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Usuários da Internet contam as situações mais humilhantes que já viveram (e eles irão lembrar delas por muito tempo)

Quem nunca passou por uma situação em que sentiu vergonha de si mesmo? Um daqueles momentos em que ficamos torcendo para que um raio caia sobre nossas cabeças? Não importa o que aconteça, ao invés de esquecermos de vez, a lembrança desses momentos fica para sempre em nossas mentes.

Para você não se sentir o pior dos seres humanos, a equipe do Incrível.club decidiu pequisar na Internet outras pessoas que já viveram o mesmo tipo de situação. Acompanhe:

  • Eu tinha um amigo de infância, da Argentina. Nós o chamávamos de Remix. Uma vez, meus amigos e eu fomos para a fazenda da avó de um colega. Ela adorou o argentino simpático com sotaque diferente e não o deixou por um minuto sequer, repetindo: “Vem cá, Remix, não seja tímido! Coma este biscoitinho, é muito gostoso. Tome este suco, Remix”. Mas ele ficou muito constrangido. Quando o Remix saiu da sala, o meu amigo disse: “Vó, não o chame de Remix. O nome dele é Artur. Remix é o apelido que demos porque ele é gago”. © MelvinFrohike / Pikabu
  • Há 10 anos, tive uma fratura na tíbia da perna esquerda. Precisei passar 7 semanas com gesso, e, por isso, comprei uma bengala regulável para me movimentar. Então, em um dia ensolarado de junho, eu estava no ônibus. Em uma das paradas entrou uma menina e sentou na minha frente. Depois de alguns minutos, reparei em que ela estava arrumando o cabelo, olhando nos meus óculos de sol. Em seguida, se inclinou e começou a retocar a maquiagem. Não consegui me segurar, sorri e perguntei: “senhorita, você não quer um espelho?” Ela ficou espantada e respondeu: “Ops, desculpe. Pensei que você fosse cego”. © Buhalsbomjami / Pikabu

“Cemitério Maldito”

  • Minha amiga não conseguiu tirar folga para levar a filha no primeiro dia de aula. Ela resolveu passar a roupa da menina e comprar um buquê de flores, e explicou ao seu marido tudo o que era para fazer. Depois da recepção dos alunos, minha amiga ligou para a filha para saber como foi tudo, mas a menina respondeu o seguinte:

— Tudo bem, só o vaso que estava pesado.

— Qual vaso?
— O de cristal. O papai me deu as flores no vaso com água, e eu fiquei com ele durante todo o evento. Ouvi por acaso / vk

  • Nas redes sociais, vi alguns vídeos de exercícios em escadas: corridas rápidas laterais, primeiro do lado esquerdo, depois do lado direito e, pra finalizar, subir correndo na ponta dos dedos. No trabalho, passei a usar as escadas frequentemente, então comecei a correr para emagrecer até o verão chegar. Eu estava com muito orgulho de mim mesma até que o vigia, um velhinho, me elogiou pela minha agilidade porque, apesar de eu ter criado dois filhos, conseguia correr pelas escadas rapidamente. Isso porque esqueci completamente as câmeras de segurança, espalhadas por todo o prédio. © Ouvi por acaso / vk

  • Eu estava passeando pela margem de um rio quando vi alguém acenando para mim, como se estivesse feliz por me encontrar. Não consegui entender se era uma criança ou um anão, mas eu não conhecia nenhum anão. Já as crianças não ficavam tão felizes por me ver. E, no final das contas eu tinha poucos conhecidos na cidade. Insegura, acenei de volta e me aproximei da figura desconhecida para cumprimentar. Encontrei um cachorro fofo na cor bege, com seu bumbum virado pra mim e a cauda abanando! Fiz carinho nele e finalmente comecei a usar óculos mesmo quando não estava dirigindo. © Ouvi por acaso / vk

  • Depois de me formar na universidade, fui trabalhar na Polícia Civil. Certa vez, estava voltando do trabalho, vestindo o uniforme quando ouvi uma mulher berrando. Corri em direção à voz, com o coração disparado. Vi um homem apontando uma pistola para a capela, alegando algo. Me aproximei dele, derrubei-o no chão, bati nele com toda força e o algemei. Só que depois me virei e vi os projetores atrás da capela, as câmeras e uma equipe de filmagem... © Ouvi por acaso / vk

  • A mãe do meu namorado é farmacêutica. Uma vez, uma mulher com bigode entrou na farmácia dela, explicando seu problema. A mãe do meu namorado quis consolá-la e disse: “Isso não são bigodes, é apenas um buço. Em uma vila perto daqui, a diretora da escola, Maria da Silva é que tem um verdadeiro bigodão. Não se compara com o seu”. A mulher ficou vermelha de raiva e murmurou: “Ela é a minha irmã”. © Ouvi por acaso / vk

  • No sétimo ano do ensino fundamental, uma menina muito linda ofereceu o lugar ao lado dela para eu sentar. Eu disse a ela que minha mãe havia me proibido de sentar com meninas. Na verdade, minha mãe nunca falou isso. © Risklotrman / Reddit

