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14 Curiosidades na criação das crianças em países diferentes

Cada país possui a sua peculiaridade em relação à cultura, aos valores, à educação infantil e à criação dos filhos. Algumas escolas, por exemplo, conduzem reuniões individuais com cada pai e outras dão liberdade total aos seus alunos desde as primeiras séries do ensino fundamental, tratando-os como adultos. Estar ciente de vários tipos de educação e criação é importante para todos os pais.

Incrível.club escolheu algumas das observações mais notáveis de pais que criam seus filhos em diferentes partes do mundo, prestando atenção às características específicas dos jardins de infância e das escolas. Nossa equipe também assistiu a vídeos de pessoas que se mudaram para outros países e que ficaram surpresas ao descobrir as diferenças de educação entre a sua terra natal e o novo local de residência.

  • Nas escolas da Coreia do Sul, é normal tirar os sapatos logo na entrada. As crianças levam os calçados até a sala de aula, tiram os sapatos de reserva do armário e então os colocam. Diana Sagiyeva, uma mãe estrangeira que mora na Coreia, comenta: “Os alunos vão de meias até a sala. Parei de dar meias brancas à minha filha para levar na escola, porque ela sempre volta de meias sujas. Sinceramente, não entendo essa regra. Para que serve o segundo par de sapatos?”

  • No Japão, as mães que têm uma agenda cheia podem comprar refeições prontas para uso, e a partir delas montar a marmita (bentô, como é conhecida) para filho levar à escola. O prazo de validade desses produtos é muito curto. Como o almoço não é fornecido aos estudantes do ensino médio, as mães japonesas fazem a refeição todas as manhãs. Os japoneses não costumam preparar pratos com antecedência (por exemplo, à noite), já que preferem comer produtos frescos.

  • Nas escolas da Islândia, não há diários de classe, apostilas de exercícios ou uma quantidade excessiva de lições de casa, além de não haver um uniforme escolar instituído. Ou seja, os alunos podem assistir às aulas vestindo jeans e moletons, por exemplo. A educação e todo o material escolar são gratuitos, livrando os pais de gastos excessivos.

  • Na Finlândia, reuniões de pais são realizadas de forma diferente. “Quando fui para a reunião pela primeira vez, pensei que encontraria outros pais e todos nós teríamos de aguentar críticas aos nossos filhos. Mas tudo foi melhor do que esperava. Pelo contrário, os professores elogiaram a minha filha dizendo que ela é uma aluna capaz”, compartilha a usuária Julikalife VLOG no seu canal do YouTube. Na escola finlandesa, professores e diretores costumam ressaltar as características únicas da criança e sugerem uma abordagem individual para cada aluno, em vez de focar nos pontos fracos dele.

  • De acordo com uma mãe, com nome de usuário “Venesia”, nas escolas finlandesas não existe um sistema de subordinação: “A escola estabelece uma relação de igualdade entre professor e aluno. Por um lado, isso é bom, pois ajuda a evitar qualquer humilhação por parte do professor, mas, por outro, às vezes os adultos acabam perdendo a autoridade com as crianças”.

  • Além disso, o Estado finlandês proporciona aos alunos todo o necessário: livros didáticos, cadernos e material de desenho. Vale-transporte, ingressos para eventos e lanches durante viagens também são fornecidos pela instituição de ensino, sem a necessidade de pagamentos a mais por parte dos pais.

Escola de ensino fundamental na Finlândia. Há almofadas na sala de aula para dormir durante o intervalo

  • Na Noruega, as creches e jardins de infância não dividem as crianças em grupos. As menores, de um a 2 anos, e as mais velhas recebem atenção igual do professor. Os pais afirmam que, seguindo essa abordagem, crianças mais novas aprendem muito com seus colegas mais velhos, o que pode acarretar resultados positivos no desenvolvimento infantil.

  • Na Espanha, alunos fazem a maior parte das lições de casa nas salas de aula. O que eles não conseguem fazer a tempo na escola, terminam em casa. As despesas dos pais ao longo do ano podem variar de acordo com a instituição escolar. Assim, a autora do canal no YouTube Mama Feliz Life sobre a vida na Espanha conta que que os pais pagam o equivalente a 140 reais por ano para a escola comprar materiais escolares. Eles também precisam gastar dinheiro com livros didáticos, de 380 a 950 reais por ano letivo. “Não temos custos adicionais, nem para o Natal ou Dia do Professor”.

  • Na França, durante a pré-escola, é adotada uma abordagem individual em relação ao sono. Todas as crianças comem ao mesmo tempo, mas cada uma dorme no seu horário. De manhã, quando os pais levam seus filhos para o jardim de infância ou creche, o professor pergunta como a criança dormiu, quando levantou e se comeu bem. As informações são registradas em um diário, para que o professor saiba o horário necessário para colocar cada uma das crianças para dormir.

  • Na Alemanha, as crianças têm em média 90 dias de férias por ano. De 2 a 4 dias caem nos feriados de Ano Novo. Além disso, ninguém estuda no Natal, na Páscoa e nem no Domingo da Trindade, além de descansar durante outros feriados religiosos.

Escorregador de uma das escolas de ensino fundamental na Alemanha, a meia hora de Bremen. É dessa maneira que os alunos saem do prédio durante o recreio

  • Também na Alemanha, as crianças deixam materiais escolares na sala de aula. Cada uma tem sua própria gaveta, na qual pode colocar estojos, álbuns, tintas e lápis, entre outros pertences. O número de alunos em uma turma costuma variar de 25 a 26. As salas são equipadas com pias, diferentes tipos de entretenimento (para os intervalos) e computadores para estudar.

  • No Reino Unido, crianças vão à escola a partir dos 4 anos de idade. Primeiro, elas frequentam classes de alfabetização, e depois, vão à primeira série. Os alunos costumam levar apenas um caderno com o dever de casa cumprido.

  • Além disso, nos dias mais frios os pais costumam levar seus filhos para casa vestindo chinelos ou sandálias. O inverno do país não é tão rigoroso, mas tem muito vento. Esse costume deixa os turistas de queixo caído. “Tenho a impressão de que os britânicos não sabem diferenciar frio e calor. Muitas vezes, no inverno, você pode se deparar com crianças usando apenas meias ou meias acima do joelho, bem como sapatos de verão. A peça mais quente que elas podem usar é um cachecol. Claro que isso pode deixar qualquer estrangeiro confuso”, compartilha Jenny Mamedova em um vídeo. Ela enfatiza que, no verão, pelo contrário, é fácil encontrar uma pessoa usando botas e um vestido leve. Parece que os habitantes costumam colocar a primeira coisa que encontram no guarda-roupa.

  • Na Suécia, a licença parental corresponde a um período de 480 dias. São 90 dias reservados para cada um dos pais e o resto fica a critério do casal. Mas se um deles não aproveitar os seus 90 dias, o segundo cônjuge não poderá usá-lo. Não é preciso tirar todos os dias de uma vez só, mas o importante é tirá-los antes de a criança completar 8 anos. Por exemplo, cada um dos pais pode tirar 2 dias por semana para cuidar do filho.

Quais você considera as principais características na criação das crianças em nosso País? Quais gostaria que fossem copiadas dos exemplos acima?