Incrível
NovoPopular
Inspiração
Criatividade
Admiração

20 Seguidores contaram as situações mais intrigantes e sem explicação lógica que já viveram

Coisas “estranhas” acontecem o tempo todo e quase todo mundo tem uma história arrepiante para contar. Mesmo que haja alguma justificativa para os fatos ocorridos, nem sempre sabemos e alguns podem realmente não ter explicação.

Incrível.club, então, reuniu histórias compartilhadas por nossos seguidores que, muitas delas, não fazem sentido ou não têm explicação. Confira só!

  • Eu estava tomando remédio para engravidar e uma noite sonhei com uma janela com um céu bem azul, tipo céu de outono, com uns galhos de amendoeira. Ainda no sonho, quando olhei para o outro lado do quarto, havia um menino de uns 9 anos, magrinho, vestindo uma camisa amarela e calça preta. Mas o rosto dele não aparecia para mim.
    Naquela hora tive certeza que estava grávida e que seria um menino. E assim foi. Tive um menino, e foi uma criança magra. Tempos depois, num dos seus aniversários, ele ganhou uma camisa amarela e um macacão preto. O tamanho era grande para ele. Na mesma hora me lembrei da roupa do sonho. Até hoje falo para o meu filho que ele me avisou que ia chegar. ©️Livia Cortat/ Facebook
  • Certa vez estava no quintal tirando a roupa do varal, olhei pela janela que dava para dentro do quarto e vi uma mulher observando minha filha que ainda era um bebê dentro do berço. Saí correndo para dentro de casa procurando a estranha que observava minha filha. Fiquei apavorada pensando que alguém tinha entrado em casa. Quando meu esposo chegou do trabalho eu contei o que aconteceu; ele achou estranho mas não deu muita atenção.
    Quando mudamos para outra casa em outro bairro mais distante e eu tive outra filha, não demorou muito para acontecer de novo. Eu estava sentada na sala, olhei para dentro do quarto e vi a mesma mulher observando a minha outra filha. A casa estava fechada, eu dei um pulo e ela desapareceu. Novamente contei ao meu marido e, dessa vez, ele deu mais atenção.
    Pasmem: ele disse que, pela descrição, era a mãe dele (ela morreu quando ele era criança e não tem fotos dela). Mas sempre acontece coisas esquisitas e sempre vejo ou sinto presenças. ©️Suzana Bertalha/ Facebook
  • Há muitos anos, eu estava na cozinha fazendo o jantar e cozinhando feijão na panela de pressão — que estava a todo vapor. Minha cachorrinha começou a latir indicando que alguém tinha tocado a campainha, como era costume dela latir até mesmo antes da campainha tocar. Era só alguém descer do elevador no nosso hall que ela andava de “ré” nos olhando, para gente ir até a porta da frente que ficava na sala.
    Então, ela fez isso uma vez e já fui ver quem era, pois poderia não ter ouvido a campainha por causa da panela de pressão. Abri a porta e não tinha ninguém. Voltei para cozinha e ela começou a latir de novo, fazendo os mesmos movimentos me chamando para a porta. Abri e não tinha ninguém.
    Na 3ª vez até dei uma bronca nela, dizendo para ficar quieta. Mas fui até a porta novamente e quando abri a porta, a panela de pressão explodiu!!!!
    Destruiu completamente o fogão, a coifa etc. Graças a minha cachorra, eu estava na sala — e viva. ©️Lourdes Carlotti/ Facebook
  • Na época da faculdade, eu morava com mais duas amigas. Às vezes, durante a noite e no escuro, eu tinha a impressão de ver um vulto passar, como se fosse um gato branco próximo ao chão. Como não sou medrosa e acreditava ser apenas impressão... nunca liguei.
    Um dia, estava sentada em uma cadeira em um dos quartos, uma amiga estava ao meu lado sentada na cama e a outra estava perto da porta; enquanto conversávamos tive a mesma impressão de ver um animal branco passado atrás da minha colega que estava na porta. Interrompi nosso assunto e comentei:
    — Sabe quando a gente tem impressão de ver um vulto?!
