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11 Histórias que provam que a vida sempre guarda surpresas para todos

Você não precisa ser altamente aventureiro para ter uma surpresa a qualquer momento. Até mesmo as pessoas mais tranquilas e com rotinas bastante monótonas são surpreendidas. E existem surpresas realmente de cair o queixo, como as que aconteceram com alguns dos nossos protagonistas. Já imaginou chegar em seu ambiente de trabalho e ser acusada de ser amante de um cliente injustamente? Ou, ainda, ter seu fone de ouvido ’roubado’ por um senhor?

O Incrível.club selecionou uma nova coleção de histórias reais de diferentes usuários das mais populares comunidades da Internet que farão você entender que coisas surreais podem acontecer conosco a qualquer momento.

  • Hoje, quando eu saía da loja de eletrodomésticos com uma compra, o segurança me pediu para que eu mostrasse a nota fiscal, algo normal até então. Eu havia posto a nota no bolso, e estava cheia de sacolas. Assim, disse para meu filho, que estava atrás de mim: “pega as sacolas para mim, meu amor?” O segurança rapidamente estendeu as mãos, muito educado. Acho que ele estava precisando de palavras de carinho, naquele dia, e nem percebeu que eu estava falando com outra pessoa.
  • Fomos para o litoral, nas férias, e antes mesmo de nos instalarmos no hotel, fomos para a praia. Chegando lá, percebemos que estava praticamente lotada, não havia espaço para absolutamente mais ninguém na areia. Procuramos por vários minutos um lugar onde pudéssemos colocar nossas coisas. Por fim, achamos um pequeno espaço perto de um estabelecimento onde poderíamos até fazer um churrasco. De repente, apareceu um casal com um filho com a mesma idade que eu. Eles também queriam o mesmo lugar que meus pais. Os casais começaram a discutir horrores, e nenhum deles estava disposto a abrir mão do lugar. Por fim, dividimos espaço. No início, ficamos uma meia hora em silêncio, até que alguém falou algo, de brincadeira, e quebrou o gelo. Somos amigos há 5 anos.
  • Meu gato apareceu, do nada, com um ’colar’ feito de pão de forma. “Mas o que é isso?”, pensei. Fui ao meu quarto e lá estava meu papagaio, com o mesmíssimo acessório. Segui em busca de explicações e vi meu cachorro com um pacote de pão de forma, comendo somente o miolo e ficava com a cabeça ali, no meio do pão. Aparentemente, eles tiveram a brilhante ideia de comer o miolo e aproveitar a casca do pão para inventar uma nova tendência de moda. Não duvido de mais nada...

  • Eu tinha um carro com calefação nos bancos, mas não funcionava porque o botão para acioná-lo estava quebrado. Procurando em várias lojas e páginas de segunda mão, encontrei um interruptor que talvez pudesse resolver o problema. Ao comprá-lo, rapidamente o troquei, conectei todos os cabos do velho ao novo e voltei para casa. No caminho, é claro, decidi testar, e apertei o botão: funcionava perfeitamente, eu até senti calor de mais. Estava ok, funcionava, desliguei. Entretanto, uma semana depois, aspirei todo o carro e quando fui aspirar debaixo do banco, percebi que os cabos desse botão não estavam conectados... Eu chamo isso de ’poder da mente’.
  • Trabalho como professora. Sempre que meus alunos faltavam alguma aula, eu exigia um bilhete dos pais explicando os motivos da ausência. Hoje, uma das meninas trouxe, escrita, a seguinte justificativa para a falta: “Estimada Sofia, peço desculpas pela ausência de minha filha na aula ontem. Lemos um livro no dia anterior, mas era tão triste que passamos a noite chorando. Como boa mãe, simplesmente não poderia deixar que ela fosse à escola com olhos e nariz inchados. Atenciosamente, Rosely”. Estou realmente curiosa para saber que livro tão triste é esse.
  • Quando vamos a algum lugar, meu irmão de 5 anos sempre pede o celular da minha mãe ou do meu pai para jogar, mas eles sempre dizem que esqueceram em casa. Uma vez, fomos de avião passar as férias em outra cidade. Estávamos atrasados e, entrando no aeroporto, meus pais perceberam que deixaram os celulares em casa. Nesse momento, meu irmão tirou os aparelhos da mochila e disse: “Eu sabia que iriam esquecer, por isso, peguei antes. Posso jogar?”

