que organizassem alguns cartões coloridos em ordem de “cores preferidas” para “cores que não gosto”. Meu filho entendeu errado e colocou os cartões na ordem oposta, enfim, ficou parecendo que ele gostava mais de preto e marrom do que de vermelho e azul. Eu percebi imediatamente que tinha sido um mal-entendido, porém, vocês deveriam ver a expressão no rosto do psicólogo. © GenBardak / Pikabu
  • Um dia minha mãe foi chamada pela psicóloga da escola. Elas se encontraram e a psicóloga mostrou cartões com imagens de batata, cenoura, beterraba e perguntou: “Como você denomina tudo isso junto?” Minha mãe respondeu que eram vegetais, ao que a psicóloga disse: “É isso, mas sua filha acha que é uma sopa”. © Podslushano / Vk
  • No ensino fundamental, durante uma aula de psicologia, foram testados os tipos de reações das crianças diante de uma situação inesperada. Um por um, os alunos foram convidados para entrar em uma sala onde uma psicóloga “assustava” levemente a criança. Finalmente chegou a minha vez, eu estava distraída pensando na pergunta que ela me fez, e de repente a psicóloga se abaixa e grita: “Buu!” Bem... eu me diferenciei das outras crianças, pois acabei a assustando mais com o grito alto que dei no segundo seguinte. © Podslushano / Vk
  • Meu filho estava na 1ª série quando a sala dele teve de fazer um teste psicológico. As crianças receberam folhas A4, tintas, canetas de cores e lápis coloridos, e a psicóloga pediu-lhes que desenhassem como se viam na escola. As crianças fizeram o melhor que podiam: a maioria das meninas se desenhou como princesas em vestidos de baile, já muitos meninos se retrataram pilotando todos os tipos de aviões e veículos ou jogando futebol. O que o meu filho desenhou? Três linhas com cinco retângulos em cada, um círculo no canto escrito “bebedouro”, um retângulo maior com uma seta e as iniciais do professor, acima do segundo retângulo na terceira linha, uma única palavra: “Eu”. O meu filho apenas desenhou um mapa onde qualquer um poderia facilmente “achá-lo”. Inclusive se a pessoa não fosse muito esperta, ele ainda indicou onde estava, escrevendo: “Eu!” © missisissi / Pikabu
  • Uma vez, no jardim de infância, me perguntaram o que eu conheço que pode picar. Bem, eu respondi: “Faca”. Sim, não esperem que eu diga abelha ou pernilongo. © duremaniusis / Pikabu

  • Uma vez fui chamada ao jardim de infância da minha filha para falar com o psicólogo. Ele contou que as crianças receberam uma tarefa para pintar uma paisagem de inverno e a minha filha desenhou uma casa na neve, um boneco de neve e flores crescendo por toda parte. O psicólogo recomendou abordar urgentemente o desenvolvimento da criança e repetir com ela as estações do ano. Eu sabia que a minha filha adorava flores, porém, mesmo assim, perguntei a ela em casa sobre o desenho. Minha filha contou, sem titubear, que flores são bonitas e trazem uma atmosfera alegre, e que ela sabe muito bem que as flores não crescem durante o inverno. No final, ela simplesmente encerrou a conversa dizendo que desenho não é fotografia. © Nadezhda / AdMe.ru
  • Antes de entrar para a 1ª série, passei por uma consulta com o psicólogo, que fez todo tipo de perguntas complicadas. Minha mãe lembra de um teste em que era preciso organizar quatro objetos em grupos — um pássaro, um avião, um ônibus e um trólebus. O óbvio seria juntar tudo que voa em um grupo e tudo que tem rodas em outro. O psicólogo disse isso. Porém, minha imaginação infantil decidiu criar três grupos: o primeiro continha o avião e o ônibus, o segundo — somente o pássaro e o terceiro — o trólebus. Quando fui questionado por que fiz assim, respondi que o ônibus e o avião se movem com gasolina, o trólebus com eletricidade e o pássaro devido à circulação sanguínea. Segundo minha mãe, o psicólogo ficou surpreso com essa lógica, porém teve de aceitá-la. © AngelAlpha / Pikabu
  • No ensino fundamental, todos os alunos receberam a tarefa de desenhar nossa escola, inclusive eu. A minha mãe foi chamada pela psicóloga para conversar sobre por que eu enxergava o mundo de forma tão sombria. Tudo porque eu havia pintado o céu ao redor da escola de azul escuro. O que eu podia fazer? Recebi apenas cinco canetas coloridas: azul escura, roxa, amarela, verde e preta. © Podslushano / Vk
  • Antes de entrar para a melhor escola da cidade, passei por vários testes. Em um deles, me mostraram uma foto com uma menina e um menino desenhando um elefante. O menino estava de frente para o elefante enquanto a menina estava do lado. Depois dois desenhos de um elefante — um de perfil e outro de frente. A pergunta da psicóloga foi: “Qual desenho é da menina e qual é do menino?” Respondi que o desenho de perfil foi feito pela menina. A psicóloga perguntou: “Por quê?”, e eu respondi: “Porque é mais bonito!” Apesar disso, consegui entrar para a escola. © FarnKatz / Pikabu
  • O esperado pela psicóloga era que eu colocasse o sol e a luminária de mesa no mesmo grupo, porque ambos emitem luz. Porém, argumentei que eles não tinham nada em comum, já que a luminária não estava na tomada. A psicóloga ficou travada e os meus pais, que são engenheiros, ficaram orgulhosos. © qwertzasdfg / Pikabu
  • Exame médico de rotina na 5ª série. Fui ao consultório da psicóloga, respondi várias questões, e então ela perguntou: “E quem tem mãos de ouro?” Depois de pensar por alguns segundos, respondi: “Um bom profissional, um mestre em seu ofício. E também o rei Midas da mitologia grega, ele transformava tudo em ouro apenas com um toque”. A psicóloga olhou para mim surpreendida. Depois eu soube dos meus colegas de classe que a resposta correta era: “A mamãe”. © Podslushano / Vk
  • Fui buscar meu filho na escola, e fui recebida por um psicólogo que, com uma voz pesarosa, me disse que meu filho desenha tudo só com a cor preta. “Que estranho”, falei, “O que elas tinham de desenhar?” Um tabuleiro de xadrez! © YanaRuh / Pikabu
  • Uma das tarefas exigidas para entrar para a escola era desenhar uma pessoa. Eu tinha realizado todas as tarefas anteriores rapidamente e restava bastante tempo, então decidi caprichar. Minha mãe era médica e eu adorava o atlas de anatomia humana. Tudo lá é tão brilhante, colorido e lindo. Enquanto desenhava círculos e gotas, ia dizendo: “Isto é o pulmão, isto é o fígado, isto é o estômago”. Claro que ninguém entendeu aquele desenho, porém consegui entrar para a escola, apenas porque as outras tarefas que realizei estavam melhores do que a média das outras crianças. © vitarinka / Pikabu

Bônus: você poderia responder imediatamente?

Meu filho na escola durante uma consulta com o psicólogo:
Psicólogo: Qual a semelhança entre o tatu-bola e o bacon?
Meu filho pensou, mas não conseguiu responder.
Psicólogo: É simples: os dois se enrolam quando "a coisa fica quente’’! Você não se preparou bem para a escola.
Mas eu também não seria capaz de responder a essa pergunta, embora tenha completado o ensino superior. Será que eu também nunca estive bem preparada? ©Tulala / Pikabu

Você já teve alguma experiência com um psicólogo infantil? Tem alguma história divertida para contar?

Imagem de capa Podslushano / Vk
4--1
723
Compartilhar este artigo