    E a colega sentada na cama disse:
    — Um gato branco passando atrás da Renata?!
    Ficamos assustadas. E esquecemos, mas depois de alguns anos adotamos, por coincidência, um gatinho branco! ©️Valquiria Lazarin/ Facebook
  • Minha mãe tinha um pente de plástico desses comuns que era o preferido dela, pois minha vó (mãe dela) havia dado a ela antes de falecer. Um dia ele sumiu, ela perguntou se eu havia pegado o tal pente, e lógico que não estava comigo. Meu pai não pegaria por ser careca. Procuramos muito em casa, nem depois daquelas “mega faxinas” o encontramos; achamos que alguém havia roubado ou, por acidente, foi para o lixo. Passaram uns meses e esquecemos.
    Um dia estava voltando da igreja à noite com meus pais e, enquanto eles guardavam o carro na garagem, eu entrei na sala de casa e dei de cara com o pente no tapete no meio da sala. Levei um susto, mas achei que minha mãe o havia encontrado e não tinha me dito.
    Então ela entrou, eu mostrei o pente caído no meio da sala. Ela até sentou de susto. Até hoje me pergunto: O que aconteceu? Quem pegou ? E porquê deixou o pente ali? Ou, melhor, porquê levaram? Foi bem enigmático. ©️Cristina Machado Pereira/ Facebook
  • Minha mãe mora numa casa de dois andares. Certa vez eu estava sentada na copa, ouvindo a gravação que fiz de uma aula difícil. Saí durante alguns minutos para buscar água. Quando apertei o play do gravador, percebi que uma parte da aula tinha sido apagada, como se alguém tivesse gravado algo por cima. Alguns segundos depois do silêncio, é possível ouvir alguém dizer:
    — Pssssiuu!
    Eu quase infartei de medo. Mostrei a fita para minha mãe. Ela apenas riu e até hoje prefere acreditar que alguém fez “hora” com a minha cara. Mas enquanto ela dormia no andar de cima, só eu estava em casa. ©️Eduarda Yaroski/ Facebook
  • Uma vez quando criança, estava brincando de boneca no quarto dos meus pais em cima da cama deles. Junto com a boneca tinha um pano (a fralda da boneca). Eu saí do quarto somente com a boneca e deixei a fralda de pano em cima da cama. Fiz o que tinha ido fazer e quando voltei para pegar a fralda, não a vi em cima da cama.
    Saí procurando por todo canto da casa, até no meu quarto para ver se eu não tinha levado para lá. Perguntei aos meus pais para ver se não tinham pegado, e não tinham. Quando eu finalmente decidi olhar de baixo da cama dos meus pais, ela estava lá. ©️Ketiley Batista/ Facebook
  • Moro no RJ. Costumava pegar o trem na Central do Brasil em direção à Japeri. Quem pega esses trens sabe o quanto eles ficam cheios. Certo dia, eu estava indo em direção à plataforma que ele sempre parava e, por algum motivo, ele parou na plataforma seguinte.
    Eu estava muito cansada para ir até o final e teria de voltar tudo correndo. Olhei, não vi trem nenhum parado, então pensei: vou descer aqui no final e atravessar pelos trilhos. Continuei andando.
    Eu nunca tinha feito isso mas já tinha visto várias pessoas fazendo e, como não tinha visto trem nenhum, seria sem problemas. Lembro de ir andando e uma voz dizer: “Não desce por aí, está muito alto”.
    Então, eu fui andando e a voz parecia continuar por, pelo menos, umas duas vezes. Quando realmente decidi descer, no mesmo instante passou um trem (que eu não tinha visto), na plataforma que eu teria descido.
    Eu teria morrido muito feio, ou pensariam que era suicídio. Cheguei a sentir o vento do trem passando no meu rosto. Eu sei que Deus falou comigo naquele dia. Além de me tremer toda eu só conseguia agradecer... ©️Suelen Pintor De Araujo de Souza/ Facebook
  • Uma vez quando estava indo fazer estágio à pé, uma voz veio em minha cabeça até eu alcançar o sinaleiro (semáforo): “Hoje espere até que todos os carros parem”. Como eu tenho o hábito de falar comigo mesma, disse baixinho: “Ok”.

