Incrível
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18 Pessoas que não pagaram apenas um mico, mas o zoológico inteiro

São vários os momentos da vida que nós certamente gostaríamos de esquecer. As situações embaraçosas que nos deixam vermelhos de vergonha fazem parte dessas lembranças que insistem em ficar na cabeça. Quem já pagou um grande mico sabe bem que, mesmo depois de muito tempo, a memória ainda causa aquela vontade de se esconder — além de, claro, muitas risadas.

Pelo menos, elas rendem boas histórias! E foi pensando nisso que os leitores do Incrível.club decidiram recordar os maiores constrangimentos que já viveram. São aqueles casos tão espontâneos que, quando acontecem, você nem sabe onde enfiar a própria cara. Acompanhe!

  • Uma amiga de infância me chamou para ser padrinho de casamento. Seria no dia 7 de setembro de 2005, às 9h. A mãe da noiva me pediu para chegar um pouco antes e eu cheguei às 8h20. Mas, quando entrei, a festa já tinha começado (era em frente à igreja). Perguntei se era o casamento da Carina, quando me disseram que a noiva era uma tal de Fernanda. Voltei para o carro, preocupado, e fui olhar o convite. Chamei o rapaz que estava cuidando dos carros e ele disse que não tinha nenhum problema com o convite. O problema era que o casamento tinha sido às 9h da manhã e eu cheguei às 9h da noite! 🤣 © Carlos Diaz / Facebook
  • Final do expediente no banco onde eu trabalhava. Todos já haviam saído. Eu me preparava para ir embora, até que o telefone toca. Do outro lado da linha, um homem insistia para saber sobre um importante relatório. Eu não trabalhava produzindo esse relatório, pertencia a outra área do banco. O homem persistia e eu dizia que o alarme da agência já estava programado e, em três minutos, eu tinha de sair dali. Ele, já raivoso, me disse: “Você sabe quem está falando?” Eu respondi que não sabia. Ele continuou: “Sou o superintendente regional do banco”. Em seguida, lhe perguntei: “E o senhor, sabe com quem está falando, senhor superintendente?” Ele disse que não sabia. Então, respondi: “Graças a Deus!” © Celio Viana / Facebook
  • Minha cunhada viajou e pediu que eu ficasse no apartamento dela. Logo no segundo dia, fui à padaria e, quando voltei, entrei no apartamento errado. Ao abrir a porta, tinha um casal estranho na sala e um cachorro enorme, pastor alemão. Demorou alguns segundos até a ficha cair. Comecei a gaguejar, tentando me explicar, até que a mulher disse: “Corre, o cachorro vai te pegar”. Dito e feito: o peludo correu em minha direção, enquanto eu corria para a porta. Que susto! 🤣 © Glenecir Roldan Rocha Pacheco / Facebook
  • Eu e uma amiga pegamos uma carona de uma praia a outra com um cara. Ele colocou um CD e disse: “Vejam o que acham da minha banda”. Minha amiga comentou: “Legal! Parece Charlie Brown Jr”. Eu nem conhecia essa banda, mas achei o nome péssimo. Para tentar salvar a situação, falei: “Imagina, credo, nada a ver! A banda dele é bem mais legal”. O rapaz me mostrou a capa do CD e bom... ele era mesmo um integrante do Charlie Brown Jr. © Manoela Pamplona / Facebook
  • O maior mico que eu passei foi quando trabalhei numa gráfica. Um dia, entrou um casal de idosos para escolher o convite de casamento. Entreguei o mostruário e fiquei esperando eles escolherem o modelo. Já eram quase 18h, a gráfica iria fechar e eles já estavam há uma hora escolhendo. Eu, com meu bocão, falei: “Não seria bom sua neta ou filha vir escolher?” A senhora virou para mim e disse: “Não tenho filha, tampouco neta, o convite é para o nosso casamento”. Fiquei sem graça, ela olhou para mim com cara de ódio, saiu e não voltou mais. © Cenira Fróes de Jesus / Facebook
  • Eu trabalhava numa clínica e fui atender um casal que aguardava uma consulta. O nome do paciente era Iranir. Na hora de fazer o exame, eu chamei e o homem se levantou. Pedi para ele aguardar porque só podia entrar uma pessoa por vez e expliquei que, assim que a Dona Iranir terminasse, eu iria avisá-lo. Então, ele me respondeu que ele é que iria fazer o exame — e o nome dele era Iranir. Fiquei vermelha de tanta vergonha. Nunca esqueci esse nome. © Dyanne Alves / Facebook
