6 Fatos divertidos que evidenciam o passar do tempo e nossa maturidade


Uma das habilidades que muita gente gostaria de ter é a de saber administrar as finanças de uma forma eficiente. E é fundamental que saibamos desenvolvê-la desde cedo.
É disso que se trata este post!
O Incrível.club resolveu compartilhar com você algumas dicas de psicólogos sobre como fazer as crianças entenderem o que é o dinheiro e de onde ele vem. Esperamos que elas sejam muito úteis e que você consiga aplicá-las em sua casa!

Desde cedo, as crianças são estimuladas a comprar coisas. Diante disso, você pode introduzir a questão do orçamento familiar em conversas quando o pequeno tiver chegado aos quatro anos de idade. Nessa fase, as crianças já compreendem muitos assuntos. É um ótimo momento para explicar que a maioria das pessoas precisa se esforçar para ganhar dinheiro.
Explique sobre as finanças da família, revele quais são os gastos fixos e o que é preciso fazer com o dinheiro que sobra. Para que crianças menores entendam melhor, você pode usar gomos de laranja ou peças de LEGO. Com os adolescentes, é possível falar mais seriamente, em termos percentuais. Isso fará com que seu filho conheça melhor as responsabilidades da vida adulta, algo para o qual todo mundo deveria estar preparado o quanto antes.

Se você reage com irritação diante de todo pedido da criança, ou se diz constantemente a ela que não pode comprar tal coisa porque é cara demais para seu bolso, acabará passando a ideia de que nunca há dinheiro suficiente. Além disso, o pequeno pode achar que é errado sentir vontade de adquirir o que quer que seja.
Primeiro, aceite o pedido infantil: é importante que as crianças saibam que são compreendidas, e que suas necessidades são levadas em consideração. Explique que os gastos do mês já atingiram o limite, e que aquilo que a criança quer, infelizmente, não pôde ser incluído no orçamento. Tente ajudar seu filho a encontrar alternativas para o objeto de desejo: pedir como presente de Natal, economizar, encontrar algo similar, porém mais barato, ou vender algo que já não tenha mais utilidade e usar o dinheiro para comprar o que se quer. É preciso deixar claro o motivo pelo qual aquele objeto não pode ser comprado e quais são as alternativas para ele.

É comum que os adultos levem as crianças na hora de fazer compras, e é bom aproveitar o momento como uma oportunidade para educá-las financeiramente. Ainda que seu filho ainda não possa comprar produtos por conta própria, com pouca idade ele já é capaz de escolher. Explique o motivo pelo qual você compra determinada quantidade de certo produto, o porquê de escolher um item específico e não seus similares. Converse sobre a qualidade e o preço de cada coisa, abordando a conveniência da compra.
No caixa, prefira pagar em dinheiro vivo, para que a criança entenda mais facilmente que o dinheiro acaba, e que é preciso ganhar mais dele para continuar vivendo.

As mesadas podem começar a ser dadas às crianças quando elas tiverem entre cinco e sete anos. Reserve um pequeno valor para dar semanalmente ao seu filho. É importante que ele possa gastar o dinheiro no que quiser. Você pode dar orientações, mas a decisão final deve ser da criança. Ensine-a a lidar cuidadosamente com o dinheiro: para estimular o senso de economia, você pode dar um cofrinho de presente.
Se você dá dinheiro à criança apenas esporadicamente, ou então resolve suspender as mesadas, o pequeno pode não entender como administrar as finanças, sem aprender a desenvolver estratégias para esse fim. É melhor dar algum dinheiro sem motivo, ou por coisas que não façam parte de suas responsabilidades concretas. Por exemplo, as tarefas domésticas, os estudos e todas as demais atividades que estão presentes na vida diária de uma família não devem ser “pagas”. Quando você dá dinheiro em troca de coisas assim, acaba piorando a relação da criança com dinheiro.
É possível que as primeiras experiências infantis com dinheiro não sejam totalmente bem sucedidas, mas aos poucos, a criança aprenderá a administrar a verba, a contabilizar o troco e a economizar para fazer uma compra importante. Ela irá compreender que o dinheiro não dura para sempre, e lidará com o assunto de forma mais consciente.

A brincadeira é a principal forma pela qual as crianças interagem com o mundo ao seu redor. Então, você pode criar jogos para que seu filho se familiarize com o conceito de dinheiro.

Estimular a solidariedade como parte da cultura familiar é algo muito positivo. Com isso, a criança aprende a ter empatia e a ajudar outras pessoas. O pequeno pode dar a quem mais precise tanto presentes feitos à mão quanto outros objetos e até mesmo dinheiro. A família pode visitar um orfanato, um asilo ou doar coisas aos necessitados. A criança certamente ficará feliz em fazer parte disso e passará a enxergar o dinheiro de uma maneira diferente.

Quanto maior a criança, maiores serão seus gastos. Obviamente, os pais não têm a obrigação de pagar por tudo, e isso na verdade nem faz bem aos filhos. Estimule na criança o desenho de ganhar seu próprio dinheiro, e faça o possível para que isso aconteça.
Isso fará com que seus filhos valorizem o dinheiro, sejam mais conscientes sobre as compras, reflitam sobre desejos e oportunidades e tenham seus próprios objetivos. O importante é que a criança ou o jovem arrume uma atividade remunerada em tempo parcial, que não impeça o cumprimento das responsabilidades escolares e domésticas. Você pode apresentar várias opções de trabalho, de modo que a criança possa tomar a decisão final.
Como foi no seu caso: seus pais lhe ensinaram a lidar com o dinheiro durante sua infância? E quanto aos seus filhos, como você aborda o assunto? Comente!