    Chegando no sinaleiro, fiz o que a voz tinha me dito e, graças a Deus, obedeci!!! Todos os carros tinham parado, menos um caminhão que veio a 100 Km/h. Não iria restar nada de mim. ©️Débora Cristina/ Facebook

  • Nasci no dia 21/12. Uns dias após o falecimento da minha mãe, fui visitar o meu pai e ele me disse: “Filha, sua mãe te amava demais”. Puxou um papel da funerária e o número do local onde ela foi sepultada era 2112. ©️Kelly Lucy Corretora/ Facebook
  • Morei em uma casa muito estranha, tanto eu como meus filhos sempre víamos um menino lá. Muitas coisas aconteciam. Meu filho tinha uma bola de basquete e, certa noite, acordei de madrugada com essa bola quicando no quintal. Mesmo com medo, olhei pela janela e não vi nada. Voltei a dormir.
    Saía todos os dias de madrugada para ir trabalhar e ainda estava escuro. E, uma vez, quando cheguei na garagem, a bola de basquete rolou e bateu no meu pé, nunca vou esquecer! Saímos da casa. ©️Elisangela Azevedo/ Facebook
  • No começo deste ano, minha filha de 3 anos passou muito mal. Dormiu sem nenhuma queixa, mas demorou muito para acordar pela manhã. Às 11 horas ela acordou gritando e com as mãos na nuca, não queria que eu tocasse nela, e não tinha forças no corpo para ficar de pé.
    Corri para o hospital com ela, a suspeita dos médicos não poderia ser pior: meningite. Ela nem ao menos teve alguma reação enquanto era furada para os exames e para aplicarem o soro. Nos resultados iniciais constava uma infecção altíssima. Eu fiquei bastante calma na frente dela, até que ela falou:
    " Mamãe, você sabia que eu era um anjo do céu? Eu queria muito voar de novo, mas agora eu não posso.’’

    Eu fui ao banheiro e chorei muito. E roguei muito para que Deus a deixasse comigo. Quando fizemos os outros exames necessários, foi descartado o diagnóstico de meningite e até hoje os médicos não acharam a causa dos sintomas ou onde era a infecção. ©️Kely Silva/ Facebook

  • Desde novinha (tipo uns 6-7 anos) sempre tive uma enorme aflição ao entrar em determinados carros (como passageira). Eu sempre tinha a seguinte visão (que se repetia diversas vezes e sempre da mesma forma): eu sofria um acidente feio de carro, mas não morria, apenas ficava machucada e ia de ambulância para o hospital à noite.
    Nessa visão eu já era adulta, tinha um relacionamento e a pessoa ia me visitar no hospital após o acidente. Depois dos meus 18 a visão ficou cada vez mais constante e eu cheguei a duas conclusões: ou eu faleci em um acidente de carro na minha outra vida ou eu ia sofrer um.

    Eu sempre morri de medo de dar meu automóvel na mão de alguém, mas há 2 anos minha ex pegou meu carro (era de madrugada) e não deu outra. Ela o bateu num poste! Foi um acidente ridículo que não tem nem como explicar, mas foi muito feio e eu me machuquei muito. Fraturei o esterno/tórax, tive lesão no intestino, fiquei internada na UTI e tudo. Fui de ambulância para o hospital e ela foi me visitar lá.
    Foi exatamente da forma como eu sempre vi. Depois disso eu nunca mais tive essa visão e não consigo entender qual foi o motivo de vê-la desde que eu era novinha. Isso me deixa com uma pulga atrás da orelha até hoje. ©️Chelly Oliveira/ Facebook

  • Somos em três irmãs, sendo que minha mãe sempre mimou muito a caçula. Algum tempo depois que mamãe faleceu, sonhei que minha irmã mais velha (sou a do meio) e eu íamos visitá-la. Eu estava feliz por poder vê-la e sabia que ela tinha falecido.
    Chegamos em uma casa e ela veio em nossa direção. Foi até minha irmã e perguntou pela mais nova. A abraçou e vi lágrimas em seus olhos. Acordei bem chateada, ela sequer havia olhado para mim. Dois dias depois minha irmã caçula ficou doente, e passou vários dias no hospital. Acho que minha mãe tinha ido nos avisar. ©️Cleuzir Vargas de Freitas/ Facebook
  • Quando eu tinha 16 anos, fazia aula de violão e depois da aula ia para escola (estudava à noite). Um dia sai da aula, fui andando numa direção nova e cheguei num lugar completamente estranho perto de um cemitério muito esquisito.
    Havia um taxista e eu perguntei onde era a escola que eu estudava. O homem disse que era muito longe dali e se ofereceu para me levar até lá. Como era taxista pensei que poderia confiar. Ele me deixou na porta da colégio.

