10 Perguntas do médico que vale a pena responder honestamente, mesmo que sejam desconfortáveis

há 3 anos

Os pacientes ocultam informações de seus médicos por diversos motivos. Muitos se sentem envergonhados ou desconfortáveis em responder perguntas pessoais, outros acham que tais detalhes não são tão importantes. Mas qualquer problema, desde pequenas coisas até “segredos” pessoais, pode influenciar a saúde, o que significa que é preciso confiar e ser sincero com o seu médico.

Incrível.club reuniu questões que devem ser respondidas com sinceridade, sem distorcer ou omitir qualquer aspecto.

1. Quanto tempo faz que dói?

Com frequência, os pacientes levam muito tempo para ir ao médico, alegando falta de tempo ou sonhando em segredo que tudo vai passar sem ajuda. E, quando chegam à consulta, temem que o médico comece a dar palestras por não terem ido antes. É por isso que, ao responder à pergunta “dói há muito tempo?”, as pessoas deliberadamente reduzem o período da doença. Não vale a pena fazer isso em nenhum caso: você vai confundir o profissional, o que significa que o diagnóstico e o tratamento podem estar incorretos.

2. Quando foi a última vez que você fez um exame de análises clínicas ou ultrassonografia?

Mesmo se você se sentir bem, os médicos recomendam submeter-se a um check-up anual. Um simples exame de sangue pode mostrar seu nível básico de saúde. Mas muitos de nós os deixamos de lado por anos e, se o fazemos, muitas vezes não levamos os resultados do exame anterior à consulta. Por exemplo, se foi encontrado um cisto, é importante que o médico estabeleça aproximadamente a data da sua formação e acompanhe a dinâmica de seu desenvolvimento. Se você disser: “Fiz um ultrassom no ano passado e não havia nada”, mas, na realidade, o exame foi feito há alguns anos, isso não ajudará no tratamento.

3. Quais medicamentos, vitaminas e suplementos dietéticos você consome?

Diferentemente dos fabricantes de medicamentos, os comerciantes de suplementos não precisam demonstrar clinicamente que são seguros e eficazes. Mesmo que sejam naturais, podem ter um forte impacto no organismo. Alguns deles podem cooperar com os medicamentos que você está tomando, ou podem ser prejudiciais em grandes doses. Se você costuma tomar comprimidos sem receita médica para dor de cabeça ou de estômago, não se esqueça de informar ao médico tudo isso.

4. Informações sobre atividade sexual

As perguntas de um ginecologista ou urologista sobre sua atividade sexual são bastante naturais, e o consultório médico é um local onde você não precisa ficar envergonhado. Somos todos adultos, então a distorção de qualquer informação não funciona a seu favor. Por exemplo, uma dor em mulheres durante a relação sexual pode ser um problema não tão sério, que pode ser resolvido com uma simples compra na farmácia. Mas também pode ser causado por uma doença grave. É por isso o interesse do médico em sua vida privada.

5. Com que frequência você toma bebidas alcoólicas, fuma ou usa substâncias ilícitas?

A informação sobre o álcool será útil para o médico, por exemplo, verificar o funcionamento do fígado ou o risco de úlceras. Combinar muitos medicamentos com essas bebidas traz repercussões desagradáveis. Diga a ele quantos cigarros você fuma por dia e quanto de álcool bebe. Isso ajudará o especialista a elaborar um plano antidependência, se existir. Claro, você precisa contar a ele sobre drogas. Ele não precisa de detalhes sobre sua origem, basta mencionar o nome da substância e a regularidade de seu consumo.

6. Você tem depressão?

Se as coisas não estão indo bem e você não tem um bom senso de humor, informe o médico sobre isso. Tente descrever completamente o que está sentindo, mesmo que seja difícil encontrar as palavras necessárias. Um médico atento pode, se necessário, sugerir uma consulta a um psiquiatra. E não vale a pena ter medo. Não significa, necessariamente que você tenha depressão, às vezes o mau humor é causado por um desequilíbrio hormonal ou outras coisas, por isso permita que os especialistas resolvam o problema.

7. Você segue as recomendações do médico ao pé da letra?

Muitas pessoas esquecem de tomar seus remédios ou simplesmente param de tomá-los porque causam desconforto, mas não vale a pena silenciar isso. O médico pode presumir que o tratamento não é eficaz, propor um aumento na dose ou receitar novos remédios. Mas se souber dos efeitos desagradáveis que eles causam em você, pode oferecer um tratamento alternativo.

8. Você dorme bem, não tem insônia?

Você pode pensar que esta questão não é tão importante, mas um sono ruim pode ser causado por estresse, depressão, distúrbios da menopausa ou doenças crônicas. Diga ao médico seus problemas para que ele possa avaliar a situação e conhecer sua causa fundamental.

9. Você se sente constantemente cansado?

É necessário contar ao médico sobre tais “minúcias”, como sonolência e apatia, especialmente se você não as tinha antes. Acontece que estes sintomas são fáceis de eliminar com a ajuda de um sono saudável, nutrição equilibrada e esporte. Mas a fadiga pode ser causada por doenças graves, como anemia, por isso não tenha medo de compartilhar honestamente essa informação com o médico.

10. Está tudo claro?

Termos profissionais ou uma grande quantidade de informações podem facilmente nos confundir. Por isso, não tenha medo de fazer perguntas ou especificar os aspectos do tratamento que não ficaram suficientemente claros.

Como se preparar para uma visita ao médico:

Para ter a certeza de não esquecer nada, é melhor preparar antecipadamente os seguintes aspectos:

  • sintomas: quão frequentes são e quanto tempo duram;
  • pense em possíveis doenças hereditárias;
  • anote o nome dos medicamentos que você consome e sua dosagem;
  • prepare uma cópia dos resultados dos exames que você fez recentemente.

Valorize sua saúde!

O que você acha que poderia ajudar na comunicação entre médicos e pacientes?

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