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19 Leitores do Incrível contaram como foi que conheceram o lado mais folgado das pessoas

Quando alguém precisa de ajuda, seja essa pessoa um amigo ou um completo desconhecido, muitas vezes não medimos esforços em auxiliar. No entanto, nem sempre somos retribuídos da maneira que esperávamos. E, bem... pelo menos teremos algumas histórias impressionantes e cômicas para contar depois, não é verdade?

Incrível.club fez uma seleção de situações contadas pelos leitores do Incrível que ajudaram outras pessoas, mas não receberam de volta exatamente a atitude que esperavam. Pelo menos, agora podem dizer que já viram (quase) de tudo nessa vida e já sabem em quem podem confiar. Confira!

  • Eu acredito muito naquele ditado “Aqui se faz, aqui se paga”. Uma amiga de infância que eu não via há anos me achou no Facebook e me chamou no Messenger. Contou uma história MEGA triste, disse estar passando por um momento muito difícil na vida e me pediu dinheiro emprestado. Eu disse que não poderia porque não tinha, mas conseguiria pagar alguma conta. Aí, ela me pediu para pagar uma conta muito essencial... a escola particular do filho. Na hora eu achei meio absurdo, porque se uma pessoa está passando perrengue, vai dar prioridade para as despesas essenciais e não a escola particular, mas tudo bem. Paguei e obviamente após isso ela DESAPARECEU, nunca mais me procurou. © Glaucilene Cunha / Facebook
  • Uma vez eu estava vendendo uma fantasia do meu filho e uma mulher me procurou dizendo ser o sonho do filho dela ter uma fantasia daquela e que ela não tinha condições de comprar. Fiquei morrendo de pena e resolvi lhe dar a minha. Quase um ano depois, vejo uma foto no Facebook de uma criança com uma fantasia MUITO PARECIDA com a do meu filho. Inclusive, o chapéu tinha o nome dele bordado. Eu não conhecia a pessoa, mas fazíamos parte do mesmo grupo de desapego, então a chamei no Messenger e perguntei onde ela havia conseguido aquela fantasia. E, para minha surpresa, ela me falou que havia comprado da pessoa para quem eu tinha dado a minha. Ou seja, a mulher para quem eu dei a fantasia deve ter usado um tempo e depois a vendeu por um valor bem caro. Fiquei me sentindo uma tonta. © Glaucilene Cunha / Facebook
  • Sou a campeã de me deixar, digamos, “ser feita de boba”. Certa vez, uma amiga em dificuldades me pediu 300 reais emprestados. Eu não tinha, peguei no limite do cheque especial, mas fiz de coração. Ela teve uma filhinha, eu sempre ia às festas e levava presentes, afinal, é uma pessoa de quem eu gostava, e da criança também. Passou-se mais um tempo e me casei, a chamei para a festa e ela não veio. Passado mais um tempo fiz chá de bebê para o filho que eu também teria e ela não veio. Ou seja... Descobri que a consideração era somente da minha parte. E desse tipo já passei por várias na vida... © Andréia Duarte / Facebook
  • Certa vez, doava minhas consultas oftalmológicas a uma mulher que se dizia de uma igreja e ajudava pessoas carentes... A segunda pessoa para a qual ela pediu para que eu cedesse minha consulta chegou com uma pick-up Amarok novinha! © Franciele C Cardoso / Facebook
  • Encerrei uma amizade com uma pessoa que não falava comigo havia um tempão e um belo dia pediu meu Whatsapp para me pedir um favor. Ela estava a caminho da minha cidade e há 10 anos sem me ver. E precisava de um lugar para ficar perto de onde eu morava. Consegui quebrar o galho dela e lhe arrumei um espaço DE GRAÇA. Claro, como quem está há 10 anos sem ver o amigo ou amiga, naturalmente me ofereci para buscá-la no aeroporto e pagar um café para atualizar o papo. A resposta que eu recebi foi: “Não precisa. Só quero que me ensine a andar na cidade porque estou indo encontrar os meus amigos nesses dias”. Não queria amizade, e sim um guia turístico e os meus favores. A bloqueei das minhas redes sociais e a tirei da minha vida. © Wagner Dos Santos Fernandes / Facebook
