15+ Encontros que foram da “Malhação” ao “Casos de Família”

Curiosidades
4 horas atrás

Quem nunca foi a um encontro cheio de expectativas, esperando que tudo saísse perfeito? Porém, como a vida adora surpreender, as coisas nem sempre seguem o roteiro. E é justamente nesses momentos que surgem as histórias mais engraçadas, caóticas e memoráveis. Bem, o nosso artigo de hoje é uma prova disso.

  • Quando tinha 15 anos, eu gostava de um garoto que me convidou para um encontro. Me arrumei toda e, como tinha orelhas de abano, decidi colá-las com cola. Sentamos em um banco e começamos a conversar. Tudo ia bem, até que, de repente, plop! — a orelha direita soltou. Disfarcei, virando o lado esquerdo para ele, e continuamos rindo e conversando. Mas logo senti que a outra orelha também estava prestes a descolar. Então, me virei, gritei “Tchau!” e saí correndo. Depois, o garoto veio me perguntar o que tinha acontecido, e eu apenas disse que minha mãe havia mandado eu voltar para casa. © crazyEmpress / Pikabu
  • Conheci um cara em um site de relacionamento. No primeiro encontro, ele me convidou para ir à casa dele. Tudo parecia normal, até que precisei usar o banheiro. Ele disse: “Não dê descarga. Eu só dou no final do dia, para economizar água”. © musiIiIIic / Pikabu
  • Uma vez, um rapaz apareceu no encontro com uma sacola cheia de dentes. De pessoas. E perguntou, quase chorando, se eu poderia guardar aquilo na minha casa enquanto saíamos para passear. Fiquei chocada, até que ele explicou que tinha pegado um trabalho extra fazendo próteses dentárias em casa. © enaMora / Pikabu
  • Ajudei uma amiga que ia para um encontro com um cara que ela conheceu em um site de relacionamento. Combinamos que eu ligaria para ela 15 minutos depois dela encontrá-lo. Se não gostasse dele, ela usaria a ligação como desculpa para ir embora, dizendo que tinha surgido uma emergência e que precisava sair o mais rápido possível. Telefonei como combinado, e ela atendeu animada, dizendo que estava tudo ótimo. Eu pensei, então, que ela tinha gostado do rapaz. Vinte minutos depois, minha campainha tocou. Abri a porta e lá estava minha amiga, aos prantos. “O que aconteceu?”, perguntei. E ela disse que depois da minha ligação, alguém telefonou e ele teve de sair para resolver uma emergência. © Overheard / Ideer
  • Na escola, um garoto me convidou para sair. Decidi que faria ele se apaixonar por mim usando a estratégia de ser misteriosa. O plano era o seguinte: quando chegássemos ao ponto de ônibus, eu entraria no veículo do nada e partiria. Ele ficaria intrigado com a minha personalidade peculiar e se apaixonaria por mim. Porém, o plano deu errado. O ônibus demorou a chegar, e o menino tentou de tudo para me convencer a sair dali. Quando o ônibus finalmente chegou, o motorista simplesmente não fechava as portas, e ficamos ali apenas encarando um ao outro de forma constrangedora. Quando as portas se fecharam, fui embora. Quer dizer, desci na próxima parada e voltei para casa. Ele nunca mais falou comigo. Nunca. © OlgaOlgina / Pikabu
  • Recentemente, fui a um encontro. O rapaz era cerca de dez anos mais velho, bem-sucedido. Além de mim, sustento meu filho, também tenho uma estabilidade financeira. No meio do jantar, ele soltou: “Na nossa vida juntos, não pode ter nada que seja ’meu’ ou ’seu’, tudo será nosso. Então, quando formos morar juntos no seu apartamento, você não vai poder falar que ele é seu. Será nosso”. E ainda continuou: “Espero que você não seja dessas que compra essas comidas congeladas horríveis. Eu não como essas coisas. Você terá que cozinhar”. Foi nesse momento que eu disse que estava na minha hora de ir e fui embora. © kiqk / Pikabu
  • Conheci um homem: 35 anos, bem-sucedido, inteligente, generoso. Pensei logo que tinha tido sorte. No nosso terceiro encontro, ele me convidou para um restaurante. Tudo estava indo bem, até que ele mencionou que uma pessoa iria se juntar a nós por um tempo. Achei que fosse um amigo ou colega dele, então concordei sem pensar duas vezes. Foi aí que uma senhora chegou para se sentar conosco. Era a mãe dele. Ela me analisou da cabeça aos pés e, do nada, começou a falar sobre todas as doenças do filho, o que ele gosta de comer e que, no inverno, eu teria de comprar protetor labial para ele. Saí de lá tão rápido que nem minha sombra deve ter dado para ver. © Overheard / Ideer