  • Minha família espirra muito alto, até demais. Talvez seja porque todos temos alergia. Uma vez, no supermercado, minha mãe espirrou tão alto que um homem que estava levando algumas caixas de ovos para o caixa derrubou tudo com o susto. © Ouvi por acaso / vk
  • Um dia, estava com muita pressa. Atravessando a rua, parei entre as linhas contínuas esperando um bom momento para terminar de cruzar a via. Eu estava usando uma saia envelope, presa com apenas um botão. Um carro que passou perto arrancou minha saia com a antena. O motorista nem parou e eu fiquei só com roupas de baixo. Na parada de ônibus, todo mundo ficou olhando para mim e dando risada. Só um homem veio e ofereceu sua jaqueta. © Ouvi por acaso / vk

  • Uma vez, meu nariz sangrou no parque aquático. Como eu tinha me acostumado com isso, inclinei a cabeça para trás e decidi sair da água. Mas não deu certo. O salva-vidas correu até mim, mas escorregou e acabou caindo na escada de azulejo, tendo sua coxa machucada e a perna fraturada. Há muito tempo eu não ficava tão envergonhada. Eu é que tive de “salvar” o salva-vidas, segurando meu nariz. © Ouvi por acaso / vk

  • Uma vez, errei o ano de um voo ao comprar uma passagem aérea com pressa. Quando cheguei no balcão de check-in e dei meus documentos, recebi a seguinte resposta: “Senhorita, seu voo é daqui a um ano”. © Ouvi por acaso / vk

  • Aos 18 anos, decidi fazer uma tatuagem. Nada mais inteligente veio à mente além do desenho de código de barras. Combinei tudo com o tatuador e fiz o desenho. Depois, descobri que o modelo dessa obra-prima era o código de barras da embalagem de lasanha tirada da sua geladeira. Isso lhe pareceu muito engraçado, uma vez que ele expôs a situação para toda a nossa cidadezinha onde vivíamos. Todo mundo tirava sarro de mim, mas o meu pai e o meu tio superaram todos, me chamando de lassanhada. © Ouvi por acaso / vk

  • Passei em um posto para comprar um café e um pastel. Perguntei ao meu filho (que estava sentado no banco de trás): “Vai querer um pastel com queijo?” Ninguém respondeu. Repeti a pergunta mais alto: “Filho, vai querer um com queijo?!” Silêncio. Daí, gritei: “QUAL PASTEL VOCÊ QUER?!” Virei a cabeça pra trás e descobri que ninguém tava lá. Tinha esquecido que havia levado meu filho para casa. © Ouvi por acaso / vk

  • Uma vez, esqueci a palavra “maionese” e estava tentando persuadir a funcionária do caixa de que precisava apenas da “magenese” e nada mais. Após um tempo discutindo, me dei conta da bobagem que estava falando e saí correndo da loja, vermelho de vergonha. Maldita “megenese”. © Ouvi por acaso / vk

  • Eu queria facilitar o processo de escrita do meu trabalho de final de ano. Em vez de digitar o texto do livro, baixei um aplicativo de gravador de voz. Enquanto eu estava lendo, meu irmão mais novo entrou correndo no meu quarto, me deu um peteleco e saiu. Eu gritei: “Saia, seu babaca!” Mas tinha esquecido de que o aplicativo estava gravando. Sem apagar nada, entreguei todo o documento para o meu professor... © Ouvi por acaso / vk

  • Aos 18 anos, eu me apaixonei por um menino que nem olhava para mim. Por isso, criei um plano: queria me encontrar “inesperadamente” com ele, escorregar e cair nos seus braços. Então, fui executar o plano: entrei no café onde ele estava passando um tempo com sua colega de turma e na hora em que eles estavam saindo, passei por perto. Torcendo o pé, caí nos braços dele. Porém, quando ele me levantou, disse para a sua namorada (conforme descobri depois, ela não era só uma colega): “Vamos, estamos atrasados para o Cartório!” © Ouvi por acaso / vk

  • Último ano de universidade, última semana de provas. O professor disse que se tivéssemos frequentado todas as aulas e feito todas as anotações, teríamos só uma questão na prova. Eu havia feito todas as tarefas e, por coincidência, meu namorado fez aniversário no mesmo dia da minha última aula. Queria ser a primeira a dar parabéns; por isso enviei uma mensagem de texto à 1h da madrugada: “Amor, feliz aniversário!” De manhã, o professor veio conversar comigo: “Querida, não esqueça dar parabéns para o seu amado, pois fui eu que recebi a sua mensagem”. Não precisei fazer nenhuma prova e tirei a pontuação máxima. O professor disse que ele quase tinha apanhado da esposa, que queria bater nele com uma frigideira de tanta raiva. © Ouvi por acaso / vk

  • Enquanto todo mundo está bem e só corre o risco de se ferir em um acidente ou caindo, eu torci o meu pescoço durante o sono — isso aconteceu acidentalmente, bastou eu virar para o outro lado. O que eu tenho agora: consultas com o traumatologista, 3 injeções, pílulas e tentativas malsucedidas de pôr os ossos no lugar. © Ouvi por acaso / vk

  • No primeiro ano do ensino médio, uma das professoras me perguntou sobre o trabalho dos meus pais. Sem pensar duas vezes, respondi que minha mãe lavava louça. A professora chegou à conclusão de que ela era dona de casa. Porém, ela era professora de Química. É que, envolvido com meus brinquedos, eu nunca tinha parado pra pensar aonde minha mãe ia todos os dias. © LoveCatPics / Reddit

Você já passou por uma situação humilhante dessas?

Imagem de capa MelvinFrohike / Pikabu