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20+ Internautas contam as mais curiosas histórias por trás da escolha de seus nomes (nova seleção)

O nascimento de um novo membro na família pode provocar um turbilhão de emoções. Tanto que os pais podem até perder a capacidade de discernimento na hora de escolher um nome “adequado” para o recém-nascido. E podemos dizer que os leitores das nossas páginas não fogem a essa regra, já que foram à seção de comentários para compartilhar alguns relatos para lá de interessantes.

O Incrível.club traz, a seguir, algumas das histórias mais curiosas envolvendo a escolha dos nomes de nossos leitores. Leia até o fim para conferir os 23 relatos!

  • Meus pais tiveram seis filhos. Todos os meus irmãos têm apenas um nome, mas eu, a caçula, ganhei três. O primeiro, em homenagem à minha avó paterna; o segundo por conta do dia do meu nascimento; e o terceiro foi porque, como eles já tinham seis filhos e não pensavam em ter outros, colocaram o nome de que mais gostavam. Martha Hernandez / Facebook

  • Eu ia chamar minha filha de Catalina, mas gostava também de Elena e Julia. Quando engravidei, antes de saber que era menina, veio à minha mente o nome Balbina. Minha bisavó se chamava assim. E é o mesmo nome da protagonista do livro The Englishman of the Bones, uma bela personagem. Marilina Nicoud / Facebook

  • Minha mãe tirou meu nome de um livro de nomes de bebês. Quase todos da minha família têm nomes compostos. A resposta dela, quando perguntei a origem de meu nome, foi: “escolhi seu nome porque era o mais estranho entre todos que havia no livro, e eu gostei”. Itziar Hazas Cuevas / Facebook

  • Tenho uma médica que se chama “Porca Morena e Branca”. Os pais dela deram esse nome em homenagem aos queridos animais da fazenda de porcos que eles tinham quando essa médica ainda era criança... Coco Pandaranda / Facebook

  • Meu nome é Isabel Edith. Minha mãe não tinha nenhuma imaginação, então, quando chegou ao cartório para me registrar, me deu os nomes das duas mulheres que estavam lá. Ainda bem que não eram homens. Chabytha Perez / Facebook

  • Quando eu estava grávida do meu primeiro filho, não sabíamos que nome dar a ele. Não chegávamos a um acordo. Íamos chamá-lo de Francisco em homenagem à minha avó e a um tio do lado paterno. No fim das contas, ele ganhou o nome de Farian porque uma tia falava errado o nome de um colega da universidade chamado Fabián. E o nome da minha bela segunda filha foi escolhido por meu companheiro e por mim. Eu queria Sofia por causa de uma querida amiga da escola. Ele sugeriu Angie por conta de uma “amiga” que depois eu soube ser uma futura conquista... Minha filha de chama Angie Sofía. Martha Rojas J / Facebook

  • Me chamo Yuriria. Sim, assim como a cidade no Estado mexicano de Guanajuato. Adoro meu nome porque sempre escrevem errado. Fui batizada assim porque meus pais faziam parte do Clube Explorações México, dedicando-se a escalar em rochas e no gelo. Os filhos dos demais integrantes do grupo tinham nascido todos homens, então eles combinaram que a primeira mulher a nascer se chamaria Yuriria. E aqui estou eu. Yu Pérez / Facebook

  • Minha mãe, quando era mais nova, gostava de ver novelas mexicanas. Tanto que ela conta ter chegado a queimar roupas por ter se distraído vendo TV. Em certa ocasião, os nomes das atrizes mexicanas Laura Flores e Edith González chamaram sua atenção. Graças a isso, ela resolveu me batizer como Laura Edith. Laura Edith Lopez Flores / Facebook

  • Sempre fui fascinada pela Disney e sonhava que minha primeira filha se chamaria Ariel, assim como a personagem de A Pequena Sereia. Meu marido, porém, não concordava e considerava retrógrados os padrões seguidos pela protagonista da trama, que resolveu ficar às sombras de um homem. Ele tinha razão. Nossa filha se chama Mérida, como a princesa de Valente. Virginia Guardiana del Bosque / Facebook

