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Os leitores do Incrível.club contaram histórias de pessoas cujo egoísmo não teve limites

O egoísmo é uma atitude que qualquer um às vezes demonstra, mas alguns abusam. Essas pessoas sem remorso nenhum exigem demais, são muito persistentes e absolutamente não se importam com os interesses dos outros, o principal é atingir o seu objetivo. Prova disso são as histórias dos nossos leitores.

Nós do Incrível.club esperamos que aquelas pessoas que se comportam como os protagonistas dessas histórias olhem para si mesmas e tirem suas próprias conclusões.

  • Tenho uma cunhada e após cada visita sua, algumas coisas de casa desaparecem. A última foi uma corrente de ouro. “Ah, você é tão egoísta! Peguei apenas para usar algumas vezes e vou devolvê-la em uma semana”. Passados quatro meses fiquei sabendo, que ela a entregou a penhorou para comprar um carrinho de 3 mil reais e presentear o filho de uma amiga, que sonhava em ter um igual, mas não tinha dinheiro.
    “Por favor, me dê o recibo que vou resgatar a corrente”, pedi. Porém, o prazo para o resgate já havia vencido. Mesmo assim, agora sou “egoísta e materialista”. © Arina Alexandrova / Facebook

  • Um amigo me pediu que o hospedasse por uma semana, para que pudesse descansar. Enquanto relaxava, arrumou compradores para minha (!) casa e só fiquei sabendo por um vizinho. Meu ’amigo’ não deu a mínima sobre onde eu iria morar. Alguns anos depois, ele voltou a me ligar, se convidando para uma visita... © Olga Kramskaya / Facebook

  • Certa ocasião, um motorista ao dar marcha ré bateu no meu carro. Sua culpa era óbvia: seu para-choque deixou uma grande marca na minha roda. Fiz a conta rapidinho — ele me pagaria 200 dólares — e não seria necessário acionar o seguro. Ele não concordou. Quando a polícia chegou, o indivíduo disse que ele estava parado e eu bati no carro dele... Como resultado, o seguro me pagou 500 dólares, e esse motorista recebeu um monte de multas e a suspensão da carteira de motorista. Não se deve mentir para policiais. © Iryna Aliashkevich / Facebook

  • Estava no hospital me recuperando de uma cirurgia e precisava de uma cama elétrica com regulagens de posições. Meu marido, depois de muita insistência junto ao hospital, finalmente conseguiu que colocassem essa cama à minha disposição. No terceiro dia, uma moça veio até o quarto onde, além de mim, estavam mais duas mulheres, e disse: “Você é tão magrinha. Quer trocar de lugar? Estou deitada em um sofá bem estreito ali no corredor. Você vai caber nele e lá também tem flores. Vai dormir bem melhor!” Todas as pacientes que estavam no quarto ficaram simplesmente sem palavras com tamanho atrevimento. © Svetlana Popova / Facebook
  • Comprei um apartamento, fiz a reforma e uma dia a campainha tocou. Abri e era uma senhora de aparentemente 55 anos. Ela disse: “Escuta, me dê o seu aspirador, quebrei o vaso com a planta, mas não tenho nada para recolher a terra”. Fiquei espantada e respondi não ter aspirador (não tinha mesmo). E ela disse com desprezo: “Reformou o apartamento, mas não tem aspirador de pó?” Fechei a porta sem responder, mas fiquei perplexa por algum tempo. Só depois descobri que essa mulher nem morava no prédio. Era diarista de um dos apartamentos que, provavelmente, não tinha aspirador de pó, e então ela resolveu percorrer o prédio para pedir um emprestado. © Nataliia Smyrnova / Facebook

  • Estava em casa sozinha com minha filha de sete meses, meu marido viajando a trabalho. Nós temos uma horta e um jardim, que tenho de cuidar sozinha, pois, minha sogra que mora ao lado não ajuda em nada. Naquele verão tivemos uma boa safra de pepinos, então fiz bastante conservas. Liguei para ela, dizendo: “Separei aqui alguns pepinos se quiser fazer conservas, quando der, venha buscar”. E ela me disse: “Vou levar alguns potes, faça as conservas para mim, você fica em casa mesmo e não tem muito o que fazer”. © Olesea Ilko / Facebook

