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8 dicas neurobiológicas que nos ajudam a ser mais felizes

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Existem milhares de dicas e técnicas psicológicas para que as pessoas se sintam mais felizes e satisfeitas com cada dia vivido. Mas e o nosso cérebro? Que orientações ele pode nos dar?

O Incrível.club reuniu alguns métodos neurobiológicos capazes de dizer com toda segurança por que e quando nosso cérebro nos brinda com a sensação de completa satisfação. Essas técnicas têm origem na avaliação da própria atividade cerebral, que em algumas situações aumenta bastante (e isso pode ser comprovado com equipamentos) e, em outras diminui. Confira:

#8. Aprenda a dizer "obrigado"

O que acontece: Quando agradecemos a uma pessoa ou até ao destino por alguma coisa, nos focamos no lado positivo da vida. As lembranças de algo agradável estimulam a produção de serotonina no córtex cingulado anterior. Este método é muito usado no tratamento contra depressão.

#7. Resolva os problemas à medida em que eles aparecem

O que acontece: O cérebro leva 24 horas procurando a solução de algum problema que nos preocupe. Isso requer muita energia, causando ansiedade e irritação. E quando o cérebro está cansado, os resultados não aparecem. Mas toda decisão tomada é premiada com uma dose dos neurotransmissores, que acalmam o sistema límbico, nos ajudando a ver o mundo de uma maneira melhor. Assim, é muito melhor deixar para resolver os problemas um atrás do outro.

#6. Expresse tudo de ruim que está acumulado no seu interior

O que acontece: Quando simplesmente vemos algo desagradável e falamos de algo de que não gostamos, diferentes áreas do cérebro entram em ação. No último caso, as emoções desagradáveis possuem menor efeito. Por isso, é bom expressar tudo que estiver acumulado no seu interior: assim, o cérebro iniciará a produção de serotonina, fazendo até com que você veja o lado positivo em situações que parecem ruins.

#5. Carinhos e abraços

O que acontece: Para o ser humano, a interação social é muito importante. O apoio dos outros, principalmente os carinhos e os abraços, nos ajuda na cura de doenças. Quando tiramos o contato físico da nossa vida, o cérebro perceberá aquilo como se fosse uma dor: por isso, as mesmas regiões do cérebro são ativadas. O resultado disso é o desenvolvimento de processos que afetam nosso humor, podendo levar à depressão.

#4. Não deixe de aprender coisas novas

O que acontece: Para o cérebro, a nova informação significa uma mudança constante no ambiente. Por isso, ele tenta se adaptar e se desenvolver, premiando-se com dopamina, o hormônio da alegria, por receber e processar informações novas. Se quiser ser feliz, não tenha medo de experimentar algo novo, mudar aquilo que está ao seu redor e aprender algo que ainda não conheça.

#3. Fazer exercícios

O que acontece: Os treinos físicos são como um estresse para o corpo. Mas quando a sensação de estresse acaba, a endorfina é liberada. Ela é produzida na hipófise como uma espécie de recompensa, e seu efeito é similar ao do ópio (ou morfina). Este hormônio reduz a dor e melhora o humor. E você nem precisa correr uma maratona para sentir o efeito: até mesmo uma simples caminhada pode fazer muito pela sua felicidade. Não é à toa que muitos escritores e compositores consideram os exercícios físicos uma condição necessária para o processo criativo. O dr. Drauzio Varella, um dos médicos mais conhecidos do País e adepto das maratonas (tendo, inclusive, publicado um livro a respeito), garante que a corrida é um poderoso antidepressivo.

#2.Dormir bem

O que acontece: Quando dormimos na escuridão, há a produção do hormônio melatonina, que desacelera todos os processos no organismo, ajudando em sua recuperação e aumentando o teor de serotonina no hipotálamo. Quando o cérebro percebe uma mudança na iluminação do ambiente, começa a produzir o hormônio do estresse para despertar o corpo. Por isso, é importante dormir de 6 a 8 horas em um quarto escuro.

#1. Procure manter o otimismo, independentemente do que acontecer

O que acontece: O processo de espera por algo prazeroso (comida ou sexo, por exemplo), é parecido com o reflexo de salivação (condicionamento clássico) descoberto pelo psiquiatra russo Ivan Pavlov, num famoso experimento. Nosso cérebro sente um prazer especial quando está esperando algum acontecimento positivo. Por isso, gostamos tanto de contar as horas e até os minutos para algum momento especial: um aniversário, casamento, um encontro com amigos ou simplesmente o fim de um dia de trabalho.

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