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14 Histórias sobre os tempos de estudo que podem deixar com desejo de voltar no tempo

A juventude é a fase da vida em que temos menos preocupações, então o período em que estamos estudando na universidade pode, com razão, ser considerado um dos mais intensos e inesquecíveis. Os alunos não têm tempo para dormir ou comer, na noite da véspera de uma prova eles podem estudar todo o programa do semestre da matéria exigida, e as olheiras não desaparecerão completamente mesmo após as férias de verão. Mas, anos depois, a maioria ainda se lembra desse período da vida com um carinho todo especial.

Hoje nós, do Incrível.club, lemos as histórias dos internautas sobre como foram seus dias de estudantes universitários e não conseguimos disfarçar um sorriso nostálgico em nossos rostos.

  • De alguma forma, eu estava muito nervosa antes do exame. Uma garota do nosso grupo veio até mim e disse: “Não se preocupe. Dizem que uma vez ele aprovou uma aluna só porque ela sabia o nome de todos os Pokémons”. Eu não tive coragem de lhe dizer que estava nervosa justamente por ser essa aluna. © valenayaspers / Twitter

  • Me inscrevi para o exame de filosofia, mas definitivamente não estava preparado. Percebi que pior do que estava não poderia ficar, e comecei a responder as perguntas com qualquer coisa que me vinha à mente. Fiquei muito espantado com a nota que tirei: 4 (a máxima era 5). Fiquei curioso para saber o motivo de tal façanha. O professor explicou: “Você expressou seus pensamentos de forma espontânea, exatamente o que eu tento ensinar durante todo o curso”. Então perguntei: “Por que o senhor não me deu nota 5?” E ele me disse: “Então você estava exagerando, soltou demais a sua mente, sinceramente fiquei com pena de mim mesmo por ter que ler tanta baboseira”. © Alex Bergen / Bash.im

  • Eram os exames finais para aprovação em ciência forense, eu estava ali apenas para acompanhar uma amiga e sinceramente comecei a ficar preocupada e com pena dela. Sentamos no auditório para ficar assistindo aos alunos que defendiam seus trabalhos. Na bancada um dos curadores era o orientador dela e estava dormindo. Uma garota defendia um trabalho sobre espanar grandes superfícies para detectar impressões digitais. Naturalmente, estamos falando de superfícies como, por exemplo, as paredes de um apartamento. O discurso dela estava chegando ao fim. Alguém fez algumas perguntas superficiais. Parece que era isso. O presidente da comissão verificou se mais alguém queria fazer perguntas. O tal orientador do curso acordou e disse: “Você já tentou pulverizar esse pó com um avião?” © Lyubov / AdMe.ru

  • Não tive tempo de comer entre o intervalo das aulas, então comprei duas tortas na cantina da faculdade e fui assistir a uma palestra de física sobre mecânica. O professor é uma fera! Muito rígido. Eu estava com muita fome. O mestre caminhava de um lado para o outro do auditório enquanto dava sua explicação. Quando ele virou as costas, aproveitei e arranquei um pedaço de torta e engoli rapidamente. Até que de repente ele veio em minha direção, parou e perguntou: “Do que são feitas essas tortas?” Eu respondi: “De carne”. Ele estendeu a mão, e disse: “Divida”. Eu, assustada, empurrei uma das tortas para ele, que continuou a palestra com um ar imperturbável, comendo minha torta. Bem, eu também já estava começando a comer sem cerimônia mesmo. © Victoria Sergeeva-Filippova / Facebook

  • Eu estava na fila do guichê da faculdade, aguardando minha vez de ser atendida. Na minha frente havia um grupo de jovens de 18 anos, provavelmente colegas de classe. Todos conversavam animadamente. Entre eles estava um cara que claramente veio de outro país, e então comecei a escutar a conversa:
    — Estou muito feliz por ter escolhido São Petersburgo para esse intercâmbio. Existem tantas coisas legais e interessantes aqui. Não tem nem metrô na minha cidade, mas aqui eu vi muitas coisas novas. Já o clima de São Petersburgo é horrível e sinto falta dos meus parentes. A saudade vai me atormentar, vou me sentar à janela, vou olhar e pensar na minha terra natal. Aqui está sempre chovendo e onde eu moro faz muito sol, aqui sempre tem essa neve derretida que vai até os joelhos, e onde eu moro tudo está sempre florescendo e tão perfumado.
    — Ei, se você é tão nostálgico, talvez seja mais fácil voltar?
    — Não, gente, quero ter saudades de casa em São Petersburgo, e não vice-versa. © torbova / Pikabu

  • O curso de ciências políticas durou um semestre, e durante todo esse tempo, eu nem terminei de estudar a primeira apostila. Antes do exame, fiz cópias de todos os resumos, olhei-os atentamente na esperança de relembrar algo durante. Na manhã do teste, uma nevasca enorme causou problemas de transporte. Mesmo assim cheguei a tempo. Voei para a sala de aula. Quando entrei, vi que não havia ninguém, só eu e a professora. Sentamos e olhamos um para o outro. Sem perguntar nada, ela me deu um A e me liberou.
    — Por não ter medo do mau tempo — ela sorriu ao final. © Natalya Psekha / Facebook

