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Como se escolhem os nomes dos furacões

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Arlene, Bret, Cindy, Emily, Franklin, Harvey, Irma, José, Katia, Maria. Esses são alguns dos nomes de furacões que surgiram no Atlântico em 2017. Qual nome será o próximo? Como são escolhidos os nomes dos furacões? O Incrível.club foi atrás da resposta.

Em primeiro lugar, por que os furacões têm esses nomes? Simples: os meteorologistas poderiam batiza-los usando jargões científicos, mas, em vez disso, preferem dar nomes de pessoas para que fique mais fácil identifica-los, lembrar deles e, assim, buscar formas de se proteger das tragédias.

Para os nomes dos ciclones tropicais do Atlântico (aqueles que atingem o Caribe e, depois o sul dos Estados Unidos), existem 6 listas de 21 nomes cada. Procure o seu nome aqui. Essas listas são atualizadas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Os nomes dos furacões mais devastadores são removidos da lista. Por exemplo, os furacões "Katrina", "Sandy" ou "Igor" nunca serão repetidos na história.

Um dos mais recentes, o Irma, é considerado o mais destrutivo em uma década, com ventos de 300 km/h e prejuízos de 300 bilhões de dólares.

Um furacão terá o seu nome?

A probabilidade de que um dos furacões seja seu homônimo é bastante alta. Basicamente cada região em que os ciclones tropicais se formam tem sua própria lista de nomes. Por sorte, o Brasil é um local em que há baixa probabilidade de surgirem furacões e tornados.

Por que é preciso dar nomes para os furacões?

Os furacões nem sempre tiveram nome de pessoas. Eles geralmente eram batizados em homenagem aos santos (Santa Ana) ou com o nome da cidade mais danificada (Antje).

Mas, como dissemos, a partir de meados do século XX, eles passaram a ser batizados com nomes de pessoas.

Quais os próximos?

Na lista de 2017 ainda existem alguns nomes disponíveis: Nate, Ophelia, Phillippe, Rina, Sean, Tammy, Vince e Whitney.

Mas esperamos profundamente que não seja necessário usá-los.

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