  • Certa vez, doei roupas seminovas da minha filha para uma pessoa que morava próximo à minha casa e tinha quatro crianças. Fiz uma visita e vi algumas das peças que eu havia doado cortadas e usadas como tapete. Fiquei bem triste na época, mas não deixo de doar o que não me serve, desde que seja uma coisa que eu mesma usaria, porque tem gente que doa só coisas imprestáveis. Para essa moça nunca mais dei nada, porém ainda existe gente sincera e necessitada de verdade que faz bom uso daquilo que recebe. © Miro Nicole / Facebook
  • Sou massoterapeuta e doei dez sessões de massagens para um senhor que estava em depressão e sem dinheiro para pagar pelo meu trabalho. Certo dia, ele e a esposa me deram um lenço de presente dizendo ser da cidade em que foram passar o fim de semana. Foram de avião e ficaram em hotel de luxo. Aprendi muito com isso. © Carmen Lucia / Facebook
  • Certa vez, dei um tanquinho para uma vizinha porque (graças a Deus) consegui comprar uma máquina de lavar e não tinha espaço para os dois. Uns dias depois, ela me pediu um botijão de gás. Como não dei, saiu falando mal de mim. © Maura Santiago / Facebook
  • Quando estava morando em outro país para fazer intercâmbio, uma colega de faculdade perguntou se eu poderia ajudar a prima dela com informações sobre onde eu estava morando. A prima entrou em contato comigo e ficamos “colegas” no Facebook. Fiquei meses mandando informações de locais para morar, escolas de inglês, como fazer o visto, carteirinha de estudante e tal. Eu praticamente fiz de graça o serviço de um agente de viagens. Passou-se um tempo e ela não mandou mais mensagens, pensei que tivesse desistido da viagem. Quando fui olhar o perfil dela, reparei que tinha chegado na minha cidade havia mais de um mês, e nem sequer me avisou ou agradeceu. © Viviane Fernandes / Facebook
  • Uma vez, uma representante que me atendia começou a reclamar que a empresa em que trabalhava não pagava bem e que ela trabalhava muito. Realmente era uma ótima vendedora. Aí inventou de querer abrir um banho e tosa também, mas não tinha grana para comprar os equipamentos, e um dos clientes dela havia doado uma máquina de tosa para que ela começasse. Eu tinha uma mesa de tosa que não usava, aliás nunca havia usado. Dei para ela. Isso era final de outubro. A mulher trabalhou nos meses mais movimentados do ano na nossa área. Deve ter tirado nesse período, por baixo, por volta de uns 8 mil reais. Depois, simplesmente VENDEU tudo e nem “obrigada pela mesa”. Fiquei esperta com ela, que na verdade é uma pessoa olho grande. Dou graças a Deus de que tenha sumido da minha vida e da minha empresa. © Mozani Beninca / Facebook
  • Eu tinha uma amiga que um dia estava aflita porque ia ser despejada caso não pagasse o aluguel naquele dia. Eu não tenho muito dinheiro, mas gastei a minha poupança para lhe emprestar dinheiro para que fizesse o pagamento daquele mês. Ela garantiu que mais tarde me devolveria. Nas semanas seguintes, me enviou contas que esperava que eu pagasse. Estou até hoje à espera do dinheiro. © LCLara Soares / Facebook
  • Uma vez, dei aula particular para um aluno à beira da reprovação. A mãe fez um ’chororô’ porque o outro filho era especial. Eu cobrava uma aula e dava duas. No fim do ano, o aluno passou, e a família foi de férias para a Disney!!! E eu fiquei em casa. © Regina Andrade / Facebook