  • Estávamos de férias na praia quando minha amiga conheceu um “príncipe”. Ele a convidou para um jantar romântico à beira-mar e ainda avisou: “Não jante em casa”. Chegaram à praia, ele estendeu uma toalha e tirou da bolsa um pote de maionese e uma colherzinha de chá. “Isto é vieira”, disse ele todo orgulhoso, levantando o pote. “Eu mesmo as peguei. Sirva-se”. Minha amiga provou um pedaço. “Já está satisfeita?”, perguntou ele em seguida, antes de, carinhosamente, pegar o pote de volta e guardá-lo na bolsa. Tem 20 anos que eu e minha amiga rimos desse “banquete de vieira”. © ReKatty / Pikabu
  • Conheci um cara de 32 anos e começamos a namorar. Saíamos para passear, jogávamos videogame na casa dele, comíamos doces... no geral, tudo perfeito. Um dia, fomos dar uma volta e decidimos comer em um churrasquinho. Quando chegamos na entrada, ele ficou estranho, hesitando para entrar, e começou a ligar para alguém. Perguntei: “O que aconteceu?” Ele respondeu: “Olha, tem problema se você pagar desta vez? Minha mãe confiscou meu cartão. Ela diz que eu não sei administrar meu dinheiro e, quando preciso de algo, ligo para ela. Se não for uma despesa supérflua, ela me manda o dinheiro. Mas ela não está atendendo o telefone...” © Radostnya / Pikabu
  • O cara era mais jovem, dentista, e começou o primeiro encontro já dizendo de cara que precisava de uma mulher como eu: madura, com filho e com uma renda boa. Afinal, ele ainda ganhava pouco e eu era uma mulher independente, estabilizada. Queria alguém experiente para guiá-lo na vida. Propôs alugarmos um apartamento e começarmos a morar juntos imediatamente. No meio da conversa, perguntou se eu gostava de geleia. Descobri que ele tinha vindo direto da casa da mãe e que ela havia enviado um pote de geleia para mim. “Que delicadeza!”, pensei. A conversa continuou com ele listando o que gostava e o que não gostava, para que eu já fosse me acostumando. Berinjela, por exemplo, lhe causava diarreia. Chegando na porta da minha casa, quis me dar um beijo. Ficou ofendido que recusei, e, para completar, levou embora a geleia. Foi assim que fiquei sem o doce e sem o promissor marido em potencial. © NeemKashu / Pikabu
  • Um rapaz que conheci num aplicativo de namoro me convidou para um encontro em um restaurante. Ele pediu um prato marcado como “muito apimentado” no menu. O garçom ainda perguntou se ele tinha certeza da escolha — e ele confirmou. Assim que começou a comer, ficou óbvio que ele não dava conta: o rosto dele ficou vermelho, mas continuou insistindo. Disse que estava tudo bem, até que se levantou e foi ao banheiro. Demorou tanto tempo que comecei a achar que o cara tinha me deixado sozinha com a conta. Mas ele voltou, pagou o jantar, e disse que depois de passar vergonha na minha frente, não tinha como dar certo entre a gente. E foi embora. © Palata Nº 6 / VK
  • Um rapaz convidou minha amiga para um café. Quando a conta chegou, ela só olhou o valor e pagou uma parte correspondente a mais ou menos o que havia consumido. O cara ficou um tempo analisando o recibo, até que disse: “Está faltando um pouco da sua parte, mas tudo bem, você completa minha passagem depois”. Ela achou que fosse brincadeira, mas ao saírem, ele avistou o ônibus dele vindo e falou: “Olha, o meu! Rápido, me passa a passagem!” Pegou o dinheiro da mão dela e foi embora. Ainda ficou surpreso depois quando ela recusou um segundo encontro. © Burumbyaka / Pikabu
  • Fui para um encontro com um homem que chamou minha atenção pela inteligência. Decidimos sair para uma caminhada. Era inverno, à noite, climinha romântico... até que me deu vontade de ir ao banheiro. Sugeri entrar em um fast-food e expliquei que precisava usar o banheiro. Ele me olhou de um jeito estranho e disse: “Para que entrar? Eu seguro sua bolsa, você vai ali no cantinho no escuro, ninguém vai ver”. Me veio a cena na cabeça: eu, me equilibrando nos saltos e tentando não cair na neve, enquanto meu cavalheiro segura minha bolsa de guarda ao meu lado. © Koshachya.Z*** / Pikabu
  • Primeiro encontro. Entrei no carro, o cara me deu flores e disse que iríamos para a sua casa. Fiquei receosa, não estava esperando, por isso respondi que não iria a lugar nenhum. Então, ele se virou para o banco de trás, começou a mexer em uma sacola abarrotada de panos e, olhando nos meus olhos, disse: “Bom, então pode pelo menos comprar esse jogo de cama?” Foi o encontro mais curto da minha vida. © Natalia / ADME

Vamos combinar: primeiros encontros são uma mistura perfeita para o caos. E não é só o nervosismo que entra na receita — as pessoas conseguem nos surpreender de jeitos que nem imaginamos. Confira aqui mais histórias de internautas que viveram encontros tão marcantes que é impossível esquecer.

Imagem de capa Natalia / ADME

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