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5 Passos para abandonar um hábito prejudicial

É comum encontrar quem tenha um hábito que prejudica a própria vida. Para muitas pessoas, deixá-los de lado nem sempre é tarefa fácil, pois são costumes que ficam arraigados na mente.

Mas o Incrível.club descobriu uma técnica bem simples, desenvolvida pelo educador e autor de best sellers americano Brad Lamm, que já foi testada com sucesso por milhares de pessoas.

A principal diferença entre vício e hábito é o contexto da situação. Por exemplo, você sempre se dedica a um hábito ruim numa hora determinada ou sob certa circunstância. Mas o que acontece quando o quadro muda? Você consegue aguentar algumas horas sem realizar aquela ação, ou sua mente mergulha numa dolorosa obsessão?

A dependência não é apenas fisiológica, mas também psicológica, emocional. Nesses casos, é difícil combatê-la sozinho; melhor procurar um especialista ou um psicólogo. Mas se for apenas um mau hábito, você mesmo pode derrotá-lo.

Defina para si mesmo o motivo pelo qual precisa deixar o mau hábito no passado, quais as consequências negativas que ele traz. Imagine como seria sua vida sem ele. Quanto mais vantagens você encontrar em abandonar o costume, melhor.

Faça uma lista com todas as coisas negativas provocadas pelo hábito prejudicial; assim, verá a situação com mais clareza. E faça outra lista com as futuras mudanças positivas. Descreva-as muito bem para que a motivação seja proveitosa.

Estabeleça um prazo realista para que o hábito seja derrotado - de um a três meses costuma ser um bom período. Afinal, ninguém consegue abandonar um costume de um dia para o outro. Entender isso o ajuda a se preparar mentalmente.

Você pode dividir a meta em várias etapas: assim, sua mente assimilará as mudanças gradualmente, sem estresse. Por exemplo, a partir do dia seguinte, você pode evitar o hábito durante as tardes. Após 7 dias, realizá-lo apenas aos fins de semana. E depois de um mês, abandoná-lo por completo.

Encontre partidários de sua causa. Pessoas que já passaram pelo o que você está passando inspiram e dão a chance de compartilhar preocupações, pedir conselhos. Elas irão compreender, sem julgar.

Quanto mais amigos souberem das suas intenções, menores serão as chances de fracasso. Até porque nós, humanos, somos seres sociais. Nos importamos com a opinião dos outros e, ainda que nem sempre cedamos à pressão da sociedade, podemos bem escolher aquela que nos beneficia.

De vez em quando, pensamentos sobre seu mau hábito invadirão sua mente. É importante não ter medo disso, nem considerar-se fraco. Pense que você apenas caiu em tentação. Deixe que os pensamentos fluam com todas as suas nuances e sensações. E volte a reler a lista de motivações elaboradas no passo 2.

O autor desse método afirma que mais de um terço de seus pacientes sofreu recaídas durante o primeiro mês. Mas todos eles retomaram o processo e, apesar dos obstáculos, conseguiram vencer os costumes ruins.

Quando pode-se considerar o resultado atingido?

O dr, Lamm define prazos concretos: a partir da data em que a pessoa se propõe a acabar com o costume prejudicial, se passam em média 66 dias. É quando é geralmente possível dizer que o mau hábito foi derrotado.

Imagem de capa depositphotos.com