Modelo que perdeu os lábios em ataque de pitbull compartilha sua jornada de recuperação

Quando inserimos os animais em nossa vida e em nossa família, é bem provável que eles mudem completamente a dinâmica da casa e a nossa rotina. Quem tem um bichinho de estimação sabe que precisará ter algumas responsabilidades, mas que não lhe faltará chamego, carinho e alguns bocados de pelos que são revertidos em lambidas e alegria.
O Incrível.club reuniu algumas histórias que mostram que além de dar muito afeto, eles podem ser verdadeiros amigos e protetores. Confira só!
Meu marido é diabético tipo 1. Esses dias, ele teve um episódio sério de hipoglicemia à noite. Eu estava dormindo e quase não percebi. Fui acordada pela minha gata, que além de me acordar, permaneceu ao meu lado o tempo todo até que eu conseguisse estabilizá-lo. Quando ele já estava bem, ela se deitou no meio de nós e passou o resto da noite lá!
Esta é a Felícia!!
Ana Paula Penteado Pires/ Facebook
Nosso gato gostava muito da minha avó. Volta e meia ele fugia de casa para ir lá comer queijo (sim, ele era louco por queijo e sabia pedir muito bem). Quando minha avó adoeceu e foi para o hospital, ele quase enlouqueceu, e ficava procurando por ela desesperadamente.
Os médicos a liberaram para vir para casa, e ele a visitava constantemente em sua cama. Quando ela faleceu, nosso gato veio vê-la. Depois do enterro, não a procurou mais.
Kely Silva/ Facebook
Meu cachorro não gosta muito de colo, então não costumava ficar perto de ninguém. Um dia estávamos na sala e o Fucinho não saía de perto do meu sogro, até deitou em seu ombro no sofá — achamos estranho aquele comportamento.
No outro dia pela manhã, meu sogro começou a sentir dor no peito e foi socorrido às pressas, pois estava tendo um infarto e precisou ser operado.
Graças a Deus está bem e recuperado, mas nós ficamos impressionados. O Fucinho já estava prevendo o que ia acontecer. Isso já tem cerca de oito anos. Hoje o Fucinho tem 10, moramos em outra cidade e ele ainda possui uma conexão admirável com meu sogro.
Ele é um cãozinho especial, tem lábio leporino, lutou para sobreviver e parece que foi enviado por Deus para nossa família — é a nossa paixãozinha.
Tarcila Modesto Neves/ Facebook
O que achou dos relatos? Já passou por alguma experiência semelhante? Compartilhe sua opinião conosco nos comentários. 😉