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Histórias divertidas sobre nossos vizinhos

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Da mesma maneira como cada um de nós tem seu estilo, o mesmo pode acontecer com os nossos vizinhos. Uns são tranquilos e calmos, não fazem barulho e não reclamam, enquanto outros decidem fazer tudo de madrugada. E não estamos falando de festas, e sim de reparos no banheiro e daquela faxina geral na casa. Bom, silenciosos ou barulhentos, tranquilos ou ranzinzas, todos têm o direito de ser como são e a vida na cidade nos obriga e nos ensina a viver em sociedade, com apenas uma parede entre nós e um mundo completamente diferentes do nosso. A melhor maneira de deixar essa equação mais calma é sempre com respeito e muito bom senso.

Confira as histórias sobre vizinhos que trazemos hoje. Talvez você já tenha vivido algo parecido.

  • Um dia, estava esperando meu namorado para passar uma noite juntos. Tomei banho, coloquei uma calcinha e um sutiã 'interessantes', me maquiei e passei perfume. Faltava apenas colocar as lentes de contato - porque, sem elas, eu não enxergo nada. De repente, batem na porta. Pensei que era ele. Cheguei perto e olhei pelo olho mágico: o corpo definitivamente era parecido com o dele. Abri a porta e vi...um homem desconhecido. Ao seu lado, uma mulher com dois adolescentes de 14 e 17 anos. O homem ficou meio sem jeito e a mulher ficou tentando tapar os olhos dos filhos. Eram meus novos vizinhos que queriam me conhecer.
  • A acústica no apartamento onde eu moro é excelente. Que bom, porque eu adoro cantar. Para não incomodar ninguém, eu costumo cantar de dia, quando todos estão fora, trabalhando. Um dia, estava no meio da música e esqueci uma parte da letra. Uma voz rouca que vinha de cima me surpreendeu, continuando a música. Terminamos juntos, como em um dueto. Hoje, sempre canto com meu vizinho. Será que algum dia eu vou saber se ele é o homem que sempre sobe comigo no elevador?
  • Vivo num edifício muito velho. As escadas entre os andares sempre estão muito sujas, as luzes estão queimadas e ninguém limpa nada. Uma garota de 23 anos acaba de se mudar para o apartamento ao lado. Ela trocou todas as lâmpadas, tirou as teias de aranha, lavou as janelas e tirou o pó. Uma vez, ao voltar do trabalho, a vi trocando o corrimão. Parecia que havia mais luz, até me senti bem por estar em um lugar tão limpo. Senti vergonha pela sujeira de antes. Fiz uma reunião de condomínio e começamos a melhorar a situação do jardim. Tiramos o lixo e compramos plantas para o corredor. E decidimos comprar um presente para a nova vizinha.
  • Um dia desses, meu vizinho me disse que sua serpente de estimação tinha fugido. Minha mãe e eu ficamos super assustadas e começamos a revisar cada canto da casa, em todos os armários, e não dormimos durante dois dias. Enquanto isso, o vizinho ficava gritando sem parar, numa espécie de lamento sem fim. Para nosso espanto, descobrimos que a cobra era a esposa dele.
  • Às vezes, varro as escadas do prédio porque eu gosto de tudo sempre limpo. Ontem, me encontrei com um vizinho no elevador e ele me perguntou: "Você é a que varre o corredor?". Pensei que talvez quisesse me agradecer, mas ele continuou: "Tenta não mover meu tapete, eu não gosto quando ele não fica alinhado com o batente da porta".
  • Sempre escuto uma voz infantil no vizinho de cima que grita: "Vem pegar!", e depois um miado agudo e sofrido de gato. Um dia, não aguentei e subi as escadas para falar para eles que estavam maltratando o gato, e que ia denunciá-los. Nesse mesmo momento, escuto outra vez "Vem, vem...". Cheguei e a vizinha me disse: "Vá até a cozinha e veja você mesma". Fui e vejo seu filho dando comida ao gato, com essas palavras. O gato, em sinal de agradecimento, miou daquele jeito sofrido. Meus vizinhos são super estranhos. E o gato deles também.
  • Tenho 62 anos e sou a vizinha velha e chata que nunca está feliz. Pelo menos é isso que pensam meus vizinhos, aqueles que eu não deixo jogar lixo fora da lata, arrancar flores do jardim, escrever nas paredes, entre outras coisas. Eles reclamam o tempo todo que eu sou uma chata e falam que as crianças têm medo de mim. Problema deles.
  • Meus vizinhos de cima são um casal jovem que está sempre discutindo. Eu sempre escuto o escândalo que eles fazem. Uma vez, ao começar uma nova discussão, decidi tocar piano. Fiquei mal por eles, por isso comecei a tocar uma música triste, mas muito bonita. Foi começar a tocar que os gritos foram diminuindo, até pararem. Quando terminei de tocar, eles começaram a falar sobre a minha interpretação e, ao final, meu vizinho disse que amava muito a minha vizinha.
  • Uma vez, tive uma discussão séria com o meu namorado. A vizinha de cima bateu na porta. Como meus olhos estavam vermelhos de tanto chorar, pedi que ele perguntasse quem era antes de abrir a porta. A vizinha não quis falar com ele e pediu para falar comigo. Quando eu apareci, ela me perguntou se meu namorado estava me tratando mal e se eu queria que ela falasse com ele seriamente. Eu respondi que tudo estava bem. Mas é tão boa a sensação de que desconhecidos se importam conosco. Sempre odiei meus vizinhos, mas agora eu perdoo até as furadeiras aos domingos.
  • Esta manhã eu estava na cozinha e meu filho ainda estava dormindo. Do nada escutei o cachorro do vizinho de baixo começando a latir. Começou baixinho e foi aumentando o volume. Antes de ir ao trabalho, decidi passar na casa deles. Bati na porta e a vizinha abriu. Falei "Bom dia. Você poderia tentar fazer o cachorro parar de latir? É que meu filho está dormindo". A vizinha fechou a cara e respondeu: "Não é o cachorro, eu estava cantando".
  • De manhã, alguém bateu na porta. Meu vizinho, um rapaz enorme, disse como uma voz bem baixa: "O que está acontecendo? Por que tanto silêncio?". Deu meia volta e foi embora. Toda manhã eu costumo escutar música e a caixa de som está ao lado da porta. Pelo visto ele gosta das mesmas músicas que eu.
  • Hoje aconteceu uma coisa incrível. Incrível mesmo. Meu vizinho de cima veio e me perguntou quando podia furar a sua parede. Ele estava perguntando a todos os vizinhos, para escolher a melhor hora para a maioria. Eu falei que podia fazer a hora que quisesse, que não me incomodava, e lhe desejei sorte. Ele sempre me cumprimenta com um sorriso e segura o elevador. Quisera eu que todos os vizinhos fossem assim.
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