Como estão as gêmeas com tons de pele diferentes, sete anos depois

Crianças
há 1 mês

Já imaginou gêmeas com cores de pele diferentes? Pois é, elas existem! Prepare-se para embarcar em uma jornada incrível pela vida de Gabriella e Isabella, duas irmãs que estão desafiando as leis da genética e encantando o mundo com sua singularidade.

Um show de fofura: as gêmeas que encantaram o mundo

Em 2017, o mundo foi apresentado a duas pequenas maravilhas: as gêmeas norte-americanas Gabriella e Isabella. Elas nasceram com uma peculiaridade que chamou a atenção de todos: tinham a cor da pele e a cor dos olhos diferentes uma da outra. Agora, sete anos depois, vamos ver como estão essas meninas encantadoras.

Entre elogios e desafios, como foi a recepção das gêmeas

Gabriella e Isabella nasceram em 2017, e desde então, têm sido o centro das atenções. A mãe, Clementina Shipley, começou a compartilhar fotos das meninas no perfil Little Strong Girls, e logo começou a receber muitos comentários carinhosos (e alguns nem tanto). As fotos também incluíam a irmã mais velha das meninas, que na época tinha 2 anos.

Em entrevista para a revista Essence, no ano em que as meninas nasceram, Clementina disse: “Têm sido uma recepção maravilhosa compartilhar as fotos de nossas filhas online, isso mostra o quão incríveis são os genes negros, já que pudemos criar bebês tão únicos”.

Ela e o marido estavam fazendo o seu melhor para que as meninas sempre se sentissem amadas de forma igual, já que certamente enfrentariam muitos questionamentos no futuro pelo fato de serem gêmeas, mas não idênticas.

A ciência por trás da beleza única das gêmeas

Gabriella tem o tom de pele mais escuro e lindos olhos castanho-escuros, enquanto sua irmã, Isabella, tem um tom de pele mais claro, e os olhos também mais claros, em um tom de azul-acinzentado.

Isso é possível porque as meninas foram geradas em uma gestação bivitelina. Clementina liberou dois óvulos no mês em que engravidou das meninas, e esses dois óvulos foram fecundados, cada um deles por um espermatozoide diferente, no mesmo ato sexual. Sendo assim, ocorreu uma gestação dupla. Na verdade, as meninas só são consideradas gêmeas porque a gestação e o nascimento ocorreram ao mesmo tempo.

Crescendo com graça e singularidade

Gabriella e Isabella, as gêmeas que conquistaram o coração do mundo, não param de crescer. A cada dia que passa, elas se tornam ainda mais graciosas, como se cada novo amanhecer trouxesse consigo um toque extra de encanto. Já passaram da marca dos 7 aninhos, uma fase cheia de descobertas e aprendizados. Cada uma à sua maneira, elas exibem uma beleza que é só delas, uma mistura de traços familiares com aquele algo a mais que só elas possuem.

Elas continuam a encantar a todos com sua singularidade e beleza. Seja com um sorriso cativante, um olhar curioso ou até mesmo com a maneira como interagem uma com a outra e com o mundo ao seu redor. Elas são um lembrete constante de quão maravilhosa é a diversidade humana.

E, apesar de todas as atenções e questionamentos que inevitavelmente surgem, elas continuam a ser duas meninas felizes e amadas. Elas enfrentam o mundo com a cabeça erguida, apoiadas por uma família que as ama incondicionalmente. Elas são a prova viva de que a beleza vem em muitas formas e cores, e que cada um de nós é único à nossa maneira. E assim, Gabriella e Isabella seguem crescendo, enchendo o mundo ao seu redor com a sua luz.

Mesmo com a explicação científica, esse ainda é um caso admirável. Mas não é inédito. Já contamos aqui a história de outra família com gêmeas birraciais, que tiveram uma bela surpresa sete anos depois.

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