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14 Pérolas de crianças cuja engenhosidade pode surpreender qualquer adulto

As crianças são imprevisíveis na hora de expressar a sua opinião ou tomar uma decisão, e é isso que nos deixa felizes ou chateados diariamente. Conviver com elas não é uma tarefa fácil, mas sempre garante uma boa dose de diversão, como provam as fotos de uma banheira cheia de papel higiênico e de uma pulseira de espaguete, o novo feitiço Chateadus! e a versão moderna do pedido para a fada dos dentes, entre outras pérolas.

Nós, do Incrível.club, sabemos o que é criar e educar uma criança, por isso sempre temos histórias guardadas para contar sobre travessuras. Confira!

  • Meu sobrinho, de 13 anos, pegou um galho jogado no chão e disse à sua irmã, de 10 anos:
    — Esta é a varinha do Harry Potter.
    Irmã:
    — É um galho.
    — Quer ver? — bateu com a varinha improvisada na cabeça dela e lançou um feitiço. — Chateadus!
    Funcionou. © Cyrteq / Pikabu

“Querida fada dos dentes.
Caíram dois dentes. O primeiro custa 100 rublos (7 reais) e, o segundo, 105 rublos (7,5 reais).
Feliz Dia da Mulher!
Alex.”

  • Acabei de gritar para o meu filho pedindo para que me trouxesse um café. Quando ele veio com uma xícara, eu estava lendo algo no celular e não lhe agradeci. Deixou o quarto dizendo:
    — Poderia ter agradecido pelo drink. © irisha / det.org.ru
  • Eu estava arrumando a minha filha de 5 anos para ir ao jardim de infância. Nossa manhã sempre passa de forma organizada. Depois deixei as roupas para ela vestir enquanto eu estaria passeando com o cachorro. Quando voltei, minha filha estava perguntando para a avó, pelo celular, como colocar uma blusa. A avó estava tentando explicar, mas sem sucesso, então a garota disse: “Espere. Vou tirar uma foto e te enviar”. Ela sabe como tirar uma foto e enviá-la pelo celular, mas não sabe vestir uma blusa. © fochkina / Pikabu
  • Minha mãe queria me matricular em uma escola técnica particular muito famosa, mas eu não passei na prova. Lembro que ela ficou muito chateada e, quando estávamos voltando para casa, estava prestes a chorar. Então decidi consolá-la:
    — Mãe, não fique triste. Não preciso dessa escola chique, porque quero ser motorista de ônibus! © Alexograf / Pikabu
  • Minha filha estuda no primeiro ano do Ensino Fundamental. Ela gostou tanto da escola que decidiu ser professora quando crescer. Certa vez, juntou todos os seus brinquedos, fez mesas improvisadas de livros, passou cadernos e canetas para cada um e começou a falar com uma voz grossa. Nesse momento, minha esposa estava passando pano no chão. Limpou todos os cômodos, menos o quarto da nossa filha. Quando entrou no quarto dela e começou a limpar o chão, a garota disse o seguinte:
    — Crianças, não prestem atenção à faxineira, vamos continuar a nossa aula. © KostaGrass / Pikabu
  • — Crianças, qual é a cor do crocodilo? — pergunta a professora no jardim da infância.
    — Vermelho! — responde Enzo.
    — Por quê? — pergunta a professora, curiosa.
    — Verde! — grita a turma.
    — Só por fora — contrapõe Enzo.
    A turma fica em silêncio. © Pikabuchkin / Pikabu
  • Hoje, eu estava no ônibus quando ouvi uma conversa entre dois meninos sentados ao meu lado. Um deles olhou pela janela e disse que os seus pais não o deixavam ter um cachorro, então ele pretendia olhar para o sol até ficar cego para ganhar um cão-guia. © Crianças falam / Facebook
  • Minha filha Kira, de 6 anos, levou a sério todas as preparações para ir junto comigo para a Europa e fez um tipo de passaporte para a sua boneca. É obvio que, se a dona tem um passaporte, a boneca também deve ter um documento de identidade. A Kira até desenhou um “retrato” da boneca e escreveu o nome completo dela — Ágata Junqueira de Moraes (não sei como isso veio na cabeça dela).
    Chegou o dia do voo. Estávamos passando pelo controle de segurança. Na nossa frente, atrás do vidro, estava uma oficial de segurança, uma mulher séria. Passei o meu passaporte e o da minha filha. A agente fez algumas perguntas típicas, carimbou e nos deixou passar. De repente, a Kira, segurando o passaporte da sua boneca, me perguntou: “E o da Ágata?” Eu estava prestes a dizer que deveríamos deixar os outros passarem também, já que havia uma fila enorme atrás de nós, e que a Ágata passaria de qualquer maneira, uma vez que pretendíamos atravessar a fronteira do país e a oficial nos repreenderia por atrapalhá-la e outros passageiros. A mulher notou a confusão: “O que houve?” Preparei-me emocionalmente para ouvir um sermão e estendi o passaporte rosa da Ágata: “Temos um passaporte dessa boneca aqui...”
    A oficial respondeu sorrindo: “Então, vamos dar uma olhada”. Ela sorriu de verdade. E realmente ficou olhando para o papel colorido da Ágata, dobrado no meio: “Agora vamos fazer tudo certinho”. Depois disso, colocou o carimbo rosa no passaporte rosa. Uma marca de um objeto de metal, tão sério quanto aquela mulher, em um papelzinho de uma boneca, no controle de segurança, entre outros oficiais de uniforme.
    Se não fosse o vidro, eu teria abraçado aquela mulher. © Alexey Belyakov / Facebook
  • Em uma certa manhã, a minha filha de 5 anos veio para o meu quarto dormir comigo. Perguntei:
    — Você tem o seu próprio quarto e uma cama, por que não vai dormir lá?
    — Como vou te abraçar lá se você está aqui?
    Fiquei sem palavras... © Sonho do poeta / det.org.ru

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