  • O nome da minha filha foi escolhido junto com uma amiga muito querida que não está mais entre nós. Hoje, ela vive apenas no meu coração e nas minhas lembranças. Se chamava Elvira. Ela me contou uma história de sua infância e me disse: “sua filha vai ser uma pessoa generosa e de bom coração.” Batizei minha filha como Amparo. Adoro o nome dela. Carolina Sofia Salas-chabes / Facebook

  • O nome de um conhecido meu é o melhor. Ele se chama Ivan porque seu pai trabalhava no mar e, um dia, viu escrito a palavra Navy. Na hora, o homem decidiu que seu filho se chamaria assim, só que ao contrário. O problema é que, na época, quem resolvia a questão eram os secretários dos cartórios, e resolveram que ficaria melhor “Ivan”, e não Yvan. Angelesgatunos Maravillosos / Facebook

  • Eu ia me chamar Gabriela, mas meu pai foi ao cartório civil me registrar e, como fui sua primeira filha (depois de três meninos), ele resolveu me dar o nome de Cecília. É como se chamava sua primeira namorada, a quem ele considerava seu primeiro amor. Minha mãe não gostou muito da ideia. Cecilia Ibarra / Facebook

  • Minha mãe sempre quis que eu me chamasse Marcela Patrícia. Nasci e meu pai foi ao cartório, mas me registrou como Ana Luisa. Já meu irmão ainda estava na barriga e já era chamado por todos de Rodrigo Alexis, mas meu pai foi novamente ao cartório e colocou o nome de Oscar Javier. AnaLuisa Ramirez Gonzalez / Facebook

  • Minha mãe se chama Porfiria. O filho do vizinho da minha mãe se chama Porfirio. O marido da irmã da minha mãe se chamava Porfirio. Adivinhem que nome me deram... ao que parece, naquela época havia uma escassez de nomes. Geoconda Calcaño / Facebook

  • Quando eu tinha 20 anos, meu avô disse a mim e ao meu então namorado (hoje marido) que, se tivéssemos uma filha, deveríamos colocar o nome de Amanda. Cinco anos depois, nos casamos e nosso primeiro filho foi um menino, a quem chamamos de Gianluca. Pensávamos que nem poderíamos mais ter filhos, tentamos por muitos anos. Meu avô morreu e, quando fiz 34 anos, engravidei de novo. Nasceu minha bela filha. Cumprimos a promessa que fizemos ao vovô e a batizamos como Amanda. Vivi Ferrer / Facebook

  • Meu primeiro namorado acabou me traindo, então nos separamos. Após alguns anos, ele me procurou para dizer que sua primeira filha havia nascido e que a menina receberia meu segundo nome, “Cristelle”. Não acreditei. Na verdade, o ignorei. Há um ano, por um acaso do destino, nos encontramos. Eu, já um pouco mais madura e sem ressentimentos, fiquei amiga dele. Foi quando descobri que sua primeira filha realmente tem o meu nome. Mas não sei se a ex-mulher dele sabe disso. Inna Moheno / Facebook

  • Devo meus nomes ao meu avô, que foi me registrar porque minha mãe me teve com 14 anos, menor de idade. O nome escolhido para mim seria Andrea Carolina. No caminho, meu avô passou por um bar e contou a todos os seus amigos sobre meu nascimento, ficando por ali brindando. Depois, já um pouco alegre, ele foi me registrar. Nesse momento, meu avô ficou melancólico ao lembrar de sua mãe e de sua avó, então colocou nomes em homenagem a elas. Ele me registrou como “Hilda Emma”. Esses dois nomes foram meu carma, e nunca me senti representada por eles. Sempre que perguntavam como eu me chamava. E eu dizia outro nome. Hilda Quezada / Facebook

E quanto ao seu nome, qual é a história por trás dele? Comente!

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