  • Estava no metrô. Quando parou na estação, entrou uma senhora no vagão e veio direto na minha direção mandando eu me levantar e liberar o assento. Recusei. O fato é que haviam dois bancos livres ao meu lado! Talvez seja o jeito dela: gosta de procurar os mais jovens e exigir algo, mesmo sem nenhuma necessidade. © Milana Milana / Facebook

  • Um dia, uma amiga me ligou perguntando por que estávamos vendendo o apartamento comprado há apenas dois anos, dizendo ter visto um anúncio na Internet. Fiquei chocada e ao conferir o link vi que nosso apartamento realmente estava à venda. As fotos não eram de boa qualidade e as portas dos armários estavam abertas mostrando tudo. O que aconteceu foi que um conhecido do meu marido com sua namorada vieram aqui no apartamento e enquanto meu esposo preparava um café, a mulher tirou fotos com o celular de todos os cômodos sem que meu companheiro percebesse. Pedimos para o site remover o anúncio, mas não foi fácil! A mulher explicou estar começando a trabalhar como corretora de imóveis e precisava desenvolver um banco de imóveis. Como nosso apartamento era muito bonito, fotografou e publicou o anúncio. Ainda comentou que caso encontrasse um comprador nos convenceria a vender o apartamento. © Natalia Osipenko / Facebook

  • Estava em uma viagem, no oitavo mês de gestação. O trem tinha dois lugares para deitar na parte inferior e dois mais baratos na parte superior. Devido à gravidez eu comprei passagem para leito na parte inferior e na outra cama inferior viajava um senhor de 70 anos. Quando paramos na estação, uma mulher grande e gorda entrou e a sua passagem era para a parte superior. Ela propôs trocar os lugares, mas, claro, ninguém aceitou. Ela me convenceu a trocar provisoriamente até acomodar suas coisas. Fui paciente por algumas horas, então pedi à senhora para liberar o meu lugar, pois minhas pernas estavam dormentes. Nesse momento o trem parou em uma estação, ela se levantou olhou para o senhor de 70 anos e falou enquanto descia do trem: “Viu como não faz nenhum sentido pagar mais por uma cama na parte de baixo? Sempre tem alguém que concorda trocar de lugar”. © Lidia Zhukova / Facebook

  • Quando estou na fila do mercado e meu carrinho tem muitos produtos, sempre deixo passar na frente, sem causar problemas, quem tem poucos itens. Uma vez uma mulher apareceu apenas com uma caixa de ovos e perguntou: “Posso passar?” Eu disse que sim. E então ela chamou o seu marido, tipo “vem cá”, e ele foi na nossa direção com o carrinho lotado de compras e entrou bem na minha frente. Fiquei sem palavras, mas depois empurrei eles para o lado e disse: “Deixei passar uma mulher com apenas uma dúzia de ovos, e não um casal com carrinho cheio”. A moça do caixa também ficou surpresa e disse que iria atender pela ordem da fila. A mulher ficou me xingando, mas eu não dei a mínima... © Yelena Bonomanko / Facebook

  • Emprestei minha chaleira elétrica para uma vizinha por um dia, enquanto sua cozinha estava sendo instalada. Depois de cinco dias, perguntei, se ela poderia me devolver? E ela respondeu: “Você tem fogão a gás para esquentar a água! Não está funcionando ou não tem gás?” Humm... “Bem, — eu disse, — pode ficar com a chaleira elétrica de presente para você”. Ela a devolveu em uma hora e bem irritada, como se eu tivesse tirado a chaleira dela. © Sasha Shubina / Facebook

  • Quando eu era jovem, um amigo estava economizando dinheiro para comprar um videocassete. Nossa turma costumava frequentar bares e discotecas e quando traziam a conta, ele dizia: “Não tenho dinheiro, vocês sabem que estou economizando”. Ao mesmo tempo, com uma persistência invejável, ele continuava a nos acompanhar, fazia pedidos caros, mas nunca pagava a conta. No começo todos riam e pagavam, mas depois alguém da turma lhe disse que se a pessoa está economizando, esse é um problema dela, porque todo mundo está sempre poupando, e se não tiver dinheiro — melhor não sair de casa. Ele ficou muito ofendido e nos chamou de gananciosos. Durante duas semanas não falou com ninguém, no entanto, logo tudo voltou a ser como era. © Zosya Zosya / Facebook
  • Estava internada na maternidade, em um quarto com três mulheres também grávidas. Um dia meu marido me trouxe um frango assado, que eu adoro, mas não fazia parte do cardápio das refeições do hospital. Então, fui com ele passear em um parque perto do hospital e quando voltamos, descobri que só sobraram os ossos. O fato é que uma das garotas grávidas também adorava frango assado. © Tursunova Nazgul / Facebook

