O método do fotógrafo: 4 Histórias fascinantes sobre se tornar artista visual

= Este artigo é patrocinado pelo Depositphotos =

É sempre empolgante explorar as jornadas das pessoas — seus altos e baixos, e as lições que aprenderam com o tempo. Essas histórias costumam servir como fonte de motivação, e você acaba percebendo que não é o único que enfrenta desafios na carreira.

Para inspirar os profissionais da indústria criativa a chegarem longe e perseguirem seus sonhos, o Depositphotos, um marketplace de conteúdos visuais, compartilha histórias únicas sobre o caminho desafiador, mas emocionante de se tornar um artista visual. Com o projeto, você verá como os artistas alcançaram resultados, quais obstáculos enfrentaram ao longo do caminho e quais sonhos os inspiraram a continuar. Continue lendo para se inspirar.

Masis Usenmez

Masis Usenmez é um fotógrafo turco que mora na França, que captura imagens de ruas em preto e branco e se abstém da complexidade da cor. Há alguns anos, ele se mudou da Turquia para a França. Ele não sabia falar francês e sentia muita dificuldade em se conectar com o novo povo e sua cultura.

Embora Masis tenha se conectado muito pelas redes sociais, acabou se sentindo muito sozinho durante os primeiros seis meses. “Eu percebi que as pessoas não socializam muito nas cidades modernas. Embora existam muitas pessoas aos arredores, não olhamos e nem conversamos com elas. Acabamos nos sentindo sozinhos nas nossas atividades diárias,” disse o fotógrafo.

Para entender mais sobre seus sentimentos, Masis foi para as ruas. E com suas fotografias de rua, pôde fazer perguntas e encontrar respostas. “Minha mensagem é que a solidão não é uma coisa ruim. Sua solidão pode ser sua força. Pode te ajudar com seu estilo de arte, só não vá muito fundo,” completa.

Kate Kondratieva

Kate Kondratieva é uma fotógrafa ucraniana que compartilha histórias de pessoas por meio de fotografias poderosas. Ela saiu da faculdade de medicina para seguir seus sonhos. Kate disse que se soubesse o rumo que a vida tomaria, ela teria desistido da faculdade muito mais cedo.

Kate é especializada em retratos psicológicos. Fotografias como essas tem como objetivo ilustrar a profundidade do mundo interior de uma pessoa, refletir a plenitude de sua personalidade e capturar o movimento sem fim dos sentimentos e das ações humanas. Kate diz que “Muitas vezes, as pessoas me procuram para se curarem depois de terem se divorciado ou passado por grandes mudanças na vida. Elas querem se lembrar desses momentos, para que possam se libertar depois. Fico muito feliz por elas confiarem a mim seus momentos mais sinceros e pessoais e por eu ter escolhido esse caminho há oito anos.”

Eldar Khamitov

Eldar Khamitov Um fotógrafo de rua baseado em Nova York. Ele mudou do Cazaquistão para Nova York há sete anos, comprou sua primeira câmera DSLR e começou a sair com ela pelas ruas da cidade. Ele ficou fascinado pelos pequenos detalhes que provavelmente parecia mundano para os nova iorquinos. Para ele, na nova cidade, tudo parecia ser de outro planeta.

Eldar é especializado em fotografias sinceras de rua e por personagens incomuns. Suas fotos refletem sua relação com o mundo. “Sou atraído pelas aparências imperfeitas que chamam a atenção; desde pessoas que podem ser chamadas de desajustadas, já que foi assim que eu sempre me senti durante a vida inteira, até algo que me deixa triste, porque me considero uma pessoa temperamental e melancólica,” acrescenta Eldar.

Andrey Gudkov

Andrey Gudkov é um fotógrafo russo de vida selvagem que teve seus trabalhos divulgados na National Geographic e em outras mídias famosas. Foi reconhecido pela Federação Internacional de Arte Fotográfica, pela Royal Photographic Society, pela National Geographic da Rússia, e por dezenas de outras organizações internacionais.

A carreira de Andrey como fotógrafo foi longa e desafiadora, com mais quedas do que vitórias. “Às vezes eu me perguntava: ‘Por mais quanto tempo continuo tentando?’, e esse próprio pensamento me fez querer desistir,” nos contou o fotógrafo.

Andrey agora viaja para os lugares mais remotos e perigosos para fotografar a vida selvagem. Ele diz que as condições normalmente estão longes de serem perfeitas. A natureza selvagem é dura. Pode levar anos para capturar imagens que realmente valem a atenção.

“Eu fotografo a migração de animais na África há 12 anos. Levei quatro anos para capturar baleias jubarte e três para organizar uma expedição para Cuba. Depois de três anos de testes, recebemos permissão para visitar uma das maiores colônias de flamingo no Parque de Vida Selvagem Río Máximo, em Camagüey. Depois de passar 10 dias no parque, finalmente consegui capturar tudo o que tinha em mente,” disse Gudkov.

Você gostou das histórias que compartilhamos? Leia as histórias completas de Kate Kondratieva, Masis Usenmez, Eldar Khamitov, Andrey Gudkov e de outros fotógrafos do Peru, Hungria, Mongólia e Israel no site do projeto.

Imagem de capa Eldar Khamitov
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