  • Uma vez adormeci durante uma aula. O professor a interrompeu para ouvir o que eu murmurava durante o sono. Porém eu estava falando sobre a biografia de Júlio Verne e era exatamente esse o tema. Acordei quando o professor estava me dando uma nota 4 (5 era a máxima). Ele então comentou comigo: “Lhe dei 4, tirei um ponto só porque você parecia estar um pouco confuso em relação às datas”. © Palata № 6 / VK

  • Era dia de prova na universidade. Eu estava no 4º ano, o professor chegou e falou: “Hoje teremos um sorteio. Eu preparei para vocês vários bilhetes com perguntas difíceis e um único da sorte que é o de número 13 com duas perguntas fáceis. Boa sorte!” Todo mundo escolheu um. Olhei para o meu, mas infelizmente não era o número 13. O bilhete da sorte saiu para um cara que estava sentado atrás de mim. O sortudo me cutucou e perguntou baixinho: “Qual é o nome do professor?” e sussurrei para ele. Então o cara pediu ajuda para responder a segunda pergunta também: “Qual é o nome da esposa do Shrek?” Tentei ajudá-lo o mais que pude e nunca dei dicas tão estranhas quanto aquelas. Mais do que essas perguntas, o que me surpreendeu realmente foi o fato de que o cara sortudo não soubesse nenhuma das respostas. © Palata № 6 / VK

  • Na escola, nos dias de prova todas as garotas da minha classe, inclusive eu, adotamos um tipo de saia especial que era pregueada, e tinha uma barra que facilitava esconder a cola. Ao ver todas as meninas com saias iguais, o professor não resistiu e perguntou: “O quê está acontecendo, agora a escola passou a exigir uniforme?” © Natalia Blokhina / Facebook

  • Na Faculdade de Psicologia, eu e uma colega estávamos aplicando uma prova para uma candidata a pós-graduação em psicofisiologia. Ela devia discorrer sobre o tema “O polígrafo e sua aplicação”. A aluna começou pela história do detector de mentiras e nos contou que na Índia antiga uma pessoa que estava sob investigação devia responder às perguntas do juiz e tocar um gongo, o som resultante do golpe no instrumento é que determinava se o depoente estava falando a verdade ou não. Na China antiga, a mentira era determinada pelo grau de secura do arroz na boca de um suspeito, e assim por diante. Minha colega e eu não sabíamos disso e ficamos surpresas com a profundidade do conhecimento da candidata. Quando questionada sobre como sabia tanto sobre o assunto, ela, olhando modestamente para baixo, respondeu que fez uma profunda pesquisa em literaturas específicas sobre o tema. Sem dúvida, lhe demos um “excelente”. Uma semana depois, meu filho de 11 anos, literalmente nos mesmos termos, me contou a mesma história do detector de mentiras e disse que aprendeu tudo assistindo a um programa infantil educativo“. © psy95 / Pikabu

  • Oh, era uma boa vida aquela que levávamos no albergue de estudantes! Lembro-me de sentar uma noite com uma amiga no salão comunitário e ficar cantando canções com um violão, conversando até escurecer. Então pessoas começam a aparecer de todos os lados, todo mundo correndo para algum lugar. Perguntei o que estava acontecendo. E eles responderam: “Estamos com pressa, já são 8 horas da manhã e estamos atrasados para a aula matinal”. Eu não tinha percebido que as horas haviam passado tão rápido. Sinto tantas saudades daquele tempo. © Musikette / AdMe.ru

  • Eu estava andando com meu sobrinho no parquinho e encontrei um pen drive que alguém perdeu na caixa de areia. Levei o objeto para casa, o limpei e o coloquei no computador. Continha um único arquivo com o título “O que arruinou a minha vida”. Abri e vi ali, aparentemente, uma tese de mestrado inacabada. © Palata № 6 / VK

  • Um cara chamado Michael, morava em nosso albergue. Ele sempre trazia um grande pedaço de bacon de casa. Sua panela também era uma “obra de arte” enorme, de alumínio. O Michael adorava fazer nela uma sopa de beterraba. Despejava água e jogava um pedaço de bacon, e então vinha a parte mais interessante: ele batia na porta de todos os quartos e perguntava: “Você tem batatas, sal, cebola, repolho? Contribua com a minha sopa e venha saboreá-la dentro de 2 horas”. Resumindo, depois de 2 horas, todo o andar estava reunido em seu quarto, e todos se revezavam tomando um saboroso prato de sopa de beterraba. © Gabriela / AdMe.ru

  • O professor do curso de Segurança da Informação me viu pela primeira vez já na prova. Ele ficou me cobrando: traga suas lições anotadas, faça todas as tarefas. Tentei convencê-lo de que entendo do assunto. O professor: “Como pode provar isso?” E eu lhe disse: “Olhe o seu celular”. Ele pegou o aparelho, desbloqueou e imediatamente na tela apareceu minha foto acompanhada do seguinte texto: “Acho que mereço pelo menos um C?” © Palata № 6 / VK

E quais histórias dos seus anos de universidade você contará para seus netos? Comente.

Imagem de capa Palata № 6 / VK
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