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Ele ainda é uma das mais tradicionais comidas ligadas ao Natal, ainda que chegue cada vez mais cedo às prateleiras — você também já deve ter se chocado vendo panetones nos mercados ainda no começo de outubro. Mas já se perguntou alguma vez sobre a origem daquela espécie de pãozinho fofo cheio de frutas cristalizadas (ou chocolate, doce de leite ou qualquer coisa que a criatividade brasileira consiga imaginar). Nós vamos te contar.
Se você gosta com muita uva passa ou sem, se gosta de recheio de chocolate ou frutas, tanto faz. A seguir, o Incrível.club mostra a história de uma das mais tradicionais guloseimas da época de Natal.
Uma das teorias mais aceitas sobre a invenção do panetone é que ele foi criado por acaso. Exausto pelo trabalho, às vésperas do Natal, um ajudante de padeiro chamado Toni colocou a uva passa que era para a torta doce em uma fornada de pães. Desesperado, tentou se recuperar da bobagem que fez misturando mais frutas cristalizadas, ovos e manteiga. O sucesso foi tamanho nas vendas que o chefe resolveu batizar a receita com o nome do assistente: pane di Toni (pão do Toni), em italiano.
Sendo verdade ou não a história sobre o “pão do Toni”, é fato que por ter sido criado perto do Natal, o panetone passou a ser comercializado sempre na mesma época do ano (ok, sabemos que no Brasil já tem nos mercados quase três meses antes do Natal). Inclusive passou a ser comprado na Itália como um presente. E quem nunca deu um panetone de lembrança de Natal, não é?
A Bauducco, uma das mais famosas fabricantes de panetones do Brasil, começou a comercializar o produto no fim da década de 1950, em 1948. A receita provavelmente chegou ao país com a onda de imigração que aconteceu depois da Segunda Guerra Mundial na fuga do país que estava destruído.
O Brasil não pode ver comida que já quer criar algo coisa diferente. Sendo assim, é claro que o panetone não ficaria com a mesma receita careta durante mais de meio século, não é mesmo? Além do também tradicional chocotone, hoje já existe sabor brigadeiro, creme com biscoito recheado, doce de leite, bicho de pé e qualquer coisa que você imagine. Até salgado.
Na Itália, ao contrário do Brasil, existe uma versão minimalista do panetone. O pandoro é apenas a massa, sem qualquer tipo de recheio. Sua origem está na cidade de Verona, que também fica no norte do país, a cerca de 160 quilômetros de distância de Milão, onde o panetone nasceu.
Agora conte pra gente sua relação com o panetone. Você curte? Passa manteiga? Prefere os de outros sabores? Deixe seu comentário que nós adoramos ouvir o que o leitor tem a dizer!