  • Um dia, meu marido estava em seu carro e parou no semáforo. De repente, abriram a porta do automóvel e um rapaz tentou sentar no banco da frente. Quando meu marido o questionou, ele respondeu que só ia pegar uma pizza ali perto, “só fica a alguns minutos de carro, mas a pé a pizza esfria”. Meu marido ainda perplexo mandou ele buscar a pizza de ônibus. © Aliona Yakubova / Facebook

  • Nossa vizinha sempre pedia tudo à minha esposa: manteiga, açúcar etc... Certa vez, pediu para ficarmos com seu filho, pois, precisava ir ao hospital, mas, na verdade, ela foi à praia, como depois descobrimos. Ainda bem que não ficamos com a criança. No entanto, com a bicicleta do nosso filho a história foi outra, ela pediu que a emprestássemos, seu filho queria dar umas voltas. Eu disse à minha esposa que a bike voltaria quebrada, mas ela não teve coragem de recusar. Dito e feito, eles a devolveram toda quebrada. Não nos falamos mais, é claro. © Dmitrii Korolkov / Facebook

  • Um casal de amigos achou um apartamento para comprar e logo fez o primeiro depósito. A proprietária pediu duas semanas para sair. Então, esse meu amigo já encomendou portas novas e uma banheira e pagou o pedido. Aí a dona do apartamento ligou e disse: “Minha psicóloga disse que eu não deveria vender meu apartamento agora, pois ficarei deprimida. É isso. Mudei de ideia”. Ele lhe perguntou: “Você sabe que terá de devolver o depósito em dobro?” A mulher começou a chorar. Após alguns dias, ela ligou de volta e disse: “Acabei de falar com meus pais e decidimos vender o apartamento para vocês, mas ficarei morando em um dos quartos!” Nós rimos e ela continuou: “Vocês vão comprar um apartamento que vem com uma segunda esposa, que legal!” Como resultado, ela foi obrigada a devolver o depósito em dobro, e meus amigos foram xingados de vigaristas que enganavam as pessoas. © Liudmyla Glushchevska / Facebook
  • Estava com o meu marido no ônibus e não havia mais nenhum banco vago. Em uma parada entrou uma avó com uma menina (aparentemente sua neta). Ela olhou ao redor com um olhar de quem tem experiência, e logo localizou eu e meu marido. Então ela disse: “Deixem-me sentar, é difícil ficar em pé na minha idade”. A palavra “por favor” estava fora de questão. O meu marido se levantou e eu fiquei sentada. A vovó novamente: “Garota, deixa eu sentar perto da janela” (de novo sem “por favor”). Não quis brigar, então, me levantei e ela rapidamente sentou perto da janela, largou a sua bolsa no banco ao lado e chamou a neta com as mãos, como se dissesse, não fique aí parada, sente-se, arrumei um lugar para você.
    A menina veio e se sentou. Esse não foi o fim da história! Meu marido e eu nos dirigimos para a parte de trás do ônibus e paramos onde estava mais livre. Demos sorte: na parada seguinte, um casal desceu, e nós sentamos em assentos ainda mais confortáveis, pois, como ali não tinha poltronas na frente, havia mais espaço para as pernas e um suporte para pequenas bagagens de mão. Sentamos, e nessa altura, a menina (a neta daquela avó) se aproximou e disse: “Dá para trocar de lugares, porque temos uma bolsa e aqui tem mais espaço”. Respondemos que não. Ela ainda tentou resmungar algo, mas fizemos questão de não ouvir. Sou uma pessoa bastante complacente, mas grosseria não se justifica nem pela idade, nem pelas bolsas, ou qualquer outra circunstância. © Anastomus / AdMe.ru

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