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10 mostras de que ninguém é mais fiel que um cachorro

É pouco provável que exista no mundo um animal mais fiel que um cachorro. A lealdade e o amor dos cães em relação aos seus donos é algo tão forte que sentimento nenhum consegue superar.

Hoje, trazemos algumas histórias que comprovam que a fidelidade de um cachorro é capaz de arrancar lágrimas até mesmo da pessoa menos sensível.

  • Entrei em uma loja para comprar cigarros e saí. Na rua, abri o pacote e um cachorro se aproximou. Ele ficou sentado, olhando. Tirei um cigarro e ofereci. Ele cheirou, pegou um com cuidado e levou ao seu dono, um mendigo que morava ao lado. Realmente amor de cachorro é algo impressionante.
  • Tenho o hábito de colocar o pijama embaixo do travesseiro depois de arrumar a cama. Meu cachorro é muito pequeno e sempre sente muito a minha falta quando eu vou ao trabalho. Por isso, ele pega o meu pijama, leva ao corredor e dorme em cima dele. Quando ele cresceu, parou de fazer isso. Atualmente, estou em um projeto em outra cidade, deixei o meu cachorro na casa dos meus pais e venho apenas aos finais de semana. Há pouco tempo eles me ligaram dando risada, para me contar que o meu cachorro havia enfiado a cabeça em um dos meus pijamas.
  • Uma noite, houve um incêndio no nosso apartamento. Ainda bem que toda a minha família e o nosso cachorro saíram ilesos. De repente, eu percebi que faltava uma coisa: a nossa tartaruga. Ela havia ficado dentro do apartamento. Olhei para o meu cachorro e ela estava na boca dele. Esse é o nosso melhor amigo, um salvador.

  • O que o meu cachorro mais gosta é miolo de pão. Ele faz de tudo para conseguir um pedacinho. Quando recebe, não solta de jeito nenhum e não divide com ninguém. Um dia, fiquei preso no trabalho. Muito cansado, voltei para casa bem tarde. A primeira coisa que fiz ao entrar foi deitar e começar a chorar. De repente, meu cachorro veio e me tocou com o focinho. Eu não dei bola. Ele foi embora e voltou alguns minutos depois com um pouco de miolo de pão. Colocou na minha frente e ficou me olhando.

  • Eu trabalho em uma pequena loja e um dos compradores mais frequentes é um poodle chamado Tim. Sua dona é uma senhora bem velha que vive muito longe e tem alguma dificuldade para se locomover. Então, toda vez o cachorro entra, espera no final da fila, me dá uma sacola com dinheiro e uma lista de compras. Só falta ele começar a contar o troco.

  • Adotei o meu cachorro em um abrigo. Ele era do grupo dos 'sempre recusados'. É um pinscher vermelho, com olhos inteligentes e que nunca late. Se ele precisa ir até a rua, tomar banho ou comer, ele começa a correr de um quarto para o outro. Uma vez, eu estava dormindo e escutei o latido baixo dele, mas não quis abrir os olhos. Depois, senti o peso do mundo sobre mim. Com muita dificuldade, acordei e percebi que o meu cachorro realmente estava latindo. Havia uma enorme fuga de gás na cozinha e já estava muito difícil respirar. Ele é meu pequeno salvador.

  • Minha mãe foi diagnosticada com um câncer há quase 3 anos. Naquela época, eu tinha 17 anos e estava no último ano do ensino médio. Todos se preparavam para o vestibular e para a formatura, e eu passava quase todas as tardes no hospital, tentando estudar. Superamos as dificuldades, a doença regrediu e eu passei na universidade. Mas agora, quem tem um câncer é o nosso cachorro, que ficou doente depois de minha mãe. Não podemos fazer nada, nem mesmo operá-lo. Minha mãe tem certeza de que ele levou a doença dela.
  • Quando o meu dálmata tinha 7 meses, saímos para dar uma volta. Do nada, ele começou a correr e eu o segui. Fomos até o jardim e lá havia uma garotinha de 6 anos encurralada entre a grade e uma matilha de cachorros. Meu cachorro, rosnando, fez com que a matilha se distanciasse um pouco. Foi assustador. Eu peguei um pedaço de pau e tentei espantá-los. A garotinha, chorando, correu até a minha perna. Na outra, meu cachorro ficou abraçado, já com medo, mas ainda encarando os outros cachorros. Após algum tempo, eles foram embora. Meu cachorro protegeu a garotinha e essa foi a única vez que eu vi o meu cachorro rosnar.
  • Quando eu tinha 5 anos, salvei um cachorro de um pântano. Ele viveu conosco durante um mês, mas como a minha avó já tinha dois cachorros, tivemos de doá-lo para um vizinho. O cachorro cresceu e ficou forte. Um dia, mais ou menos 6 anos depois, ele quebrou a corrente. Ele veio correndo na minha direção e meus amigos fugiram. Quando ele me viu, diminuiu a velocidade. Se aproximou devagar, se sentou ao meu lado e ficou encolhido. Eu fiz um cafuné e disse: "De nada, amigo". Esse foi o agradecimento mais sincero que eu já recebi na minha vida.
  • Perdi a perna em um acidente há um ano. O meu maior apoio, e quem fez com que o momento fosse muito menos dolorido, foi o meu labrador. Desde então, sempre que caminhamos, ele dobra uma patinha. Quando cansa, abaixa e levanta outra, mas sempre anda apenas com 3 patas, para que eu não me sinta mal.

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