    Durante muitos anos pesquisei onde era o tal cemitério no lugar que eu tinha ido e nunca o encontrei!! ©️Adriana Marques Gutierrez / Facebook

  • Eu tinha 8 anos e estava brincando em um rio. Nesse rio tinha uma pedra enorme onde as crianças costumavam ficar porque não era muito fundo. Um dia estava brincando sem colete, e meu pai sempre me obrigava a usá-lo, mas eu não queria porque as outras crianças não precisavam. Cai para fora da pedra e não conseguia voltar porque não sabia nadar.
    Agora eu entendo porque meu pai me obrigava a usar o colete. Lembro que chegou uma hora que não conseguia mais ficar em cima da água e afundei. Quando olhei para cima, vi uma luz muito forte e não lembro como voltei para margem do rio.
    Depois disso meu pai colocou uma piscina em casa e eu fiz seis anos de natação. Nunca mais entrei em um rio. Não vejo outra explicação sem ser que foi um anjo que me tirou da água. ©️Vitória Faleiro/ Facebook
  • Quando estava grávida e ainda não sabia o sexo do bebê, sem querer, sempre me referia à criança como se fosse menino. Uma noite sonhei que ia fazer o ultrassom, mas as imagens pareciam um filme em uma tela grande e eu via o rostinho. O cabelo parecia se movimentar na água, via todos os detalhes dele. E quando ele nasceu era idêntico ao sonho! ©️Aline G. Carvalho/ Facebook
  • Quando eu tinha 15 anos, estava estudando em cima da cama quando tocou o telefone e sai do quarto para atendê-lo. Quando voltei, a minha caneta não estava em cima do caderno como eu havia deixado, então, não sei porquê eu disse: “Devolva minha caneta porque eu preciso estudar”.
    Pasmem: uma pasta que estava na cabeceira da cama da minha irmã se ergueu parcialmente sozinha, para mostrar que a caneta estava ali embaixo. Obs.: eu estava sozinha em casa, me borrei toda e contei para minha mãe quando ela chegou em casa. Ela me disse: “Eu já vi um menino nessa casa mesmo”, fiquei muito tempo com medo de ficar sozinha, ele aprontou mais algumas coisas, mas deixa para lá. ©️Gisele Beatriz Zoccoli/ Facebook
  • Em 2000-2001 eu namorava um menino e fomos fazer um passeio de barco em Angra. Durante o passeio, uma coisa me chamou atenção: um grupo de pessoas brincando, pulando na água, rindo. Dentre as pessoas, havia um cara e um menino pequeno, com seus 4 anos, no máximo, brincando muito! E eu fiquei ali, parada vendo. Contemplando, na verdade, tamanha alegria.
    Anos se passaram. Um belo dia, em Angra, estava num restaurante com minhas amigas. Conheci um rapaz. No dia seguinte ele me chamou para fazer um passeio de barco, pois ele trabalhava com isso na época. Durante o passeio reconheci que era o rapaz que estava brincando com o menino anos atrás. E somos amigos/irmãos até hoje. ©️Andrea Spinola De Azeredo Ferraz/ Facebook
  • Em 2016 eu passei num mestrado em Portugal e estava numa busca alucinante por documentações, casas, viagem... Meu marido, na época, era meu namorado e veio comigo, então estávamos bem carregados de coisas. Uma noite eu tive um sonho em que estava numa sala de parto, minha mãe, com aquelas roupas verdes de hospital, estava ao meu lado. Meu marido não chegava nunca e eu já estava parindo. Nasceu uma criança linda, era um menino, tinha os olhos verdes mais lindos que eu já vi na vida. Eu toquei aquela mãozinha e, enquanto isso, fui acordando e aos poucos soltando aquela pequena mão que também não queria me largar.
    Juro, foi surreal, acordei aos prantos, fiz um exame e, “pah!”, estava grávida de 12 semanas. Ou seja, passei 4 meses menstruando e tudo normal. Minha filha nasceu com a médica que eu sonhei. Minha mãe tinha um casaco verde que parecia de hospital e meu marido não viu o parto.
    Minha filha nasceu com os olhos mais lindos que já vi na vida, mas não eram verdes, eram acinzentados e clarinhos ao nascer. Tocou na minha mão e ali eu soube, foi um encontro de almas e eu fui avisada sobre esse dia. Hoje acredito em tudo que sonho e costumo já me preparar para isso. ©️Amanda Lima/ Facebook

O que você achou dos relatos? Já viveu alguma coisa semelhante? Compartilhe conosco nos comentários. 😉