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13 Sintomas infantis que os pais podem considerar graves, mas que não são, segundo médicos

É normal que os pais se preocupem quando seus filhos não estão se sentindo bem. Porém, o mais importante nessas horas é observar atentamente os sintomas apresentados para concluir se eles são realmente graves ou apenas sinais de algo comum e benigno. Para dissipar as eventuais dúvidas que podem aparecer em tais momentos, é importante consultar um especialista.

Nós, do Incrível.club, pesquisamos a respeito das alterações que mais frequentemente afetam o organismo dos pequenos e perguntamos a alguns médicos o que eles pensam sobre o assunto. A seguir, você confere todas as considerações feitas pelos profissionais da saúde.

1. Vômito

Esse sintoma surge nas crianças com muita frequência, mas na maior parte das vezes não tem ligação com nada mais grave. É provável que o pequeno tenha comido demais ou, dependendo do caso, esteja combatendo uma infecção. Diante de quadros assim, os pais tendem a entrar em pânico, mas apesar de os vômitos assustarem, podem não representar um grande problema.

Geralmente, não há muito que os médicos possam fazer, então eles costumam orientar os pais para que mantenham a criança hidratada, em local fresco e arejado, e, dependendo do caso, que apliquem compressas mornas na região da barriga.

2. Nariz entupido

Nariz congestionado é mais uma condição que atinge diversas crianças. Em média, os pequenos sofrem com seis a oito casos de infecção das vias aéreas respiratórias superiores. Ainda assim, muitos pais se desesperam ao perceber que a criança está com o nariz entupido, já que o quadro causa dificuldades para respirar, sobretudo à noite.

Os médicos avisam que a congestão nasal pode ser atenuada de maneira simples, em casa mesmo. Eles recomendam a aplicação de uma solução salina nas narinas e o uso de uma bomba capaz de sugar o muco.

3. Dores de estômago

Dores de estômago também são relativamente comuns e tendem a aparecer quando a criança exagera no volume da refeição ou consome alimentos que não caem bem. Sim, elas podem deixar mães e pais nervosos, mas a esmagadora maioria dos casos dispensa tratamento médico, desde que os incômodos não impeçam a criança de realizar suas atividades cotidianas.

Uma recente pesquisa aponta que crianças pequenas podem apresentar dores de estômago quando estão estressadas ou ansiosas. Por isso, ter uma boa conversa com seu filho nessas horas pode ser uma ótima ideia.

4. Diarreia

Alterações na flora intestinal acontecem mais vezes do que você pode imaginar e um dos sinais mais frequentes desse tipo de problema é a diarreia. Obviamente, a situação não é nada agradável, mas pode não exigir uma consulta médica. De acordo com os profissionais da saúde, a coisa mais importante é manter o pequeno bem hidratado e ingerindo alimentos com menos gordura e temperos.

Boas opções para o cardápio de crianças com diarreia são bananas, maçãs e pão. Também é importante manter a região da barriga da criança aquecida. Por fim, é importante destacar que esse tipo de situação não costuma ter maiores consequências, ainda que o quadro perdure por alguns dias. O importante, novamente, é manter seu filho bem hidratado.

5. Dores de cabeça

Nas crianças, dores de cabeça ocorrem com tanta frequência quanto em adultos. Porém, elas não costumam ser causadas por condições graves. Os médicos explicam que geralmente aparecem quando a criança esquece de tomar água em quantidade suficiente, exagera em atividades físicas ou está estressada por conta de algo, como as lições de casa.

Para ajudar seu filho, lembre-o de tomar bastante água e reserve para ele um momento de relaxamento. O descanso é uma recomendação válida na maioria dos casos.

6. Febre

A febre indica que há alguma alteração ocorrendo no organismo da criança. Pode ser o nascimento dos dentes, um problema estomacal ou um resfriado comum. A gravidade da situação é determinada pela temperatura. Se a febre não ultrapassar os 38 graus, pode ser tratada em casa. Os médicos explicam que a febre faz parte do sistema de defesa do organismo, representando um quadro de menor gravidade na maioria dos casos. Mas, se a situação for de febre alta ou se demorar para passar, consulte um médico.

7. Letargia

Muitos pais e mães se preocupam quando a criança passa a agir de maneira diferente da habitual — sobretudo quando dá sinais de estar “sem energia”. Porém, os médicos têm uma explicação simples para isso. Quando a criança passa por uma “explosão” de crescimento, pode sentir mais sono e preguiça. Desde que seu filho não se comporte assim por um período prolongado, esse quadro pode ser algo completamente normal.

8. Machucados

Sim, crianças caem e se machucam. Segundo os médicos, não há com que se preocupar, contanto que os machucados não sejam sérios demais. Tratamentos são dispensáveis, já que arranhões e machucados tendem a desaparecer após alguns dias.

9. Dormir por tempo demais

A maioria dos pais tem consciência de que as crianças precisam de mais horas de sono do que eles. Porém, nem todos sabem o quanto é esse “mais”. Médicos explicam que bebês entre um e dois anos dormem por 11 a 14 horas, intercalando com cochilos no decorrer do dia.

Por outro lado, crianças de três a cinco anos geralmente dormem por períodos de 13 a 14 horas durante a noite, sem cochilos diurnos. Alguns pais ficam preocupados com isso, mas estamos nos referindo a algo absolutamente normal.

10. Garganta irritada

garganta irritada provoca incômodo, mas em boa parte dos casos não representa motivo para maiores preocupações. A condição geralmente é sintoma de um resfriado, vírus ou de uma pequena gripe, desaparecendo no período de 10 dias. Chá morno de hortelã ou pastilhas podem ajudar a garganta do seu filho a melhorar mais rapidamente.

11. Tosse

A tosse é outro exemplo de algo que soa assustador, mas pode não ser grave. Trata-se de um sintoma comum da presença de vírus de menor risco e em boa parte das crianças dispensa o uso de antibióticos. Médicos recomendam o uso de remédios caseiros, além de orientar os pais no sentido de evitar oferecer à criança alimentos e bebidas que possam lesionar ainda mais a garganta.

12. Erupções cutâneas

Em bebês e crianças menores, erupções cutâneas podem ser comuns. Assaduras na região que fica em contato com a fralda ou ainda erupções no rosto não representam perigo, podendo ser tratadas em casa. De acordo com médicos, é preciso verificar se a fralda da criança está seca na maior parte do tempo, se as mãozinhas estão limpas e se a pele está devidamente protegida. Visitas ao médico são dispensáveis desde que a erupção não cause dor.

13. Prisão de ventre

Assim como nos casos de diarreia e de dores de estômago, os quadros de prisão de ventre tendem a surgir quando a criança come algo que não cai bem. Em casos assim, a orientação médica é que o pequeno beba bastante líquido e fique em observação por até sete dias. Caso o problema persista após esse período, a recomendação é visitar um médico para saber o que é possível fazer para ajudar a criança.

Você já percebeu os sintomas descritos acima em seu filho? Qual foi sua reação? Deixe um comentário com seu relato!

ATENÇÃO: Não temos a qualificação necessária para fazer diagnósticos médicos. Se os sintomas descritos neste post ocorrerem em seu filho, consulte um médico para tirar qualquer dúvida.