  • Estava sentada em um parque lendo um livro, quando um senhor se aproximou e sentou ao meu lado. Lia um jornal e, de modo algum, sua presença me incomodava. Mas, de repente, ele tirou um fone do meu ouvido e colocou no dele. Fiquei tão surpresa que não consegui dizer nada. E ali estávamos, sentados, cada um com um fone e lendo. Depois de uma meia hora, tirou o fone, sorriu e disse: “Que ótima seleção de músicas! Não são como as da minha adolescência. Mande-me, por favor, alguma pelo Facebook. Obrigado!” Deixou seu cartão no meu livro e levantou. Agora estou aqui, em casa, fazendo uma seleção de músicas para enviar a um simpático desconhecido da terceira idade.

  • Minha colega da casa do estudante da minha universidade trouxe um gato, o que era estritamente proibido, segundo as regras do lugar. Em certa ocasião, quando a diretora revisava os quartos, o gato miou, e minha vizinha também começou a fazer o mesmo. Quando a diretora se virou para nós, intrigada, eu respondi: “Tem transtorno bipolar, coitada...”. Minha colega escapou por pouco e me deve essa.

  • Trabalho em um bar como músico e recentemente fui testemunha de uma discussão bastante interessante entre uma jovem e um homem do tipo arrogante. A conversa era sobre uma obra clássica, já nem lembro qual. Falavam tão alto entre eles que comecei a temer que chegassem a se agredir. Me aproximei deles no caso de a moça precisar de ajuda, já que o homem estava mais alterado. Mas antes da minha intromissão, ele disse “Moça, eu sou graduado em música”. Ao que ela responde: “Ah, é? Que eu poderia dizer? Eu, diretora de uma orquestra sinfônica, diante de um simples graduado?” Fim de papo. Todos que presenciaram a cena choraram de rir.
  • Quando criança, passava o verão com minha avó, que vivia em um país nórdico. Sempre pedia para que ela brincasse comigo, mas ela se cansava rápido e dizia: “Quando estiver escuro na rua, volto a brincar com você”. E assim esperei várias vezes. Esperava e esperava por horas. Depois de crescido é que fui entender o que é ter insônia...
  • “Eu não esperava que você fosse assim, descarada, Ana”, me disse a Marta, do departamento de contabilidade. Entendi menos ainda quando comecei ouvir comentários de ’falsa’ e ’jararaca’ a meu respeito. Saí para levar meu filho ao dentista, preocupada com os comentários e, quando voltei ao banco onde trabalho, lá estava uma mulher gritando: “Aí está ela, a mulher que adora ligar para os homens casados!”. Fiquei chocada. Ela simplesmente estava certa de que eu estava tendo um caso com seu marido, sem que sequer eu pudesse me defender! Perguntei a ela como chegou àquela conclusão. Ela respondeu que eu sempre ligava para seu esposo e, quando isso acontecia, ele se escondia e falava sussurrando. Na verdade, eu fazia ligações para ele com o único intuito de cobrar um empréstimo que ele havia feito sem o consentimento dela com o nosso banco e que já estava atrasado há meses. Esses ’Sherlocks’ principiantes podem acabar com o dia de alguém, definitivamente.

Querido leitor: sua vida é interessante! Conte-nos como foi viver em outro país, ser voluntário em um orfanato, estudar gastronomia ou ser Papal Noel no shopping! Temos certeza de que você tem muito o que contar. Escreva suas histórias para redacao@incrivel.club com o título “Minha história”. (: