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6 testes psicológicos com resultados inesperados

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As pessoas tidas como normais possuem certos limites? Ou será que todos temos uma pitada de loucura?

O Incrível.club relembra neste post algumas famosas experiências que mudaram tudo o que sabíamos sobre a mente humana. Leia e surpreenda-se.

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Nesta situação, as pessoas se encontravam num espaço fechado. De repente, um ator começava a simular um ataque epiléptico. E chegou-se à conclusão de que, quantas mais pessoas estivessem no ambiente, menos tentavam ajudar o ator.

Conclusão: você tem mais chances de ser ajudado por um só transeunte do que por uma multidão. Num grande grupo, as pessoas terão pena de você, mas apenas observarão o que acontece.

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45 graduados, 25 psicólogos e 25 psiquiatras foram divididos em 2 grupos. Cada grupo ouviu uma gravação de uma voz humana. Ao primeiro grupo, foi dito que tratava-se da voz de um louco, e depois disso, 70% dos participantes acharam que a pessoa era esquizofrênica. Já no segundo grupo, ninguém deu este diagnóstico. A pessoa da gravação era completamente saudável mas imitava o comportamento e a fala de um portador de problemas mentais.

Conclusão: tente ser crítico perante as conclusões alheias e analise a informação antes de tirar conclusões.

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A polícia reprimiu violentamente uma revolta estudantil. Após isso, alguns estudantes receberam a proposta de escrever um ensaio que justificasse as ações policiais. A recompensa pelo texto ia de 0,5 a 10 dólares. Em seguida, cada aluno preenchia um questionário descrevendo a própria atitude perante a polícia. O grupo de controle não escreveu nenhum texto, apenas preencheu o formulário. A atitude dos estudantes que justificaram a ação policial e ganharam a recompensa mínima foi melhor que a do grupo de controle e que dos que ganharam mais dinheiro.

Conclusão: ao escrever o texto, os estudantes mudaram de atitude com relação à polícia, e ficavam felizes em receber uma pequena recompensa. Mas quantidades maiores de dinheiro eram vistas como suborno.

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Ao participante do teste, eram mostradas fotos de um acidente, e depois feitas perguntas sobre o ocorrido, modificando de propósito certos detalhes para confundir e criar uma imagem nova do que tinha acontecido. No fim, a pessoa misturava toda a informação recebida e seu cérebro formava novas lembranças, que eram falsas, apesar de a pessoa ter certeza de que eram reais.

Conclusão: a memória pode nos enganar a qualquer idade, então é perigoso confiar só nas lembranças.

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Uma mulher estava sentada imóvel no meio de uma sala. Ao seu lado, estavam 72 objetos diferentes, entre eles uma rosa, uma pena, perfume, um chicote, tesouras, uma pistola e uma bala. Durante 6 horas, o público pode escolher qualquer objeto e fazer com a mulher o que bem entendesse. Primeiro deram a ela a rosa, a acariciaram com a pena, deram-lhe beijos. Em seguida, passaram a tirar sua roupa, cortar seu cabelo e chicoteá-la. Uma pessoa inclusive tentou matar a mulher, mas foi impedida por outra. Quando a mulher "voltou à vida", as pessoas entraram em choque ao perceberem o que tinha acontecido.

Conclusão: nosso cérebro é incapaz de distinguir o bem e o mal sem certa experiência na vida. O comportamento normal é determinado pelas regras que funcionam na sociedade. Se cancelarmos as regras, o ser humano pode virar, rapidamente, um animal incontrolável..

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Um estudante, um artista, uma dona de casa, um pediatra e 3 psicólogos procuraram clínicas psiquiátricas reclamando de ouvirem "vozes na cabeça". Foram todos internados, e cada um deles foi diagnosticado com um transtorno psiquiátrico. Depois disto, os "pacientes" deixaram de reclamar das alucinações, mas passaram por um tratamento específico antes de receberem alta. Depois, um dos "pacientes", um psicólogo, publicou um texto afirmando que ele e as outras 7 pessoas simulavam as alucinações, colocando em dúvida toda a confiabilidade do diagnóstico psiquiátrico.

Os funcionários de um dos hospitais alegaram que jamais voltariam a cometer aqueles erros. O psicólogo concordou em passar 3 meses enviado os "pseudo doentes" ao hospital. De 193 pacientes, os médicos identificaram 41 farsantes e ficaram em dúvida com relação a outros 42 pacientes. Em seguida, foi descoberto que o psicólogo não haviam mandado ninguém àquele hospital.

Conclusão: se você colocar algo em dúvida, pode se convencer de algo que contradiga a realidade. Os médicos queriam ver seus pacientes naquelas pessoas, e os encontravam. E quando buscavam "falsos doentes", também os encontravam, cometendo erros em ambos os casos.

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