10+ Leitores do Incrível contam os motivos mais incomuns pelos quais já viram uma criança chorar
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A escultura é uma arte milenar. Trabalhar o relevo dos materiais sempre foi um ofício que exige visão, habilidade e criatividade. Criatividade essa, que fez com que alguns desses artistas abandonassem os padrões da argila, do mármore, da madeira e do vidro. Eles foram além e escolheram demonstrar sua visão artística através de materiais mais inusitados. O resultado de seus trabalhos é de cair o queixo.
O Incrível.club teve o prazer de reunir essas obras tão curiosas, tão intrigantes, para mostrar para você que a beleza pode ser encontrada em qualquer coisa.
Josh Brooke Coté se especializou na arte da escultura. Seus materiais, por escolha, são arames, fios de cobre reciclados e fios de alumínio reciclados.
Com o uso do espaço negativo e da linearidade natural dos fios, ele faz trabalhos que se parecem com desenhos a lápis tirados do papel.
Chakaia Booker traz sua arte abstrata em forma de pneus, que é considerada uma “resposta estética ao panorama urbano de Nova Jersey”.
A inspiração para o seu trabalho vem de sua herança africana. O padrão de tiras dos pneus representa a escarificação e pinturas corporais que estavam e ainda estão presentes em algumas culturas africanas.
Maurizio Savini é um escultor italiano conhecido mundialmente por suas obras em chicletes rosas com finalização em formol.
Parece estranho, mas para ele é o material mais versátil disponível. É fácil de manipular quando morno e pode ser cortado com uma faca, assim como o barro.
A obra de Nathan Sawaya se caracteriza pela criação de mosaicos e modelos tridimensionais em grande escala de itens do dia a dia empregando tijolinhos de Lego.
Sua exposição “The Art of the Brick” rodou o mundo com suas milhares de peças e já até passou por alguns estados brasileiros há alguns anos.
Jennifer Maestre usa um elemento comum em suas obras: o lápis. Ela os corta em pequenos pedaços, abre um buraco e então os costura juntos.
Ela diz se inspirar na forma dos ouriços-do-mar, que têm espinhos tão perigosos, porém tão lindos que estimulam a vontade de tocar, apesar das consequências.
David Mach não trabalha exclusivamente com cabides de ferro, mas parte dos seus trabalhos são confeccionados deles.
O artista diz que não trabalha com bronze. Ele trabalha com um material sem estilo, os cabides, por serem algo que você não pensa em outra utilidade. E assim, ele acaba atingindo outra audiência.
As esculturas do brasileiro Ernesto Neto são compostas por elementos em tecido de lycra, algodão e poliamida e recheados com bolinhas de chumbo, polipropileno, especiarias, miçangas, espuma e ervas, entre outros.
A união desses elementos cria grandes redes. Essa mistura de materiais inusitados com a utilização de tensão, força, resistência e equilíbrio é o que aguça a curiosidade do espectador.
O artista Rogan Brown trabalha com dezenas de camadas de folhas de papeis, representando padrões intricados inspirados em formas orgânicas.
Suas esculturas fazem multiplas referências visuais: Estruturas celulares, micróbios, corais, fósseis, conchas, estruturas geológicas, mapas topográficos, entre muitos outros. Elas misturam ciência e arte, observação e imaginação.
Sayaka Ganz é uma japonesa que trabalha dando vida a objetos de plástico que são jogados fora e aos objetos que ela recebe como doação.
Criada nas crenças xintoístas japonesas, ela foi ensinada que todos os objetos e organismos têm espíritos, e objetos descartados antes de seu tempo chorariam de noite dentro da lixeira.
Young-Deok Seo é um sul-coreano que se especializou no uso de correntes como material de sua arte para expressar sua crítica à sociedade.
As correntes em seus trabalhos são o retrato de um tempo em que pensamentos são ignorados. Tempo em que fechamos nossos olhos, ouvidos e bocas para reprimir nossos sentimentos.
São todos incríveis em sua própria maneira. E você, conhece algum artista fantástico que deveria fazer parte da nossa lista? E se você fosse esculpir algo em um material incomum, qual seria? Comente com a gente aí embaixo.