  • Fui no mercado com meu marido. Entrei e fiz as compras enquanto ele ia em uma loja de parafusos. Vi nosso carro, abri a porta, entrei e coloquei as sacolas no banco de trás. Fiquei esperando ele voltar, mexendo no celular. Até que senti alguém bater no vidro. Era meu marido, apavorado: “Mulher, o que você está fazendo no carro de outra pessoa?” Arregalei os olhos, me levantei em um pulo e saí. Pior é que, chegando no nosso carro, ele perguntou: “Cadê as compras?” Congelei! Voltei sozinha no carro errado. Olhei de um lado e do outro e vi minhas bolsas lá. Rezei para a porta estar destrancada. Abri, peguei as sacolas e nunca mais passo por essa. © Helena Motta / Facebook
  • O banco estava lotado, eu estava atendendo no preferencial e, de repente, veio uma cliente no meu caixa. Toda sorridente, me perguntou: “E a Giovanna, como está?” Giovanna era a gerente geral. “E a barriguinha daquela grávida linda?”, continuou. Eu, toda simpática, respondi: “Ela está viajando. Nossa, a barriga dela está linda. Já está para ganhar, está enorme, do tamanho da sua. E você, está de quantos meses?” Reinou um silêncio no lugar. A mulher parou de falar e foi se afastando. Até que meu colega do lado me disse: “Sua doida, ela não está grávida, não! Ela é mulher de fulano, um cliente bem conhecido na agência”. Meu Deus! Nunca mais falo nada. O filho pode estar nascendo que não elogio mais. © Aline Claudia / Facebook
  • Quando eu trabalhava no crediário de uma empresa, cometi uma gafe que até hoje me envergonho só de lembrar. Chegou uma senhora trazendo um rapaz para abrir um crediário no nome dele. Depois de uma longa análise, fiz a seguinte sugestão: “Já que é a primeira compra do seu filho, a senhora poderia servir de fiadora para ele”. Ao que ela me responde: “Me respeite, sou a esposa dele!” Fiquei com vontade de evaporar dali. © Marcia Sousa / Facebook
  • Eu estava na farmácia, escolhi as coisas que ia levar e fui para o caixa. A moça já me atendeu falando: “Poxa, que legal a senhora tão animada assim logo de manhã!” Eu pisquei meio sem saber do que ela estava falando. Ela continuou: “Nossa, como a senhora cantou e dançou!” E aí caiu a ficha: sou daquelas que ouve uma música e sai dançando sem reparar. Olhei em volta e vi que perto das caixas tinha um espelho que dava para ver quase toda a farmácia. Dali ela tinha me visto dançar e cantar que nem uma louca enquanto eu fazia as compras. © Lola Alvim / Facebook
  • Estava saindo da igreja com minhas filhas e meu marido. Meu sobrinho veio do nosso lado e disse: “Vou para casa com vocês”. Eu concordei, pegando no braço do meu marido para seguirmos caminho, quando escuto ele falar: “Ô, amor!” 😳 Olhei para o lado e estava abraçando um desconhecido! 🤦 Meu marido estava vindo atrás. Quase morri de vergonha! © Vivi Stein / Facebook
  • Estávamos no serviço, meu pai e eu, quando um colega noticiou o falecimento de um senhor que trabalhou lá e havia se aposentado. Ficamos muito tristes, pois tínhamos muita amizade com esse senhor e, por conta de ter se aposentado, perdemos um pouquinho o contato. Resolvemos ir na casa da viúva. Meu pai estava muito triste, mas foi e tocou a campainha. Eis que surge lá de dentro quem? O “falecido”! Meu pai me olha espantado e pergunta: “O que eu falo?” Respondi: “Fala para o Seu Anisio que ele morreu, ué!” O velhinho veio todo contente receber meu pai, mas ficou surpreso e perguntou: “Nossa! Aconteceu alguma coisa lá no trabalho? Morreu alguém?” Meu pai respondeu: “Sim, Seu Anisio. Segundo informações, o senhor faleceu”. O velho olhou para a cara do meu pai e falou: “Eu tô vivo!” A gente riu até não querer mais. © Roger Rogerio / Facebook

Chegou a sua vez! Qual foi o maior mico que você já pagou e que, até hoje, todo mundo faz questão de lembrar? Conte para a gente nos comentários!

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