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8 Tendências de ostentação que costumavam ser caríssimas e hoje são irrelevantes

Independentemente da época, sempre existiram itens, objetos ou bens que eram considerados luxuosos. Enquanto alguns desejavam roupas caríssimas, outros sonhavam em ter uma casa própria ou um carro que valesse uma fortuna. Contudo, os tempos mudam e o conceito de riqueza também. Se antes era importante para muitos ter uma casa monumental com endereço fixo, hoje as pessoas estão cada vez mais abandonando o sonho do imóvel próprio em prol da liberdade e isso também está se tornando uma forma de ostentação.

Incrível.club tirou do fundo do baú o que costumava ser símbolo de uma vida luxuosa para muitos, e que agora não passa de mera relíquia ou tendência do passado. No final do post, você também encontrará uma história sobre ostentação de roupas de marca que teve um final embaraçoso.

Decoração de interiores

Ter uma casa ou um apartamento com design chiquérrimo? Isso já virou coisa do passado. O que está na moda agora são os interiores personalizados que refletem a individualidade e o estilo de vida de seu dono. As tendências atuais dizem que menos é mais. Não faz sentido repetir o que “os outros fazem” ou o que as revistas de moda ditam, o melhor é proceder seguindo as vontades e os gostos do proprietário.

Viagens

Antes, a maioria das pessoas que podia viajar tinha mania de escolher destinos populares com praias. Mas as viagens estão se tornando mais acessíveis e as pessoas não querem mais passar as férias em lugares “comuns”. É por isso que passeios turísticos em locais inusitados estão virando a nova norma. É muito mais interessante fazer uma expedição ao Peru ou passear de iate no Mar Mediterrâneo do que ficar à beira da praia com um coquetel na mão durante as férias inteiras.

Roupas de grife

No final da década de 1990 e no início dos anos 2000, surgiu uma nova classe de ricos: pessoas que ganharam muito dinheiro com startups de sucesso. Elas formaram uma nova geração de milionários que não se importa com itens de marca. O tempo é algo tão valioso que gastá-lo escolhendo roupas é um luxo desnecessário.

Graças a isso, as roupas de grife e as lojas de departamento começaram a se fundir. As grandes marcas agora entendem que chegou a hora de mudar e se aproximar mais das pessoas, pois, a cada ano que passa, o desejo por roupas exclusivas está em queda.

Joias de ouro como capital

Antigamente, o ouro era um símbolo de riqueza e prosperidade. Era uma espécie de moeda atemporal, um artigo de metal precioso, cuja venda sempre seria rentável. Mas para as pessoas modernas, o ouro como investimento virou algo do passado. Claro, as celebridades ainda usam joias caras com pedras preciosas que custam uma fortuna. No entanto, para meros mortais, um colar com pingente é apenas um adorno, não uma forma de contribuição monetária. Hoje, todo mundo já sabe que o dinheiro deve circular, e não ficar em uma caixa guardada na prateleira.

Celulares incrustados de joias

Há apenas 20 anos, quem tinha celular era considerado rico. Gradualmente, o dispositivo foi se popularizando e se tornando mais acessível. Com isso, foram criadas versões de luxo como, por exemplo, os celulares da marca Vertu, que poucos podiam pagar. Mesmo assim, esses aparelhos celulares se tornaram obsoletos e eram revendidos a “preço de banana”. Para tentar encarecê-los, as fabricantes começaram a incrustá-los com pedras e metais preciosos. Dessa forma, os modelos de luxo definitivamente não seriam revendidos.

Porém, o tempo passou e as prioridades mudaram drasticamente. Atualmente o celular se tornou um meio de comunicação essencial que, apesar de ter modelos bem caros, já não é mais considerado parâmetro de riqueza.

Animais com pedigree

A moda de ter animais de estimação de raça está presente de uma forma ou de outra há mais de uma década. Por exemplo, nas décadas de 1990 e 2000, estava na moda ter cachorros como rottweiler e pit bull terrier. Logo depois, popularizaram-se cães menores, como yorkshire terrier, cuja moda durou cerca de uma década. Embora as pessoas ainda comprem animais de “raça pura” nos canis, uma nova tendência está surgindo para ficar: adotar animaizinhos vira-latas de abrigos ou tirá-los da rua.

Jaquetas de couro

No final dos anos 1990, era considerado superchique vestir jaqueta ou casaco de couro legítimo. Todo mundo usava, de estudantes a diretores de empresas, sempre querendo comprar o modelo mais exclusivo possível. Não apenas jaquetas clássicas de couro estavam na moda, mas também de camurça, de veludo, de lã, etc.

A tendência foi mudando aos poucos e hoje as pessoas estão dando preferência a roupas sem matéria-prima de origem animal. As vestimentas de tecidos sintéticos e naturais conquistaram o mundo da moda com seu baixo custo e versatilidade.

Restaurantes

Uma ida ao restaurante na época dos nossos avós era um evento extraordinário. Uma pessoa de classe média só visitava esses lugares em três ocasiões: viagens turísticas, casamentos ou comemorações (e nem sempre). Frequentar restaurantes era considerado algo memorável e foi assim por muito tempo.

Hoje, ir a restaurantes para um lanche rápido é a coisa mais comum que existe. Alguns ainda preferem comer em casa por vários motivos, mas a grande maioria adora almoçar ou jantar em restaurantes e ninguém mais faz disso um evento célebre.

Bônus: a história sobre ostentação de roupas de marca que teve um fim embaraçoso

  • Me visto com roupas de segunda mão. Tem uma colega que fala que só compra em boutiques de grife. Recentemente ela apareceu com uma camiseta que disse ter comprado nos Estados Unidos. O fato é que eu a vi e a fotografei vasculhando o brechó e levando essa mesma camiseta. Quando ela começou a ostentar a roupa “nova” para mim, eu peguei e mostrei a foto. A cara que ela fez depois disso não teve preço! © Подслушано / Ideer.ru

E quanto a você, notou essas mudanças nas tendências de luxo? Qual outra moda ostentação acha que se alterou completamente com o tempo?