  • Uma vez, comprei cordão para fazer um tapete de crochê, mas a tendinite não deixou... dei as duas linhas para uma amiga de trabalho, que fez três bolsas lindas e vendeu por 100 reais cada. Da outra vez ela pegou uns batons para vender, não conseguiu, peguei e vendi todos no lugar dela. No fim do ano, na festa da firma, ganhei uma balança. Todos falaram o que haviam ganhado, eu também falei e ela disse: “cuidado para não quebrá-la quando subir”. Fiquei muito magoada, não dei essa liberdade, enfim... ajudei e quebrei a cara. E até hoje ainda ajudo, não aprendi a lição. © Cal Rodriguez / Facebook
  • Uma vez teve uma festa na empresa onde eu trabalhava e levei uma garota que eu paquerava na época. Era uma moça bonita e educada. Trabalhava com finanças e aproveitou o networking para distribuir alguns cartões. Dois dias depois, um colega veio até mim e disse que precisava comprar comida e leite para os filhos pequenos, e me pediu uns 100 reais emprestados. No dia seguinte, a minha paquera me ligou, foi até a minha casa e disse: “Cuidado com o seu colega Fulano de Tal! Desde sábado ele não para de me ligar querendo sair comigo. Eu até disse que iria sair com ele hoje, mas agora não atendo a ligação dele e vim aqui te contar.” OU SEJA... O CARA ME PEDIU DINHEIRO EMPRESTADO PARA SAIR COM A “MINHA MINA”. © José Neto / Facebook
  • Ajudei muito uma “colega de trabalho”. Emprestei dinheiro e ela não pagou. Eu comprava leite, roupas e fraldas para a neta, roupas e calçados para ela porque nunca sobrava dinheiro — o marido trabalha ainda na mesma empresa que ela. Ah... fui madrinha de casamento do civil, do religioso. Isso sem contar tudo que ajudei durante 10 anos, daria um livro. Sabe o que aconteceu? ELA SIMPLESMENTE AJUDOU A EMPRESA A ME DISPENSAR NO ANO PASSADO. A “cara de pau” continua lá. © Ana Lucia Bueno / Facebook
  • Emprestei 800 reais para uma amiga, porque ela disse que não tinha dinheiro para pagar um boleto importante. Moral da história: nunca me pagou e ainda falou na minha cara que havia comprado parcelado o terreno ao lado da casa dela. © Ivaneide Fernan / Facebook
  • Em 2011, meu marido fez quatro cirurgias no coração. Minha vizinha, uma senhora de 75 anos na época, me pediu para ser acompanhante dela no Instituto do Câncer. Fazia três meses que meu marido havia operado o coração. Mesmo assim, comecei a ir com ela de ambulância às sessões de radioterapia. Eu saía da minha casa às 3h da madrugada, pois a ambulância tinha de pegar outros pacientes em outros endereços. Minha vizinha tinha filhos, genros, noras e netos adultos que podiam fazer isso, mais ninguém se importou. Passados dois anos e meio, meu marido teve câncer de estômago, então liguei para a filha dela dizendo que não iria mais cuidar da mãe dela e que ela arrumasse outra pessoa, pois eu iria cuidar do meu marido. Não acreditei na resposta que ouvi. Ela gritou um palavrão e me disse: “Justo agora que eu tenho um monte de entrevista de emprego você me deixa na mão”. Eu, muito decepcionada, respondi assim: “Não precisa me agradecer, o que fiz pela sua mãe nesses dois anos foi de coração” e desliguei o telefone. © Angela Sousa / Facebook
  • Ajudava um abrigo com uns 400 cachorros, comprava um ou dois sacos de ração no mercado, da mesma que os meus comiam, simples porém boa. Uma vez, o homem mostrou que recebiam rações premium, que aquelas “de combate” faziam mal para a maioria dos cães. É complicado, você tira de um dinheiro que não tem nem para receber ingratidão. Hoje só vou doar para quem eu realmente souber que precisa. © Margarete Cristina / Facebook

E você, já passou por alguma situação em que sentiu que sua ajuda não foi bem retribuída? O que fez depois disso? Esperamos pelos seus comentários!

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