10 Coisas que as pessoas faziam em nome da beleza que só podem ter sido um surto coletivo

Mulher
há 11 meses

As rotinas de beleza estão sempre em constante mudança, ainda mais hoje, em que diversas modas vão e voltam com rapidez. Além disso, também temos o poder de descobrir rapidamente e com base científica alguns hábitos que podem melhorar o nosso bem-estar. Mas, nos séculos passados, esse nem sempre era o caso, o que resultava em costumes, no mínimo, duvidosos e extremamente perigosos para a saúde de quem os praticava. Ficou curioso para saber até onde as pessoas iam em nome da beleza? Confira nossa lista.

1. Urina para branquear os dentes

É isso mesmo que você leu: muitas pessoas costumavam usar urina como enxaguante bucal. Essa prática começou após descobrirem que durante a sua decomposição, a urina se transforma em amônia, substância muito eficiente na hora da limpeza e que consegue tirar até manchas difíceis com facilidade. Porém, as pessoas levaram essa constatação longe demais, e usavam urina humana e animal como enxaguatório bucal, na esperança de que isso ajudasse a clarear os dentes.

2. Lavar os cabelos apenas uma vez por mês

Antes de o shampoo existir, era difícil para as mulheres manterem suas madeixas sempre limpas. Dependendo da época, a maioria delas só deixava os cabelos soltos quando estavam sozinhas com os maridos, então tranças e coques elaborados eram a norma para disfarçar a sujeira das mechas. Elas costumavam lavar os cabelos apenas uma vez por mês, usando amônia ou sabão, produtos que, se fossem usados várias vezes por semana, deixariam os cabelos extremamente secos.

3. Depilação com produtos tóxicos

Hoje, sabemos que o arsênico é um perigoso veneno que pode apresentar um risco grave para a vida de quem entra em contato com ele. Porém, em séculos passados, ele estava presente em diversos produtos de beleza, como é o caso dos cremes depilatórios. Não satisfeitos com apenas um ingrediente venenoso, também utilizavam o cal virgem nas misturas, item que pode causar queimaduras, irritação nos olhos e problemas respiratórios.

4. Planta venenosa para dilatar as pupilas

Para ficar com os olhos grandes e bonitos, as mulheres da era vitoriana encontraram uma solução para dilatar as pupilas e atingir o padrão de beleza da época: colocar a planta Beladona diretamente nos olhos. O problema é que a Beladona é venenosa e pode até mesmo causar cegueira! E não para por aí: para atingir esse efeito, muitas mulheres também pingavam sucos cítricos nos olhos. Uma alternativa menos explosiva, mas ainda nem um pouco ideal.

5. Excrementos de pombos para curar a calvície

Não eram apenas as mulheres que apostavam em soluções duvidosas para tentar atingir os padrões de beleza: na Grécia antiga, os homens usavam uma mistura de cominho, fezes de pombos, raízes e urtigas na cabeça para tentar curar a calvície. O pior de tudo? Essa mistura não era eficaz e não ajudava em nada no crescimento dos cabelos.

6. Remover ou aparar os cílios

Durante vários períodos da história, é documentado que as mulheres tinham o costume de cortar seus cílios. No século XIV, ter cílios longos era sinônimo de um excesso de sexualidade, então as mulheres os tiravam completamente de formas dolorosas. Já no século XIX, o costume era apenas aparar, mas também não devia ser uma prática muito confortável.

7. Banhos em esterco de crocodilo

Mais uma prática que não era feita apenas pelas mulheres: os gregos e romanos da antiguidade acreditavam que esterco de crocodilo tinha propriedades restauradoras para a pele, deixando-a mais bonita e rejuvenescida. Por isso, eles tomavam banho com os dejetos frequentemente. A prática muito provavelmente não funcionava e ainda devia deixar um odor peculiar naqueles que achavam que essa era uma boa ideia.

8. Diversos truques perigosos para deixar a pele clara

Na antiguidade, ter a pele bronzeada significava que você trabalhava no sol e provavelmente não era da classe alta. Por isso, os ricos eram obcecados em manter a pele sempre pálida. Alguns dos métodos mais extremos para obter o resultado desejado era traçar suas próprias veias com lápis azul ou violeta, passar chumbo no rosto, tomar banho de arsênico e ser propositalmente mordido por sanguessugas — afinal, com a perda de sangue, a pele ficaria mais pálida do que nunca.

9. Ácido nos dentes

As pessoas na antiguidade pareciam ter um carinho especial por ácidos e composições tóxicas. Por isso, os dentes também sofreram com essas práticas. Na era georgiana, existia o costume de passar uma mistura de partes de animais marinhos e ácido sulfúrico na boca. A mistura atingia seu objetivo de deixar os dentes mais claros, mas tirava completamente o esmalte dos dentes, o que causava dores e infecções na arcada dentária.

10. Mulheres raspavam as sobrancelhas e os cabelos

Durante o reinado da Rainha Elizabeth I, algumas mulheres da alta sociedade queriam se parecer com a soberana. Como ela tinha sobrancelhas finíssimas e uma testa considerada grande, as suas admiradoras raspavam não apenas as sobrancelhas, mas também os cabelos ao redor da linha do cabelo, para ficarem com a testa parecida com a da monarca.

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