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Tula, a cadela pastora que passou 8 anos cuidando de pequenos pinguins, chega à aposentadoria

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Não é segredo para ninguém que os cães são capazes de verdadeiras façanhas. Entre as inúmeras habilidades desses animais está a capacidade de proteger, quando treinados para tal, outros bichos. É comum ver cachorros cuidado, por exemplo, de ovelhas. Contudo, na Austrália existe um projeto criado para adestrar uma raça canina especificamente para evitar que a menor espécie de pinguins do mundo acabe caindo nas garras dos predadores.

O Incrível.club se aprofundou nos conceitos desse curioso projeto, e preparou este post justamente para contar a respeito de pequenos pinguins, seus lindos pastores protetores e a história de uma heroína em especial.

Em uma ilha australiana é possível encontrar a menor espécie de pinguins do mundo

Antigamente aberta ao público, a ilha Middle Island fica situada em Warnambool, na costa a sudoeste de Victoria, Austrália, e é o lar da menor espécie de pinguins do mundo. Eles são conhecidos como pinguins-azuis ou pinguins-fada. As aves medem cerca de 40 cm, pesam apenas um quilo e podem nadar até 50 metros embaixo d’água. O maior perigo para os bichos, além da poluição ambiental, são as raposas selvagens que vivem na ilha. Elas se alimentam dos indefesos e pequenos pinguins.

Inicialmente, os cães da raça pastor-maremano-abruzês cuidavam de galinhas e ovelhas. Hoje, cuidam de pinguins

O pastor-maremano-abruzês é uma raça canina oriunda da Itália, que desde seus primórdios foi treinada para proteger rebanhos do perigo das raposas. Aproveitando o fato de esses animais serem excelentes protetores, o Penguin Project decidiu levá-los à ilha para que protegessem os pinguins durante a temporada de acasalamento.

Tula, da raça pastor-maremano-abruzês, se aposentou

Tula, junto com sua irmã, Eudy, conseguiram fazer com que a população dos pequenos pinguins saltasse de 10 para 100 animais. E como não poderia deixar de ser, Tula, com toda sua dedicação para cuidar das pequenas aves, conquistou o coração de todos os membros do projeto e dos moradores da comunidade de Warnambool.

No fim das contas, depois de passar um bom tempo cuidando de inúmeros pinguins, a pastora heroína ganhou o direito de relaxar. Ela se aposentou, se mudou para um sítio que funciona como residência para cães velhinhos e, de vez em quando, ajuda a treinar novos integrantes da iniciativa, também da raça pastor-maremano-abruzês.

O que achou da história de Tula e dos pequenos pinguins? Pensa que usar outros animais pode ser uma boa ideia? Deixe seu comentário!

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